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Postado em 16 de Março de 2017 às 10h38

Indústrias da carne priorizam segurança e saúde

Notícias do Setor (195)

Ampliar permanentemente as condições de segurança e saúde dos trabalhadores dos frigoríficos é prioridade da indústria de processamento de carne. O compromisso foi enfatizado nesta semana, em Chapecó, durante o Seminário de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) para a Agroindústria que reuniu mais de 200 pessoas no Hotel Lang Palace. A iniciativa do Serviço Social da Indústria (SESI) e da Aliança Saúde Competitividade teve parceria com a ABPA, Abiec, Acav e Sindicarne.

O vice-presidente para o agronegócio da Federação das Indústrias de SC (Fiesc) e presidente da Coopercentral Aurora Alimentos Mário Lanznaster destacou que os frigoríficos têm investido fortemente em várias frentes para ampliar a segurança e o bem-estar dos trabalhadores. Isso inclui treinamento, instalações, máquinas e equipamentos. Outra preocupação é evitar acidentes no trajeto. “Queremos que o trabalhador vá ao trabalho e volte para casa todo dia em total segurança”, assinalou.

O diretor executivo do Sindicato da Indústria da Carne e Derivados de SC (Sindicarne) e também da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) Ricardo de Gouvêa disse que o Brasil evoluiu muito na proteção aos trabalhadores dos frigoríficos. Conscientização dos empresários, investimentos das empresas e regulamentação estatal foram fatores de modernização e transformação reconhecidos mundialmente.

Após participar de várias missões técnicas ao exterior para conhecer a realidade industrial dos países mais evoluídos, Gouvêa constatou que o Brasil se tornou referência em vários aspectos da proteção ao trabalho. Assinalou que o empresário está compreendendo que os investimentos para tornar o ambiente de trabalho mais confortável e ergonômico se refletem em dois aspectos: no bem-estar do trabalhador (e, portanto, no aumento da produtividade) e, também, na redução de custos.

Ricardo de Gouvêa defendeu que os gestores de pessoas participem da gestão estratégica de todos os setores porque “a visão dos recursos humanos deve impregnar todas as áreas da empresa”, garantindo estratégias e soluções para a segurança e a saúde dos trabalhadores, prevenção de acidentes e controle dos afastamentos.

O gerente de segurança e saúde no trabalho do Sesi Nacional, Júlio Zorzal, explanou sobre a atuação do órgão que, no plano federal, atende a 2 milhões de trabalhadores de 40 mil indústrias por meio de 127 unidades espalhadas pelo País.

O médico do trabalho Gustavo Nicolai palestrou sobre o tema “Segurança e saúde do trabalho na indústria frigorífica: custo ou investimento?”, apresentando um quadro detalhado da situação, no Brasil, enfatizando a importância dos investimentos na promoção da saúde e prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Com isso reduz o impacto de tributos previdenciários sobre a folha de pessoal.

Na sequência, o consultor em SST e especialista em políticas industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Moacir José Ceriguelli abordou as alterações na Norma Regulamentadora 12, o Anexo II da Norma Regulamentadora 36 e a questão da insalubridade por exposição a baixas temperaturas.

A especialista em desenvolvimento industrial do SESI Giselle Coelho apresentou a série “100% Seguro” composta por vídeos educativos e cursos de educação continuada, com instruções para melhorar a qualidade de vida do trabalhador das indústrias frigoríficas. A coletânea traz orientações de especialistas para incentivar as ações de saúde e segurança no trabalho dentro das empresas e mostra a importância de estimular o trabalhador a adotar atitudes seguras e, assim, promover um ambiente de trabalho mais saudável. Os cursos que serão disponibilizados na plataforma de ensino a distância (EAD) do SESI-SC têm a função de contribuir para a melhoria da SST dos processos produtivos nas indústrias frigoríficas.

Ao encerramento, o diretor regional oeste do SESI, Claudemir José Bonatto, apresentou o conjunto das ações desenvolvidas na região que impactam tanto na racionalização dos custos operacionais quanto na melhoria da qualidade de vida do trabalhador da indústria e, consequentemente, na expansão dos resultados. “A vitalidade de uma organização está diretamente ligada à vitalidade de seus colaboradores. Investir em saúde e segurança é tão estratégico e determinante para a perpetuação dos negócios quanto o investimento em tecnologias, inovações e processos”, frisou.

Fonte: MB Comunicação Empresarial / Organizacional

Evento reuniu aproximadamente 200 pessoas

Vice-presidente para o agronegócio da Fiesc e presidente da Coopercentral Aurora Alimentos Mário Lanznaster

Diretor executivo da Acav e Sindicarne, Ricardo de Gouvêa

Público prestigia Seminário de Segurança e Saúde no Trabalho para a Agroindústria

Gerente de segurança e saúde no trabalho do Sesi Nacional, Júlio Zorzal

Especialista em desenvolvimento industrial do SESI Giselle Coelho

Público prestigia Seminário de Segurança e Saúde no Trabalho para a Agroindústria

Palestrante e médico do trabalho, Gustavo Nicolai

Consultor em SST e especialista em política industriais da CNI, Moacir José Ceriguelli


Postado em 14 de Março de 2017 às 15h06

JBS vê até US$30 milhões em sinergias com aquisição da Plumrose nos EUA

Notícias do Setor (195)

A JBS S.A. espera ganhos de sinergia de US$25 milhões a US$30 milhões com a aquisição da processadora de carnes Plumrose nos Estados Unidos, disse o CEO global Wesley Batista em teleconferência com analistas na terça-feira (14).

“Essa aquisição aumenta a presença da JBS em produtos com marcas de alto valor agregado”, disse Batista. “Estamos nos movimentando na direção de nossa estratégia de construir no mercado americano uma plataforma como a da Seara no Brasil”.

A JBS USA adquiriu a Plumrose da Danish Crown por US$ 230 milhões, assumindo o controle de cinco plantas de processamento de alimentos e dois centros de distribuição nos EUA. A Plumrose produz carnes processadas, incluindo bacon e presuntos vendidos sob marcas conhecidas no país.

A aquisição está em linha com a estratégia da JBS de ampliar a presença no mercado de produtos processados de alto valor agregado.

“Esperamos ter outras oportunidades de aquisições como essa no mercado norte-americano”, disse ele. “Vamos estar de olho. Não há nada grande no radar. Mas algo do tipo da Plumrose, acreditamos que existem várias ou algumas oportunidades a serem exploradas”.

André Nogueira, CEO da JBS USA, disse que a JBS está interessada em empresas de médio porte com forte presença em mercados regionais como Plumrose.

Plumrose tem receita anual estimada em US$500 milhões. Batista espera margens de dois dígitos para o negócio adquirido.

A aquisição dos ativos de carne suína da Cargill nos EUA em 2015 ajudou a empresa a aumentar suas receitas e sua presença no mercado norte-americano em 2016, capturando “grande parte das sinergias estimadas”, segundo Batista. Ele disse que a JBS ainda espera capturar sinergias adicionais dessa aquisição este ano. Na época da aquisição, a empresa estimou sinergias de no mínimo US$75 milhões anuais.

Na unidade de carne de aves Pilgrim's Pride Corporation (PPC), a aquisição da GNP Company em novembro de 2016 também fez parte da estratégia de aumentar a presença no mercado de produtos de alto valor agregado, de acordo com o CEO.

Fonte: Carnetec


Postado em 14 de Março de 2017 às 15h03

JBS espera forte desempenho para operações de bovinos nos EUA em 2017

Notícias do Setor (195)

A JBS espera que seus negócios de carne bovina nos Estados Unidos tenham margens acima do verificado nos últimos anos em 2017, como resultado da recuperação do ciclo de bovinos na região e aumento das exportações, informaram executivos da companhia em teleconferências na terça-feira (14).

“Vamos ver nos EUA margens que não vimos nos últimos anos”, disse o CEO da JBS USA André Nogueira.

O ciclo positivo para o negócio de bovinos nos EUA foi iniciado no final de 2016. A receita líquida dessa unidade subiu 1,6% para US$5,3 bilhões no quarto trimestre, na comparação com mesmo período de 2015, enquanto a margem EBITDA subiu de -0,5% para +7,3%.

O aumento da disponibilidade de bovinos e a queda nos preços dos animais contribuiu para a redução do custo da matéria-prima no segundo semestre do ano. Esses fatores, aliados a um aumento na demanda interna e externa, ajudaram na recuperação dos resultados, segundo a JBS.

Nogueira lembrou que as margens registradas pela JBS USA Bovinos inclui também as operações no Canadá e Austrália. “A margem americana individualmente foi maior que essa que reportamos”, disse.

Para 2017, a JBS espera um incremento de 3% a 4% na disponibilidade de bovinos nos EUA.

O CEO global da JBS, Wesley Batista, disse que as exportações de carne bovina norte-americana já estão apresentando crescimento expressivo nesses primeiros meses do ano, superiores a 25% na comparação anual, e redução nas importações. Segundo ele, esse cenário colabora para reduzir a disponibilidade interna de carne bovina, elevando margens para a companhia.

No Brasil, o aumento da disponibilidade de gado também deverá colaborar para o desempenho do segmento de carne bovina em 2017 e nos próximos anos, segundo os executivos.

Fonte: Carnetec


Postado em 13 de Março de 2017 às 11h13

Marel Poultry na primeira edição da EXPOMEAT

Notícias do Setor (195)

A Marel Poultry participará deste novo e promissor evento, com foco principal nos sistemas Stork de Filetagem Inteligente de Peito AMF-i e Filetagem de Sobrecoxa em linha.

AMF-I - INTELIGÊNCIA APLICADA À FILETAGEM DE PEITO

Inédito para o Brasil será o Stork AMF-i. Há anos, a Marel Poultry vem estabelecendo o padrão para a filetagem de peito com o seu sistema AMF. Para tornar a vida mais fácil para os processadores de aves, a Marel Poultry agora acrescenta ainda mais inteligência ao processo. Os processadores não precisam mais selecionar manualmente uma receita relacionada ao tamanho do produto, uma vez que as configurações do módulo se ajustam automaticamente ao tamanho do produto medido. Esta inteligência resulta em ótimo rendimento e qualidade do produto final.

QUALIDADE DE AÇOUGUE COM EFICIÊNCIA EM LINHA

O segundo grande ponto de foco para a Marel Poultry durante a ExpoMeat será o Sistema Stork de Filetagem de Sobrecoxa, a primeira solução de filetagem de sobrecoxa em linha de alta capacidade do mundo. Usando este sistema, os processadores de aves agora têm a opção de separar o osso cuidadosamente da carne com a máxima eficiência e consistência, a fim de fornecer filetes de sobrecoxa com qualidade de açougue. Enquanto isso, a cartilagem do joelho é removida com precisão e, em nenhum ponto no processo, há necessidade de corte manual.

MAXIMIZANDO A UTILIZAÇÃO DO PRODUTO NO CORTE

Por último, mas não menos importante, a Marel Poultry destacará o sistema corte modular Stork ACM-NT. Firmes nos renomados transportadores giratórios de produtos da ACM-NT, os produtos passam pelos módulos de processamento de asa, peito e perna, que podem ser adicionados ou contornados de forma flexível. ACM-NT pode produzir uma grande variedade de produtos anatômicos cortados de acordo com suas necessidades de produção. Recursos especiais como limitação de taxa combinada e controle de ponto flutuante trazem ainda mais valor agregado.

SOBRE A EXPOMEAT

O Brasil tem um papel fundamental no atendimento à demanda global por carne de frango. Isso exige que a indústria invista em tecnologia para melhorar processos, reduzir custos e obter mais eficiência para manter sua posição. Isso exige uma grande feira para o setor. Em São Paulo, a ExpoMeat prevê reunir toda a cadeia do setor de industrialização de proteínas animais e aumentar sua sinergia.

A ExpoMeat espera atrair visitantes profissionais das indústrias, como distribuidores de carnes e alimentos, engenheiros de alimentos, cadeias de supermercados, profissionais em P&D, embalagens e qualidade.

No stand da Marel Poultry (nº 315), nossos especialistas em produtos irão responder às suas perguntas e explicar sobre os nosso equipamento de processamento.

Sinta-se bem-vindo para nos visitar e conhecer todas as nossas soluções inovadoras e rentáveis que agregam mais valor aos seus processos.


Postado em 09 de Março de 2017 às 11h02

DALPER vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (195)

Com mais de 30 anos de experiência no ramo de controle de pragas, os sócios da Dalper fundaram a empresa para que pudessem oferecer aos clientes produtos diferenciados dos existentes. O mercado carecia de Armadilhas Luminosas que apresentassem eficiência aliada a durabilidade e a alta qualidade. Assim surgiu a Dalper no ano de 2004, e desde lá, seu foco sempre foi a qualidade.

Hoje, com mais de 10 anos de existência, a Dalper se destaca como Líder em Qualidade e Eficiência, apresentando uma gama de equipamentos que passam por rigorosos testes de qualidade e segurança, tornando a Dalper a primeira e única empresa a fabricar Armadilhas Luminosas Adesivas, habilitadas a usar o selo do INMETRO, atendendo a portaria 371/2009.

Também possuímos a certificação ISO 9001, o que garante a qualidade dos nossos processos e que ressalta a seriedade e o compromisso que temos com nosso cliente e seu negócio.

“A Expomeat será uma ótima oportunidade para nos aproximarmos dos nossos clientes, trocar experiências e fechar bons negócios! Os clientes poderão ver de perto a qualidade dos equipamentos, que é o grande diferencial Dalper!”
Aline Kehl Pereira

A Empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

• Armadilhas Luminosas para controle de Insetos

Produto em destaque:

• Arandela Plus

Informações:


Contato: Aline Kehl (adm/fin)
E-mail: aline@dalper.com.br, João Dalben (comercial) - e-mail: dalben@dalper.com.br
Fone comercial: 51-30294941
Site: www.dalper.com.br
Contato na feira: João Dalben - 51-991380000 ou Roges 11-985992602
 


Postado em 08 de Março de 2017 às 15h37

Aurora adquire frigoríficos e marcas da Cotrel em Erechim por R$108 mi

Notícias do Setor (195)

A Aurora Alimentos comprou as unidades frigoríficas da Cooperativa Tritícola Erechim (Cotrel), em Erechim (RS), por meio de uma aquisição judicial direta avaliada de R$108 milhões, informou a empresa em comunicado na quarta-feira (08).

Além de duas plantas frigoríficas, uma de suíno e uma de aves, a operação inclui a compra das marcas Nobre, Nobreza, Da Fazenda e Capone.

Os R$108 milhões do valor da aquisição serão pagos ao longo de cinco anos com recursos próprios e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A unidade de abate e processamento de frangos adquirida tem capacidade produtiva de 26,7 milhões de cabeças ao ano, com 1.345 trabalhadores diretos. Já a unidade de suínos tem capacidade de abater 418 mil cabeças ao ano e mantém 1.151 empregos diretos.

A Cotrel tinha contrato de prestação de serviços com a Aurora para abate e industrialização das carnes, fabricação de rações e incubação de ovos de setembro de 2005 a agosto de 2007. Depois desse período, a Aurora passou a arrendar as plantas.

As unidades plantas adquiridas já respondem por 7,8% da receita operacional bruta da Aurora, segundo a companhia.

A aquisição da Cotrel foi aprovada pelo Juízo da Vara de Falências com anuência da Fazenda Nacional.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec


Postado em 08 de Março de 2017 às 09h50

Taiwan abre mercado para exportadores de genética avícola do Brasil

Notícias do Setor (195)

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi informada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) que Taiwan abriu seu mercado para as empresas exportadoras de genética avícola do Brasil.

A informação foi repassada por meio de documento do Escritório de Inspeção e Quarentena de Saúde Animal e Vegetal de Taiwan, que aceitou o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) apresentado pelo Brasil para embarques do segmento.

O CZI vale para exportações de pintos de um dia e ovos férteis.

A ação é resultado de um esforço conjunto da ABPA, do MRE e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

“Além de ser um reconhecimento à excelência do status sanitário brasileiro, a abertura do mercado taiwanês aponta para novas oportunidades de vendas para um segmento de altíssimo valor agregado, sobre o qual o Brasil já conquistou o status de plataforma exportadora”, destaca Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

Fonte: Carnetec


Postado em 02 de Março de 2017 às 16h03

PRIME EQUIPAMENTOS DO BRASIL vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (195)

A Prime Equipment Group, Inc. é uma empresa dos Estados Unidos, fabricante de equipamentos para processamento de aves que conquistou ao longo de mais de duas décadas a confiança da indústria por fornecer soluções inovadoras e confiáveis no processamento de aves.

A Prime Equipment Group desenvolve e fabrica máquinas únicas, bem como sistemas e equipamentos customizados e também equipamentos de marcas parceiras para indústrias de todo o mundo. Os membros da nossa equipe também oferecem assistência de engenharia, suporte de campo e uma seleção de qualidade de peças de reposição para várias indústrias em mais de 15 países.

“A feira EXPOMEAT é de grande importância para nos conquistarmos novos cliente receber a visatas das empreas que já são nossas clientes, também apresentar lançamentos para o mercado de máquinas e serviços. Estamos confiantes com a realização desta nova feira para alavancar nossos negócios.”
Sergio Pereira - Gerente de Vendas

A Empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

• Máquinas para processamento de carne com costumizações que atendam as necessidades do nosso cliente

Produtos em destaque:

• Linhas de corte e dessosa sistema de escaldagem e depenagem, e acessórios em geral para processamento de aves
• Novas tecnologias para processamento de aves

Informações:

Contato: Sérgio Pereira - Gerente de Vendas
Endereço: Rua 21 de abril, 220-E - Bairro Passo dos Fortes - Chapeco SC 89805-094 Brasil
Fone: +55 (49) 3328-3322
Celular: +55 (49) 9904-3292
SKYPE: sergio.r.m.pereira
E-mail: spereira@primeequipmentgroup.com
Site: www.primeequipmentgroup.com


 


Postado em 01 de Março de 2017 às 15h10

FOODMATE BRASIL vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (195)

"Nós inovamos, automatizamos e trazemos soluções econômicas para a indústria."

Foodmate é uma empresa de fabricação de equipamentos com sede na Holanda. Fundada em 2006, nós nos concentramos principalmente no processamento de aves, e recentemente lançamos o Foodmate US, expandindo nossa distribuição mundial para a América do Norte. Impulsionado pela pesquisa, emparelhado com conhecimento incomparável e décadas de experiência, é nossa missão de inovar, automatizar e trazer soluções de baixo custo para a indústria.

Nossa linha de produtos abrange uma grande variedade de equipamentos de processamento projetados para a manipulação de aves, abatedouro e desengorduramento, evisceração, refrigeração, pesagem, sistemas de corte, desossagem e muito mais. Além da manufatura, nós fornecemos uma variedade extensiva das peças sobresselentes e do serviço para o outro equipamento processando e máquinas recondicionadas. Além de apoiar a indústria, Foodmate também fornece equipamentos que podem ser usados ​​em arruelas industriais, incluindo arruelas crate, arruelas de paletes e lavadoras de tambor / recipiente.

Nossa equipe representa décadas de conhecimento da indústria e experiência resultando na engenharia, desenvolvimento e implementação de novos projetos para nossos clientes e suas necessidades em constante mudança.

"Estamos saindo de outra feira já consagrada em São Paulo e apostando no trabalho da Maria Antônia e sua equipe. Esperamos que seja o sucesso prometido."
Antonino Mascarenhas

A Empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

• Dark Meat

• White Meat Cut-Up

• Flex Cut-Up Fixa KFC

Produtos em destaque:

• Desossadora de Perna OPTI 

Informações:

Nome da Empresa: Foodmate Brasil Ltda.
CNPJ: 23.817.061/0001-41
End.: Av. Albino José Barbosa de Oliveira, 918 - Sala 11 - 13084-008 - Campinas - SP
Fones: 19-3308 7768 / 19-98174-4408
Contato: Antonino Mascarenhas
E-mail: antonino.m@foodmate.br.com
Site: www.foodmate.nl


Postado em 01 de Março de 2017 às 09h13

Continuação da entrevista sobre tendências do consumo mundial de carnes

Notícias do Setor (195)

A edição impressa da revista CarneTec do primeiro trimestre traz, na seção Análise Regional, a continuação da entrevista com a engenheira de alimentos Sandra Mian, uma das maiores especialistas da atualidade no quesito ‘tendências’. A primeira parte da entrevista foi divulgada em janeiro neste portal. A segunda parte segue abaixo:

O futuro do mercado sob uma ótica especial


A presença da mulher no setor da carne é cada vez maior. Há inúmeros exemplos de mulheres que conquistaram seu espaço nesse segmento, ajudando a definir os rumos da indústria frigorífica. Um desses exemplos é o da consultora Sandra Mian, engenheira de alimentos formada pela Unicamp, com contribuição nas áreas de pesquisa sobre tendências em alimentos, desenvolvimento de produtos, entre outras competências. A seguir, conheça algumas das opiniões de Sandra, em uma entrevista recheada de informações estratégicas para indústrias de todos os portes.

CarneTec: Como você vê a participação da mulher em um setor como o da carne?

Sandra Mian: Eu vejo de forma muito positiva, evidentemente. Mas vejo também que infelizmente as mulheres ainda não conseguiram conquistar todo o espaço a que têm direito, sobretudo para conseguirmos atingir as posições mais altas na direção das empresas.

Uma indústria como a de carnes é em geral vista como “pesada”, “dura”, “não é lugar pra mulher”, etc. Ou seja, coloca-se a questão de gênero antes da questão de capacidade física (no caso das linhas de produção, abate, criação, etc) ou profissional. E isso acaba desestimulando as mulheres a buscarem essas empresas como local de trabalho.

Entretanto, acho que todos podem ganhar com a presença de mulheres em todas as áreas de todas as empresas. Temos a mesma capacidade profissional, sem dúvida, mas temos uma visão muitas vezes diferente da resolução de um problema ou de como criar uma estratégia. E esse fato em geral é uma vantagem para toda a equipe, já que quanto mais visões distintas melhor poderá ser a solução encontrada para os problemas. E isso em todas as áreas da empresa!

Cada mulher que se destaca no setor de carnes é um exemplo para as demais e também para os empresários e pessoal de recursos humanos. Um exemplo: a doutora Ana Lúcia da Silva Corrêa Lemos, diretora do Centro de Tecnologia de Carnes (CTC/Ital), de Campinas (SP). Eu tenho um imenso respeito pela Ana Lúcia e pelo trabalho que ela realiza diariamente no Ital junto a empresas do setor de carnes, desde as pequenas empresas familiares até as gigantes do setor. Ela tem mostrado durante todos esses anos de dedicação e profissionalismo impecáveis que o trabalho junto à indústria de carnes não representa nenhum problema para as mulheres; ao contrário! Exemplos como o da doutora Ana Lúcia nos abrem imensas oportunidades e é neles que temos que nos espelhar.

Você é apaixonada pelos produtos cárneos. Como começou essa paixão?

Na verdade, eu sou apaixonada por comida. E carne é comida, mas não qualquer comida. Eu sempre senti isso intuitivamente quando era pequena, mas só fui entender realmente como esse processo de valorização da carne e seus derivados acontece após ter estudado antropologia, sociologia e história social.

Sou neta de italianos e espanhóis, meu sangue é 75% italiano e 25% espanhol. Meus avós, como tantos outros, eram imigrantes que fugiram dos problemas da Europa e buscavam nas Américas um futuro melhor. A vida deles não era fácil na Europa e tampouco foi fácil quando chegaram ao Brasil. A carne e os produtos cárneos eram considerados produtos de luxo, verdadeiros identificadores de classe social. Comer carne era índice de riqueza ou de dias festivos. Além disso, aqueles europeus que imigraram ao Brasil conheciam períodos de grandes privações.

A história da Europa está ligada intimamente à história da alimentação e da fome. Aquelas pessoas, entre elas meus avós, tinham um respeito quase religioso pela comida em geral. E dentre as “comidas”, a carne estava no topo da hierarquia. Nada era desperdiçado, cada corte ou víscera era tratado com o respeito, carinho e técnicas que um chef daria a um foie gras!

Minha grande mestra na área da alimentação foi minha avó paterna, a Nonna Assumpta. Uma mulher fortíssima, viúva aos 42 anos, que criou seus filhos praticamente sozinha. E ajudou a criar os netos. Muito do que eu sou como pessoa e como profissional eu devo a ela. Eu hoje compreendo que minha Nonna já era adepta de movimentos como o Slow Food muito antes do Carlo Petrinni ter dado um nome e uma forma a essa filosofia de vida. Com a Nonna eu aprendi os princípios básicos da ISO: fazer bem desde o primeiro instante para não ter que voltar e corrigir. Aprendi com ela os pontos-chaves do HACCP. E, sobretudo, o imenso respeito pela comida, por cada ingrediente.

Vi a Nonna fazendo linguiças, derretendo toucinho para fazer banha, conservando carne na banha, fazendo chouriço de sangue e “codeguin”, um tipo de linguiça feita basicamente com pele e restos mínimos de carne suína. Infelizmente muitos desses produtos artesanais foram quase esquecidos no Brasil.

Absolutamente nada era desperdiçado. E o cuidado para que aquelas partes dos animais consideradas “inferiores” subissem de categoria era espantoso. Tripas se transformavam numa iguaria dos deuses. Pezinhos de porco eram os mais disputados no feijão cozido.

Hoje, vejo que todos aqueles gestos do cotidiano, liderados pela mulher forte da família, a Nonna Assumpta, forjaram minha visão também para a indústria de alimentos. E como ela estava certa! A cada artigo que eu escrevo sobre carnes e produtos cárneos aquelas imagens voltam e hoje posso associá-las com tudo o que tenho estudado sobre história, sociologia e antropologia, com o que há de mais recente acerca de tendências e dos movimentos em torno da alimentação, como o Food Movement Rising dos EUA e Canadá e o Slow Food na Europa (e hoje tomando o mundo).

Segundo os dados da FAO–ONU, cerca de um terço dos alimentos produzidos são simplesmente perdidos durante toda a cadeia alimentar, do campo até a mesa do consumidor. Do ponto de vista da indústria, esse desperdício é dinheiro indo pelo ralo. Ao invés de pagar para “se livrar de partes indesejáveis dos animais”, a indústria poderia transformar estas partes em obras de arte. Agregar valor... como fazia a Nonna! Como ainda fazem os italianos e franceses e que está sendo copiado com sucesso por inúmeras pequenas empresas mundo afora.

Essa tua questão acabou me fazendo pensar realmente de onde vem essa minha paixão pelos produtos cárneos, esse respeito pela matéria-prima. E acho que também foi essa minha história de vida a responsável pela frase que eu vivo repetindo quando falo ou escrevo para os profissionais da indústria de carnes: NÃO EXISTE CARNE DE SEGUNDA!

Fonte: Carnetec


Postado em 01 de Março de 2017 às 09h05

Embarques de carne de frango do PR apresentam alta de 18% no início do ano

Notícias do Setor (195)

Segundo o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), a demanda internacional pela carne de frango do estado começou aquecida em 2017.

Em janeiro, 132,89 mil toneladas da proteína foram embarcadas no Paraná, número 18,2% superior se comparado ao primeiro mês do ano passado, quando 112,38 mil toneladas foram exportadas.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

As indústrias avícolas do Paraná abastecem mais de 160 países, respondendo por cerca de 35% das exportações de carne de frango do país.

De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, o ano é de otimismo. “Em 2016, mesmo diante de dificuldades, o nosso índice de exportação cresceu 4,7% no acumulado. A expectativa é que para 2017 seja possível melhorar”, afirmou em nota.

A produção também segue ritmo de crescimento no estado. No primeiro mês do ano, 151,79 milhões de cabeças de frango foram abatidas ante 142,17 milhões em janeiro de 2016. O que mostra uma alta de 6,7%, de acordo com dados do sindicato.

Em entrevista à CarneTec no fim de 2016, Martins disse que a previsão de crescimento da produção é conservadora. Estimativa do Sindiavipar aponta para uma alta entre 4% e 6% em 2017.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Fevereiro de 2017 às 09h16

EMPRESÁRIO FATURA R$ 15 MILHÕES FAZENDO GELO

Notícias do Setor (195)

A MAC Total Ice fabrica máquinas de gelo por R$ 175 mil para o Brasil e outros países

A MAC Total Ice nasceu da união dos conhecimentos técnicos de um pai e do espírito empreendedor do filho. Há mais de 30 anos, o Seu Antonio Carlos de Luca produzia máquinas de gelo de forma artesanal. Em 2010, Alexandre de Luca, o filho, largou a faculdade de engenharia e resolveu pegar o know-how da família e transformar em uma fábrica, na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo. “Criamos um negócio com cara de indústria mesmo”, afirma Alexandre, 28 anos.

A ideia de produzir as máquinas de gelo surgiu pela grande procura pelo produto. Locais como padarias, hotéis, abatedouros de aves e restaurantes consomem dezenas de quilogramas de gelo diariamente, segundo Alexandre. E ele detalhou sobre setores mais inusitados que utilizam o produto. “Na construção civil, o pessoal precisa de centenas de quilos só para manter a água dos trabalhadores gelada. É lei”, explica.

Hoje, a MAC Total Ice constrói em torno de 60 máquinas por ano e possui uma equipe de 60 funcionários. Cada máquina custa, em média, R$ 175 mil e é capaz de produzir mais de uma tonelada de gelo por dia. A máquina é de fácil manuseio e instalação. O empreendedor precisa somente de energia e água para começar a utilizar o produto.

A empresa oferece duas opções de máquina: uma para gelo em escama, outra para gelo em cubo. Cada uma atende diferentes mercados e eles fornecem orientação para o empreendedor escolher a máquina mais adequada. Clientes com maiores demandas podem encomendar máquinas maiores por até R$ 500 mil.

Em 2016, a empresa teve faturamento de R$ 15 milhões e pretende crescer 30% neste ano. A ideia é ampliar a presença em mercados internacionais. “Hoje, estamos presentes no Brasil, América Latina e África”, disse o CEO.

Para começar o negócio, Alexandre contou com um amigo da família que comprou a primeira máquina por R$ 100 mil. Com esse capital, a empresa pode começar a funcionar no interior de São Paulo. “Meu pai vivia dizendo que eu estava louco, e ainda diz. Afinal, eu fui pra Indaiatuba sem nada. Zero. Construímos o negócios com suor e até um pouco de sangue”, completa Alexandre.

Fonte: globo.com


Postado em 16 de Fevereiro de 2017 às 18h05

Abate de vacas aumenta e pode atingir pico em fevereiro

Notícias do Setor (195)

O abate de vacas aumentou em fevereiro como consequência dos preços mais competitivos e maior oferta de fêmeas em relação aos machos, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que prevê que o abate de fêmeas alcance o pico neste mês.

“A maior participação das fêmeas no abate total ocorre geralmente em anos de queda no preço do bezerro e da arroba, cenário que vem sendo verificado neste início de 2017”, informou o Cepea em nota divulgada na quarta-feira (15).

O indicador Esalq/Bovespa para o preço do bezerro nelore de 8 a 12 meses em Mato Grosso do Sul acumula queda de 15,3% na parcial deste mês em relação à média do mesmo período do ano passado. Já o indicador do boi gordo no estado de São Paulo cai 10,3%, segundo o Cepea.

O aumento do abate também é justificado pelo fim do período reprodutivo, em que os pecuaristas conseguem identificar quais fêmeas terão bezerros e destinam as que não confirmaram prenhez para o abate, como forma de liberar áreas de pastagem.

Segundo os pesquisadores do Cepea, o maior abate de fêmeas neste momento poderá reduzir a oferta de bezerros a partir de 2018, com consequente diminuição na oferta de boi gordo para abate no ano seguinte e diminuição da oferta de carne no atacado.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec


Postado em 15 de Fevereiro de 2017 às 11h12

Beef Week MT celebra carne bovina com participação de restaurantes de Cuiabá e Chapada dos Guimarães

Notícias do Setor (195)

Entre os dias 7 e 12 de março, 14 restaurantes de Cuiabá e dois do município vizinho Chapada dos Guimarães participarão da Beef Week Mato Grosso, uma experiência gastronômica para que as pessoas conheçam e reconheçam como a pecuária é estruturada, sustentável e investe em tecnologia e qualidade.

A Beef Week é promovida pelo Terraviva Eventos, em conjunto com a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes/MT (Abrasel) e da Cervejaria Louvada.

Participam da Beef Week MT os restaurantes Mahalo, Varadero, Seu Majó, Rock Burguer, Meats Grill, Cozinha dos Fundos, Getúlio Grill, Campo D’Ourique, Dom Sebastião, Jimmy Burguer, Acácia, Grand Toro, Flor Negra e Espetaria Celeiro, em Cuiabá, além do Pomodori Trattoria e Atmã, na Chapada.

Todos terão em seu cardápio pratos especiais, com preço de até R$ 50, à base de carne bovina e ações de comunicação para ajudar a aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade e origem da carne brasileira.

A iniciativa faz parte da programação da InterCorte, que ocorre em Cuiabá nos dias 8 e 9 de março, e que reunirá profissionais da cadeia produtiva da carne em palestras e em uma feira tecnológica do segmento.

“Mato Grosso possui o maior rebanho do Brasil, garantindo ao país o segundo lugar mundial na produção de carne da melhor qualidade. Esses dois grandes eventos – Intercorte e BeefWeek – fomentam o acesso à informação e às novas tecnologias, bem como o incentivo ao consumo de carne bovina, prioridades da Acrimat”, disse o presidente da associação dos criadores, Marco Tulio Duarte Soares, em nota.

Para César Oliveira, do Restaurante Pomodori Trattoria, a inserção da Chapada no roteiro da Beef Week foi “uma brilhante ideia da organização, já que a InterCorte recebe pessoas de diversos lugares do Brasil e podem conhecer esse importante destino turístico”.

“Vale muito a pena, tanto para o consumidor como para o restaurante. Foi muito boa a nossa participação na primeira edição no ano passado. Gostamos da ideia e queremos oferecer algo melhor ainda este ano”, afirmou Wagner Barbosa, do Getúlio Grill, de Cuiabá.

Entre as atrações da Beef Week, está a “Costola da Nona”, da Pomodori Trattoria, um prato composto por costela bovina cozida em baixa temperatura, farofinha de alho, banana da terra frita, arroz branco e ovo frito com gema mole. Já o Getúlio Grill apresentará como opção o Prime Rib com arroz biro biro e galet de batatas.

A Beef Week faz parte do movimento #SomosdaCarne, que nasceu para valorizar as iniciativas da cadeia produtiva.

Mais informações: www.beefweekbrasil.com.br

Fonte: Carnetec


Postado em 15 de Fevereiro de 2017 às 11h09

Custos de produção de aves e suínos fecham 2016 em alta

Notícias do Setor (195)

Os custos de produção de aves e suínos apresentaram quedas no mês de dezembro, em relação a novembro, mas ainda fecharam 2016 em alta, refletindo o aumento nos preços de grãos usados para nutrição animal, segundo dados contabilizados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa.

O índice que mede o custo de produção dos suínos (ICPSuíno) teve queda de 1,58% no último mês do ano passado, para 219,68 pontos, afetado principalmente por uma queda de 1,61% no custo de nutrição.

No acumulado do ano, houve alta de 8,47% no custo de produção de suínos, quando os custos de nutrição subiram 8,36%. Os custos de nutrição representam quase 80% da composição do índice de custos de produção calculado pela Embrapa.

Já o custo de produção de frangos medido pelo ICPFrango caiu 0,53% em dezembro, para 209,70 pontos. No ano, o índice subiu 5,44%, também influenciado pelo crescimento nos custos de nutrição, que foi de 5,87% no período.

Se as previsões para as safras de milho e soja do Brasil neste ano se confirmarem, a tendência é de que os custos de produção de aves e suínos caiam em 2017.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a safra de grãos no Brasil alcançará recorde histórico neste ano, com produção de 87,4 milhões de toneladas de milho esperada para o ano. Para a soja, a Conab espera aumento de 10,6% na produção, para 105,6 milhões de toneladas.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec