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Postado em 27 de Janeiro às 10h12

Pescado está entre os itens do agronegócio mais importados pelo Brasil em 2016

Notícias do Setor (99)

O Brasil continua a ser um excelente cliente para os exportadores de pescado mundo afora. Embora os dados do sistema AgroStat (Mapa) compilados pela Seafood Brasil mostrem uma leve diminuição na receita com compras no exterior em 2016 ante o ano anterior (-2%), o volume cresceu 7%.

O déficit na balança comercial segue enorme diante do nosso potencial produtivo (US$ 920 milhões no ano passado), mas teve um pequeno alívio (5%) motivado por um aumento nas exportações de 7% em receita e 14% em volume.

Com isso, dentro do tradicionalmente exportador agronegócio brasileiro, o pescado é o quarto item mais importado pelo País, com 8,49% de participação na receita. No total, o Brasil importa US$ 13,6 bilhões em produtos agropecuários.

Os peixes, crustáceos e moluscos só perdem para cereais (22,99%), produtos florestais (10,75%) e hortícolas (9,94%). O setor está acima de produtos oleaginosos (6,04%) e frutas (5,40%), por exemplo.

Pará lidera exportações

As exportações mostraram uma reação razoável no ano passado e a expansão em volume evidencia que o desempenho não se deve tanto à oscilação cambial. O Pará é o líder do ranking nacional de Estados exportadores de pescado, com sua oferta de pescado selvagem apreciada na Europa.

O Estado nortista vendeu 11% mais em 2016, totalizando 7 mil toneladas e US$ 55,8 milhões. O camarão e lagosta cearenses vêm na sequência do ranking, seguidos pela oferta selvagem de Santa Catarina. Mas o Rio Grande do Sul é que foi responsável pelo maior volume (10,8 mil toneladas).

Veja o desempenho dos demais Estados na exportação de pescado em 2016:

Fonte: Seafoodbrasil


Postado em 26 de Janeiro às 10h22

Três municípios da região de Sorocaba se destacam no setor avícola

Notícias do Setor (99)

Capela do Alto, Porto Feliz e Araçoiaba da Serra são as cidades que lideram a avicultura entre 15 municípios da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), segundo o levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a pecuária municipal nos anos de 2014 e 2015. Segundo os dados do IBGE, os três municípios da RMS criaram no total 6.398.281 aves para a produção de frango de corte em 2015. Capela do Alto foi a cidade da RMS que teve a maior produção no período, sendo responsável pela criação de 4.575.018 em 2015 e 4.968.000 em 2014. Segundo a Prefeitura de Capela, a avicultura é responsável por cerca de 20% da economia do município, que é predominantemente agrícola. Na soma total, a criação de galináceos nos 15 municípios da RMS chegou a 8.146.132 cabeças em 2015. Os dados de 2016 ainda não foram divulgados pelo IBGE.

De acordo com o IBGE, além da avicultura, Capela do Alto também se destaca na suinocultura, porém com uma produção menor. No total, o município criou 24.800 cabeças em 2015 contra 32.657 em 2014, o que representou uma queda de 24,06%. Segundo o vice-prefeito de Capela, Henrique Daniel Lima, a principal causa para a queda na criação de aves e de porcos na cidade foi o custo de produção. "No caso da avicultura são em média cerca de 30 pequenos produtores que criam aves em sistema integrado, onde a produção é destinada para grandes empresas da região, como Itapetininga e Boituva."

Já Porto Feliz, segunda maior cidade da RMS na criação de aves, a produção total de galináceos teve aumento de 3,77% entre 2014 e 2015. De acordo com os dados do IBGE, a criação de galináceos no município passou de 1.340.618 cabeças para 1.391.263. Além da avicultura, Porto Feliz ainda se destaca na pecuária com a criação de bovinos. No mesmo período, o município criou 23.590 cabeças em 2014 e 23.600 em 2015.

E Araçoiaba da Serra aparece em terceiro lugar no levantamento do IBGE sobre a criação total de galináceos no município. Foram 532.278 cabeças em 2014 contra 432.000 em 2015, o que representou uma queda de 18,84%. Já a produção de bovinos na cidade teve um pequeno aumento no mesmo período e passou de 10.567 para 10.899.

Os municípios da RMS considerados pelo levantamento do IBGE foram: Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Ibiúna, Iperó, Itu, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sarapuí e Sorocaba.

Avicultura vive altos e baixos na RMS
Das 15 cidades da RMS apontadas no levantamento sobre pecuária municipal do IBGE, oito tiveram aumento na criação de aves, seis tiveram queda e apenas uma manteve o mesmo total, entre 2014 e 2015. No período analisado, o destaque foi para Ibiúna, que aumentou o número de cabeças de aves em quase 3.000%, passando de 1.045 para 30.000.

Em segundo lugar, a avicultura também cresceu em São Miguel Arcanjo no mesmo período. Segundo os dados da pesquisa, a criação de galináceos na cidade passou de 85.730 em 2014 para 125.752, o que representa um aumento de 46,68%. E em terceiro aparece Sarapuí no aumento na criação de aves no mesmo período: 19,67%. De acordo com os dados, enquanto em 2014 o número de cabeças foi de 140.300 galináceos, o total passou para 167.900 no ano seguinte.

Já os municípios de Mairinque (19,16%), Pilar do Sul (12,88%), Salto de Pirapora (4,02%), Porto Feliz (3,77%) e São Roque (2,45%) tiveram aumentos menores na criação de aves de 2014 para 2015.
E os municípios que apresentaram queda na criação de aves no mesmo período foram Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Iperó, Itu, Salto e Sorocaba. A cidade de Piedade foi a única que manteve os mesmos números entre 2014 e 2015 (8 mil cabeças).

Para o presidente do Sindicato Rural de Sorocaba, Luiz Antonio Marcello, a cidade tem pouca representatividade na área da pecuária sobretudo porque a zona rural do município é de no máximo 14% atualmente. Segundo ele, a criação de bovinos, por exemplo exige grandes áreas, mas a produção de aves pode ser feita em espaços menores. "Além disso, outra questão é o valor das áreas rurais na cidade que são altos, o que desestimula ainda mais o investimento na pecuária local", afirma.

Fonte: IBGE


Postado em 26 de Janeiro às 10h17

Aurora é a segunda entre as empresas mais amadas do Brasil

Notícias do Setor (99)

A Cooperativa Central Aurora Alimentos é a segunda empresa mais amada do Brasil, segundo o site de carreira Love Mondays. A Aurora anunciou o feito no último dia 18 por meio de nota à imprensa. A partir das opiniões de empregados e ex-empregados das empresas, o site divulgou um ranking com as 50 companhias que têm os funcionários mais felizes e satisfeitos no país.

O site Love Mondays funciona como uma plataforma utilizada por profissionais para escolha de locais onde querem trabalhar. Para a elaboração do ranking foram consideradas as empresas com mais de 50 avaliações publicadas.

Além da nota geral, também é possível verificar satisfação em relação a remuneração, benefícios, oportunidades de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida.

Há ainda a porcentagem de colaboradores que recomendariam a Aurora a um amigo ou colega de profissão.
Segunda colocada nesse ranking nacional, a Aurora apresentou elevados índices de satisfação geral dos colaboradores (4,382 para um limite máximo de 5,0). Quase a totalidade (mais de 95%) dos colaboradores recomenda a empresa para amigos.

O vice-presidente Neivor Canton disse que o resultado anunciado pelo site Love Mondays confirma que a organização está no caminho certo em termos de gestão de seus recursos humanos.
O gerente de gestão de pessoas Nelson Paulo Rossi lembrou que a Aurora foi eleita por seus empregados em 2014 como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, em pesquisa da revista Você S/A. Em 2016, a Aurora ficou na sexta posição do ranking da Love Mondays.

“Para conseguir um lugar na seleta lista das melhores é preciso vencer etapas que foram sendo trabalhadas ao longo dos anos. A etapa mais importante é ser avaliado pelos principais interessados, os empregados”, disse Rossi.

Com mais de 26 mil trabalhadores, a Aurora obteve a distinção em face do equilíbrio nas áreas de remuneração e benefícios, oportunidades de crescimento interno, preocupação com a qualidade de vida de todos que trabalham na empresa e manutenção da cultura cooperativista como um dos seus alicerces.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Janeiro às 15h22

Frigorífico Better Beef comemora conquista de prêmio em Segurança e Saúde do Trabalhador

Notícias do Setor (99)

Com um case sobre contenção em caso de vazamento de gás amônia, o frigorífico Better Beef, de Rancharia (SP), conquistou recentemente o primeiro lugar no Prêmio DuPont™ de Segurança e Saúde do Trabalhador 2016 na categoria Proteção Química, à frente da segunda colocada Toyota do Brasil e da terceira Usina Alto Alegre. Em nota à CarneTec, o Better Beef anunciou a conquista e parabenizou sua equipe responsável pelo setor, em especial a Fernando Marques Rosalvo, técnico em Segurança do Trabalho.

“O nosso técnico Fernando Rosalvo elaborou um projeto (case) visando à melhoria da segurança na categoria Proteção Química, e inscreveu o Frigorífico Better Beef. O case relata a implantação do Macacão Nível “A” Tychem TK DuPont™ na contenção em caso de vazamento de gás amônia NHO3 (gás muito tóxico que, se inalado e/ou ingerido, causa grande irritação e pode levar à morte), utilizado para resfriamento no frigorífico. E nos rendeu um honroso primeiro lugar na categoria Proteção Química”, disse a empresa na nota.

Criado em 2010, o prêmio é conferido anualmente aos projetos que ocasionaram melhorias nas condições do meio ambiente do trabalho, reconhecendo empresas de todo o país que tenham desenvolvido projetos com produtos ou serviços da DuPont™. Além da Proteção Química, as outras categorias do prêmio são: Segurança e Saúde do Trabalhador (SST), Proteção Térmica, Corte e Abrasão e Projeto Estudante. A premiação é organizada pela multinacional americana em parceria com as revistas CIPA e Proteção.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Janeiro às 15h18

Exportações brasileiras de carne suína encerram 2016 com alta de 32% em volume

Notícias do Setor (99)

Confirmando o bom ano vivido pela suinocultura do Brasil no mercado internacional, as exportações do setor (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 732,9 mil toneladas em 2016, volume que supera em 32% as 555,1 mil toneladas embarcadas em 2015.

Com o forte desempenho dos embarques, a receita acumulada nos 12 meses de 2016 alcançou US$ 1,483 bilhão, saldo 16% maior em relação ao obtido no ano anterior, de US$ 1,279 bilhão. Os dados foram divulgados na terça-feira (17) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com nota em seu site.

“O excelente resultado das exportações ajudou a diminuir os efeitos da retração do consumo interno, impactado pela crise econômica brasileira. Neste contexto, foi altamente positivo o crescimento da participação de Hong Kong, da China e de países da América do Sul no total exportado, diminuindo a dependência sobre as vendas para a Rússia”, ressaltou Francisco Turra, presidente executivo da ABPA.

Considerando apenas o mês de dezembro, as vendas do setor alcançaram 50,9 mil toneladas, 9,8% acima das 46,3 mil toneladas registradas no último mês de 2015. Em receita, as elevações chegaram a 32,7%, com US$ 108,6 milhões – contra US$ 81,9 milhões de dezembro de 2015.

Principal destino das exportações brasileiras (com 33% do total), a Rússia importou nos 12 meses do ano passado 245,1 mil toneladas de carne suína, número 1% superior ao desempenho de 2015. Hong Kong, em segundo lugar (22,7% do total) foi destino de 164,2 mil toneladas, volume 33% superior segundo o mesmo período comparativo. Já para a China foram embarcadas 87,8 mil toneladas (12,1% do total), número 1.582% maior que o efetivado no ano anterior.

Outros mercados também se destacaram nas vendas do ano, como Cingapura, com 32,6 mil toneladas (+16% em relação a 2015), Uruguai, com 29,4 mil toneladas (+30%), Argentina, com 25,2 mil toneladas (+132%) e Chile, com 23,1 mil toneladas (+180%).

“Para 2017 temos boas expectativas quanto à continuidade do bom fluxo de vendas para o Leste Europeu, Ásia e determinados mercados da América do Sul. Ao mesmo tempo, é esperada para este ano a viabilização das vendas para a Coreia do Sul, cuja abertura de mercado está em fase final”, analisou Ricardo Santin, vice-presidente de Mercados da ABPA.

Fonte: Carnetec
 


Postado em 18 de Janeiro às 09h17

Indústria do frango movimenta bilhões na economia brasileira

Notícias do Setor (99)

Cadeia produtiva gera 3,5 milhões de empregos no Brasil. Produto é a carne mais presente no prato dos brasileiros.

A indústria do frango movimenta a economia brasileira e as granjas chegam a faturar R$ 50 bilhões por ano com a produção no país. É a carne mais presente nos pratos dos brasileiros e, ao todo, 158 países consomem o frango produzido no Brasil. Em 2015, a indústria do frango movimentou US$ 6 bilhões em exportações.

Além disso, a produção de carne de frango movimenta outras áreas do agronegócio como a produção de milho e soja, que são usados para alimentação dos animais nas granjas. Essa cadeia produtiva gera 3,5 milhões de emprego no Brasil.

Fonte: g1.globo.com


Postado em 17 de Janeiro às 09h55

BTA ADITIVOS vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT

Expomeat 2017   Com mais de 10 anos de experiência no fornecimento e produção de aditivos e saneantes para indústria alimentícia, a BTA possui infraestrutura de uma fábrica localizada em...

 

Com mais de 10 anos de experiência no fornecimento e produção de aditivos e saneantes para indústria alimentícia, a BTA possui infraestrutura de uma fábrica localizada em Xanxerê (SC), filial em Guaramirim (SC) e dois escritórios comerciais, um em Jaraguá do Sul (SC) e outro em Reus, ao sul da cidade de Barcelona, na Espanha. É uma empresa brasileira com atividades em toda a América do Sul.

A empresa está na vanguarda da inovação tecnológica, além do desenvolvimento de moléculas químicas, introduz tecnologias limpas ao seu processo de fabricação. Isso possibilita uma efetivação dos seus produtos por meio de uma reorganização ordenada dos compostos químicos utilizados. Por isso, seus produtos e serviços associados são reconhecidos por sua alta performance.

Para tanto, a BTA dispõe de uma equipe altamente qualificada que atua de forma integrada e participativa, assessorando do começo ao fim os projetos de seus clientes, tudo para que o seu resultado venha sempre em primeiro lugar.

A empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

Aditivos Nutricionais para rações e farinhas e óleos de origem animal:
• Linha Saltech
• Linha Salmokill
• Linha Hydrofeed
• Linha BT - OX

Saneantes:
• Linha Dynamic
• Linha Enziprime

Potabilizadores de Água:
• Linha Hydro-Pol
• Linha Acqua Prime
• Linha Vita

Mais informações da empresa no site www.btaaditivos.com.br


Postado em 12 de Janeiro às 09h10

Crise de escassez de milho não se repetirá em 2017

Notícias do Setor (99)

Milho suficiente e a preços compatíveis para agroindústrias da carne e para os produtores rurais garante tranquilidade ao agronegócio de SC em 2017

O mercado agrícola catarinense não viverá, neste ano, o drama da escassez acentuada de milho e o encarecimento da produção de carnes que, em 2016, derrubou a rentabilidade das indústrias de processamento de aves e de suínos. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, assinala que o Brasil colherá cerca de 90 milhões de toneladas do grão (30 milhões na safra e 60 milhões na safrinha) para um consumo interno de 55 milhões de toneladas.

Na safra 2015/2016, vários fatores contribuíram para o aumento acelerado do preço do milho no Brasil: quebra na produção superior a 10% desencadeada por fatores climáticos (fenômeno El Niño) e o crescimento da exportação. A saca de 60 kg chegou a registrar 65% de aumento.

Um terceiro fator foi a migração para a soja, um produto com grande liquidez no mercado de commodities, menor custo de produção e melhor remuneração final aos agricultores. Enquanto a saca de milho valia entre 35 e 40 reais, a de soja valia 70 reais. Além disso, 40% do milho que SC produz se destinam a silagem, portanto, não sai da propriedade e é utilizado na nutrição animal do gado leiteiro.

Neste ano, o mercado mundial encontra-se com grandes estoques em face da excelente safra norteamericana de 380 milhões de toneladas. O chamado “estoque de passagem” no fim de ano - 210 milhões de toneladas – foi um dos maiores da história.

“Com tanto milho no mundo, as exportações brasileiras serão menores”, prevê Pedrozo. “Portanto, teremos milho farto e a preços acessíveis no mercado doméstico”.

O dirigente, entretanto, alerta que se por um lado as agroindústrias da carne não serão atormentadas pela falta de milho, por outro lado, é necessário assegurar preços que remunerem adequadamente o produtor. Se isso não ocorrer, a gangorra da alternância entre escassez e alta oferta se repetirá. O preço atual (R$ 32,00) ainda é compensador.

O problema é histórico: em 2005, 106 mil produtores rurais catarinenses cultivavam 800 mil hectares com milho e colhiam entre 3,8 e 4 milhões de toneladas. Nesses dez anos, a área plantada foi se reduzindo paulatinamente. Em 2015/2016, foram cultivados 372 mil hectares de lavouras para uma produção estimada em 2,7 milhões de toneladas. Por isso, Santa Catarina é o Estado brasileiro que mais importa milho - entre 3 milhões e 3,5 milhões de toneladas/ano.

O milho é um dos principais insumos para o funcionamento da gigantesca cadeia produtiva da avicultura e da suinocultura que sustenta o mais avançado parque agroindustrial do Brasil. Essa fabulosa estrutura gera uma riqueza econômica de mais de 1 bilhão de aves e 12 milhões de suínos por ano, sustenta mais de 150 mil empregos diretos e indiretos e gera bilhões de reais em movimento econômico.

Fonte: Marcos Bedin - MB Comunicação


Postado em 10 de Janeiro às 16h32

Nota de repúdio: Quem denigre a imagem do agronegócio não conhece sua importância

Notícias do Setor (99)

“Quem denigre a imagem do agronegócio não conhece sua importância para a produção de alimentos”. Com esta frase, a Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMRA) inicia sua nota de repúdio contra trecho do samba-enredo deste ano de uma escola de samba do Rio de Janeiro. No texto, enviado na segunda-feira (9) à imprensa e divulgado no site da entidade, a ABMRA revela mais detalhes e expõe os argumentos e números em defesa do agronegócio:

“A Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMRA), entidade de comunicação do agronegócio, repudia a forma como a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense apresentará o seu enredo ‘Xingu, o Clamor da Floresta’ no carnaval carioca deste ano. O samba-enredo exalta o povo xingu mas critica o agronegócio. Além disso, prevê a apresentação de uma ala chamada ‘Fazendeiros e seus Agrotóxicos’. Essa iniciativa denigre a imagem do setor produtivo agropecuário, já que generaliza de forma depreciativa um segmento tão importante para a economia do país.

Não se está com esta nota de repúdio diminuindo a importância de questões indígenas, que devem ser no sentido de preservar suas reservas, sua história e suas tradições. No entanto, não se pode culpar o setor agro e, de forma generalizada, como pretende a escola de samba, mostrando ainda essa distorção para o mundo todo.

A agricultura ocupa apenas 7,5% da área do Brasil, onde produz mais de 200 milhões de toneladas de alimentos. Quando se considera o uso por área e por cultura, o volume de agroquímicos consumidos, que são os “remédios para as plantas”, é consideravelmente baixo para um país de clima tropical. Além disso, sem os agroquímicos, a produção de alimentos no Brasil cairia para a metade.

Vale destacar também que o Brasil é, entre os países de maior importância agrícola, aquele que mais preserva suas matas originais. As matas nativas representam 65% do território brasileiro, ou mais de 500 milhões de hectares. Por sua vez, as reservas indígenas representam mais de 11,6% ou quase 100 milhões de hectares.

Dessa forma, como uma associação que busca a valorização do agro brasileiro, a ABMRA coloca-se de forma veemente contrária às inverdades e generalizações trazidas pela referida escola de samba e se põe à disposição para o esclarecimento e o debate de temas relevantes sobre o agronegócio, o mais importante setor econômico do país.”

Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMRA)

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Dezembro de 2016 às 08h10

Novos frigoríficos são autorizados a exportar carnes suína e de frango para Cingapura

Notícias do Setor (99)

Por Editores de CarneTec Brasil em 22/12/2016

A Agri-Food & Veterinary Authority (AVA), autoridade sanitária de Cingapura, autorizou nesta semana quatro novas unidades frigoríficas produtoras de carne de frango e uma de carne suína do Brasil a exportar para a cidade-estado asiática.

No caso de aves, são três plantas do Paraná (duas da JBS e uma da Frangos Pioneiro) e uma de Minas Gerais (Vibra Alimentos). De suínos, a unidade recém-habilitada está localizada no Rio Grande do Sul (Cooperativa Languiru).

As novas autorizações se somam a outras 44 plantas frigoríficas de aves e 23 de suínos que já estavam habilitadas para os embarques de produtos congelados.

Cingapura está entre os dez maiores importadores de carne de frango do Brasil. Para lá, foram exportadas 89 mil toneladas entre janeiro e novembro deste ano, volume que superou em 20,68% as vendas efetivadas no mesmo período do ano passado.

Para o setor de suínos, o mercado tem peso ainda maior: é o quarto principal destino das vendas brasileiras, responsável pelos embarques de 30,1 mil toneladas do produto brasileiro entre janeiro e novembro, desempenho 19% superior ao total embarcado nos 11 primeiros meses de 2015.

“As novas plantas habilitadas deverão reforçar a presença das exportações de aves e suínos do Brasil no Sudeste Asiático, o que será primordial para incrementar os resultados dos embarques de 2017”, disse Francisco Turra, presidente executivo da ABPA.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Dezembro de 2016 às 09h39

Produção de Frangos

Notícias do Setor (99)

Por Editores de CarneTec Brasil em 19/12/2016

Para atender à contínua demanda pela carne de aves, principalmente em época de festas, o Paraná, maior produtor e exportador do Brasil, já abateu 1,61 bilhão de cabeças de frango até novembro de 2016. O valor é aproximadamente 5% superior ao mesmo período do ano passado, quando 1,53 bilhão de aves foram abatidas, apontam dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar).

Responsável por abastecer mais de 160 países, os embarques da carne de frango do Paraná também apresentaram um crescimento em torno de 5%, conforme levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Ao todo 1,43 milhão de toneladas foram exportadas pelo estado até novembro deste ano, enquanto nos 11 primeiros meses de 2015 o resultado foi de 1,35 milhão de toneladas. Com esses números, o estado responde por mais de 35% das exportações totais da carne de frango do país.

Formam o ranking dos cinco maiores importadores: Arábia Saudita, China, África do Sul, Emirados Árabes e Japão. Entre os motivos que permitem atender tantos países e culturas em todo o mundo, o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, destacou em nota a qualidade e a sanidade do frango produzido no estado. “É o nosso ponto mais forte, eu acredito. As empresas paranaenses têm muita responsabilidade em relação a esses fatores. Todo o processo produtivo passa por alto grau de controle e exigência”, afirmou.

Fonte: Carnetec
http://carnetec.com.br/Industry/News/Details/70598?allowguest=true


Postado em 03 de Novembro de 2016 às 19h42

Mundo quer mais frango! Produção deve crescer em 2017 e Brasil sai na frente

Notícias do Setor (99)

As previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) demonstram uma expansão global no consumo de carne de frango em 2017. Segundo os pesquisadores, a estimativa é de aumento de ao menos 1% na produção global.

E o Brasil, segundo a pesquisa, terá forte participação nesse crescimento. A estimativa é que haja um incremento de 3,5% na produção local. A queda na produção chinesa em cerca de 10% abrirá ainda mais espaço para os produtores brasileiros e americanos em embarques internacionais, segundo o estudo.

A pesquisa completa pode ser conferida no arquivo abaixo.

Queda da carne bovina em outubro

Já a demanda de carne bovina caiu em outubro em comparação com o mesmo período do ano passado. O mercado apresentou retração de 23,2% nas exportações, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Foram exportadas cerca de 83 mil toneladas de carne bovina in natura. O número também é 10% inferior aos envios do mês setembro.

Segundo especialistas da Scot Consultoria, mesmo com advento do final do ano, época de entrada do décimo terceiro na economia, ainda não há sinais de grande evolução no consumo de carne bovina.

Assista a análise.


Postado em 01 de Novembro de 2016 às 09h37

Maria Antônia: uma vida dedicada ao fortalecimento da indústria da carne

Notícias do Setor (99)Releases da Feira (1)

SINDICARNES APOIA EXPOMEAT

Não basta para algumas pessoas estudar, trabalhar, desenvolver uma carreira profissional, empreender. É preciso mais. A empresária e jornalista Maria Antônia Siqueira Ferreira, mãe, avó e artista plástica, é uma dessas pessoas que carregam algo a mais em sua missão na Terra: ela é uma das maiores responsáveis por aproximar as pessoas dentro do setor da carne. Por meio de suas revistas, feiras e eventos, um sem-número de relacionamentos doi estabeleciido no mercado, tecnologias foram incorporadas a indústria de todos os portes, ajudando em seu desenvolvimento, laços profissionais e também de amizade foram criados.