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Postado em 18 de Abril às 09h26

Sealed Air Food Care lança embalagem que aumenta eficiência operacional em até 40%

Notícias do Setor (181)

Em resposta à crescente demanda por embalagens mais convenientes e práticas para carne vermelha e de aves, a Sealed Air Food Care expandiu sua linha Cryovac Darfresh com a mais recente tecnologia de embalagens a vácuo tipo skin Cryovac Darfresh on Tray. Segundo a empresa, o lançamento entrega mais eficiência operacional e sustentabilidade aos processadores de alimentos e, ao mesmo tempo, contribui para o aumento das vendas e a redução do desperdício no varejo.

Produzido por meio de uma aliança estratégica junto à Mondini, a embalagem Cryovac Darfresh on Tray cria a aparência de uma segunda pele em produtos de carne e aves seladas a vácuo. Este processo pode acomodar uma ampla gama de aplicações em bandejas pré-formadas, com necessidade mínima de ajustes. Como resultado, a produção pode ser até 40% mais rápida, quando comparada a outras tecnologias de embalagem do tipo skin, chegando a 100 pacotes por minuto.

O processo de embalagem com Cryovac Darfresh on Tray elimina a ocorrência de sobras do filme tampa, oferecendo uma alternativa mais sustentável. Cada pacote é selado utilizando apenas a quantidade necessária de filme, reduzindo os custos gerados pelo desperdício de aparas. Esse processo produz um pacote compacto, que utiliza menos material do que outras opções de embalagem skin, garante a Sealed Air Food Care.

"Como processadores e varejistas enfrentam a pressão de reduzir custos, a embalagem inovadora pode servir como um diferencial que agrega valor e reduz o custo total da operação, desde a produção até o ponto de venda", explicou Alessandra Souza, líder de marketing para América Latina no segmento de Carnes Vermelhas, via comunicado.

"A nossa nova embalagem Cryovac Darfresh on Tray oferece uma inigualável combinação de frescor e apresentação aprimorada do pacote final, permitindo que os processadores e varejistas ofereçam a seus clientes a mais alta tecnologia disponível para carnes vermelhas e aves porcionadas. Além disso, o processo de produção da Cryovac Darfresh on Tray reflete nossa abordagem focada em sustentabilidade, ao entregar produtividade e eficiência industrial com um menor impacto ambiental", ressaltou.

Projetada para aumentar a vida útil do produto e reduzir o desperdício de alimentos, a embalagem Cryovac Darfresh on Tray é à prova de vazamentos, está pronta para congelar e é fácil de abrir, oferecendo aos consumidores conveniência e flexibilidade para planejar as suas refeições em longo prazo sem sacrificar o sabor ou a qualidade.

A excelente propriedade de selagem mantém a integridade do produto, segundo a empresa, impedindo o crescimento microbiano e a desidratação ou oxidação de gorduras, vitaminas e sabores durante sua vida útil.

O filme tampa de Cryovac Darfresh on Tray proporciona uma embalagem que envolve o produto com firmeza, porém delicadamente, criando um efeito de segunda pele sem distorcer sua forma. Essa característica é ótima para o trabalho de merchandising, além de possibilitar uma excelente exposição em 3D.

Para mais informações sobre Cryovac Darfresh on Tray, visite https://sealedair.com/food-care/darfresh-tray-pt.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 11h27

JBS estima alta em vendas com nova linha de pescados

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Expomeat 2017 A JBS S.A. está lançando uma linha de pescados congelados para os segmentos de varejo e food service, com a qual espera elevar em 25% o volume de vendas da marca Do Chef Friboi, anunciou a empresa na segunda-feira...

A JBS S.A. está lançando uma linha de pescados congelados para os segmentos de varejo e food service, com a qual espera elevar em 25% o volume de vendas da marca Do Chef Friboi, anunciou a empresa na segunda-feira (16).

O lançamento amplia o portfólio de produtos da maior processadora de carnes do país, que venderá os pescados em embalagens de 800 g a 1 kg, em redes varejistas, atacados e atacarejos do Brasil, custando entre R$ 15 e R$ 60.

Entre os pescados da nova linha estão filé de polaca do Alasca, cação, bacalhau, salmão do Chile e do Alasca, merluza, tilápia e pintado.

“Queremos oferecer opções acessíveis de pescados para os nossos clientes e desmistificar o consumo de peixe apenas em datas comemorativas ou especiais”, disse o diretor executivo de vendas da JBS Carnes, Ailton Firmino, via comunicado.

Executivos da JBS disseram no final de 2017 que a empresa pretendia lançar produtos de maior valor agregado para expandir margens de rentabilidade. Em janeiro, a JBS anunciou o lançamento de uma nova marca de carne bovina premium no varejo brasileiro, a 1953.

Fonte: Carnetec


 


Postado em 17 de Abril às 11h24

Santa Catarina amplia exportação de carne bovina

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Grande exportador de carne suína e de frango, Santa Catarina vem ganhando espaço também nas vendas internacionais de carne bovina. A quantidade exportada ainda é pequena, porém, o número...

Grande exportador de carne suína e de frango, Santa Catarina vem ganhando espaço também nas vendas internacionais de carne bovina. A quantidade exportada ainda é pequena, porém, o número vem crescendo ano a ano. No primeiro trimestre de 2018, já foram embarcadas 1,2 mil toneladas de carne bovina – quatro vezes mais do que no mesmo período de 2017.

Nos últimos três meses, o faturamento com as exportações do produto passou de US$ 4,1 milhões, 277,2% a mais do que no primeiro trimestre do último ano. O principal destino para a carne bovina catarinense é Hong Kong, que compra 77% do total exportado pelo estado.

O interesse do mercado internacional pelas carnes produzidas em Santa Catarina, incluindo aves e suínos, é um dos resultados da excelência sanitária do estado. O rebanho catarinense é reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. Outra característica dos bovinos de corte produzidos no estado é a presença de raças europeias, que dão origem a uma carne diferenciada, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca.

“Embora Santa Catarina ainda tenha um déficit de 50% de carne bovina para abastecer o consumo interno, pela alta qualidade da carne produzida e pelo diferencial de excelência sanitária do rebanho, temos um bom potencial para exportar para os mercados mais exigentes do mundo. Esta é uma oportunidade para gerar ainda mais riquezas na agropecuária catarinense e as exportações estão só começando”, disse em nota o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies. Em 2017, Santa Catarina produziu cerca de 135 mil toneladas de carne bovina.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 08h49

Exportação de carne bovina sobe 19% no 1º trimestre, China lidera compras

Expomeat 2017 As vendas de carne bovina brasileira para o exterior tiveram um aumento de 19% em volume e 21% em receita no primeiro trimestre, em relacão ao mesmo período do ano passado, enquanto a China segue elevando suas compras...

As vendas de carne bovina brasileira para o exterior tiveram um aumento de 19% em volume e 21% em receita no primeiro trimestre, em relacão ao mesmo período do ano passado, enquanto a China segue elevando suas compras e apesar do embargo russo, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na quinta-feira (12).

O volume de exportações de carne bovina no primeiro trimestre foi de 393,1 mil toneladas, o equivalente a US$ 1,6 bilhão em receita para as empresas exportadoras. No mesmo período do ano passado, as vendas externas de carne bovina brasileira tinham somado 331,2 mil toneladas e US$ 1,3 bilhão.

A China comprou 46,1% do volume total de carne bovina exportada pelo Brasil nos três primeiros meses do ano, equivalente a 171,4 mil toneladas, se consideradas as importações diretas pelo continente e as que entram por Hong Kong.

“Os resultados no mercado internacional hoje constituem importante válvula de escape para compensar a queda nas vendas no mercado interno, que não vem apresentando recuperação desde que foi deflagrada a Operação Carne Fraca da Polícia Federal no início de 2017”, disse a Abrafrigo em nota enviada à imprensa.

A entidade espera que o mercado russo seja reaberto às importações de carne bovina brasileira ainda neste primeiro semestre.

Somente no mês de março, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 148,9 mil toneladas, alta de 20% ante março de 2017. Em receita, as vendas totalizaram US$ 590,2 milhões, 21% a mais que no mesmo mês do ano passado.

Além da China, o Egito (47,8 mil toneladas) e o Chile (23,8 mil toneladas) elevaram fortemente as compras do produto brasileiro em março, altas de 219% e 90%, respectivamente, em relação a março de 2017.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 08h39

A busca pela produtividade e qualidade nos frigoríficos de bovinos: Parte 2 – Do campo até o frigorífico

Notícias do Setor (181)

A partir da escolha certa da matéria-prima, precisamos estar atentos a alguns cuidados para que possamos seguir a busca pela alta produtividade e pela qualidade com relação à carne bovina do campo até a mesa do consumidor.

E os trabalhos na fazenda (manejo, genética e alimentação) são muito importantes quando buscamos melhorar a produtividade dos animais e oferecer, a partir de uma boa matéria-prima, uma alta qualidade de cortes de carne bovina para o consumidor.

O bem-estar animal é fundamental para que possamos produzir uma carne bovina de qualidade e o manejo dos animais é a peça-chave para que tudo dê certo.

O manejo correto, desde a hora de trocar os animais de piquete ou quando estamos conduzindo os animais do campo até os currais, precisa ser executado com alguns cuidados, como por exemplo evitar os gritos e atropelos para que os animais não tenham o seu nível de estresse aumentado.

Vale lembrar que estresse elevado pode significar um nível de qualidade menor nos cortes de carne bovina e uma queda na produtividade.

Além do manejo, precisamos cuidar das instalações, principalmente dos lugares aonde os animais vão passar durante o processo de embarque, como currais, embarcadores e tempo de curral antes do embarque dos animais nos caminhões.

O tempo de espera dos animais antes do embarque é fundamental para que possamos diminuir ao máximo a possibilidade de contaminação (conteúdo ruminal) durante as operações dentro do abate. Uma carcaça que apresente contaminação (por fezes, urina ou por manipulação inadequada) precisa passar por um processo de toalete (DIF), podendo ocasionar uma queda de qualidade nos cortes e também no rendimento de carcaça.

Quando falamos em PROGRAMA DE BEM-ESTAR ANIMAL, não podemos nos restringir apenas à fazenda. Durante o processo de embarque e transporte dos animais, os motoristas precisam seguir alguns cuidados para que os animais não sofram nenhum tipo de lesão.

Na hora do embarque, precisamos evitar ao máximo o uso do choque elétrico. Se caso for necessário o uso desse instrumento, precisamos ter alguns cuidados com o equipamento. A voltagem não pode ser superior a 60 volts. O uso não pode ser contínuo, ou seja, não podemos fazer uso do bastão de choque sem intervalos. E o mais importante, o uso do bastão elétrico somente em locais próprios, nunca no lombo ou na altura do quarto-traseiro, para evitar qualquer tipo de lesão.

A partir do embarque bem-feito, precisamos seguir com a nossa atenção com relação ao transporte dos animais da fazenda até o frigorífico. Freadas bruscas e alta velocidade são proibidas durante o processo de transporte dos animais. A capacidade máxima da carga nos caminhões precisa ser respeitada. O tempo de parada nas rodovias e estradas precisa ser o mínimo possível e nunca em locais onde os animais fiquem expostos diretamente ao sol.

Ao mantermos esses cuidados, estamos diminuindo ao máximo o potencial de estresse dos animais e também o surgimento de contusões nas carcaças durante o abate. E esses fatores, quando controlados, fazem com que possamos produzir uma carne bovina com alta qualidade e também uma alta produtividade durante as operações.

Quando os caminhões chegam ao frigorífico, a atenção ao bem-estar dos animais continua. Os cuidados com o desembarque seguem as mesmas premissas do embarque, ou seja, precisamos evitar o uso do bastão elétrico e o deslocamento dos animais do interior do caminhão precisa ser efetuado de forma tranquila e sem movimentos bruscos, a fim de evitar possíveis contusões.

Os currais de recebimento da matéria-prima precisam estar higienizados e com os cochos com água potável para que os animais possam se reidratar. Não é permitido colocar um número de animais superior à capacidade máxima de cada curral (2,5 m² por animal). E a capacidade dos cochos de água precisa ser suficiente para que 20% dos animais possam beber água simultaneamente.

Os tempos de descanso e dieta hídrica dos animais no curral do frigorífico precisam ser respeitados, a fim de que os animais possam eliminar o máximo de conteúdo ruminal e urina e, também, reduzir ao máximo o estresse da viagem da fazenda até o frigorífico.

Quando as propagandas junto aos canais de comunicação falam em “carne de qualidade”, não podemos pensar e visualizar apenas uma etiqueta bonita e uma embalagem bem apresentada. Há processos que precisam ser respeitados e realizados do campo até a mesa do consumidor para que, de fato, a cadeia produtiva da carne bovina possa oferecer uma carne bovina de qualidade e ter uma alta produtividade nas suas operações.

# Por uma Cadeia Produtiva da Carne Bovina mais Forte

Expomeat 2017 Sobre o autor Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36639.png Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e...

Sobre o autor
Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36639.png

Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de mais de 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374

Acompanhe também o autor pelas redes sociais, com suas apresentações sobre a cadeia produtiva da carne bovina:

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/celso-ricardo-ab7b2225/

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Twitter: https://twitter.com/Ricardo_Celso


Postado em 17 de Abril às 08h16

Arábia Saudita atende pleito do Mapa e estende até maio importação de aves

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 O governo da Arábia Saudita informou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que a Autoridade Geral de Alimentos aprovou solicitação brasileira de estender o prazo até...

O governo da Arábia Saudita informou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que a Autoridade Geral de Alimentos aprovou solicitação brasileira de estender o prazo até o dia 1º de maio para que estabelecimentos do país exportem carnes de aves ao país.

A Arábia Saudita discute com o Mapa a melhor forma de abate de aves em conformidade ao método halal, previsto na religião islâmica. As informações são do site do Mapa, divulgadas nesta semana.

No último mês, Eumar Novacki, secretário executivo do ministério, reuniu-se em Riyadh, capital da Arábia Saudita, com o vice-ministro Ahmed bin Saleh Al Ayadah (Agricultura, Meio Ambiente e Águas do governo saudita), quando solicitou o adiamento da suspensão das importações, enquanto são discutidos critérios exigidos pelo país em relação ao abate religioso.

Foi apresentado, na ocasião, trabalho técnico-científico realizado pela Embrapa, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), explicando que o procedimento usado no Brasil segue rigorosamente preceitos estabelecidos no abate halal.

Fonte: Carnetec


Postado em 12 de Abril às 08h13

SC amplia mercados e tem bons resultados com exportação de carnes em março

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina anunciou na segunda-feira (09) que o estado vem ampliando as vendas para China e Hong Kong. Em março, os dois destinos foram os principais das carnes...

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina anunciou na segunda-feira (09) que o estado vem ampliando as vendas para China e Hong Kong. Em março, os dois destinos foram os principais das carnes catarinenses e garantiram o aumento no faturamento com as exportações. No último mês, as vendas internacionais de carne suína e de frango geraram uma receita de US$ 194,9 milhões.

Em março, Santa Catarina exportou 83,6 mil toneladas de carne de frango, faturando US$ 143,9 milhões, um incremento de 23,7% em relação a fevereiro. O resultado positivo pode ser explicado pelo aumento das vendas para China, Hong Kong e México. Os três países estão na lista dos dez principais compradores da carne de frango catarinense e, juntos, responderam por 22,7% do valor das exportações.

No acumulado do ano, Santa Catarina já recebeu US$ 380,3 milhões pela venda de 219,4 mil toneladas de carne de frango. No entanto, o desempenho é 12,7% menor do que o observado no mesmo período de 2017.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, as carnes continuam sendo o principal produto da pauta de exportações do agronegócio catarinense e as expectativas são de que o setor siga em crescimento. “As expectativas são do retorno das exportações de frango para a União Europeia nos próximos meses e de um provável aumento das compras da China em decorrência do aumento das tributações para carne suína americana”, disse em nota.

Carne suína
As vendas internacionais de carne suína também seguem em crescimento. Em março, foram embarcadas 25,5 mil toneladas do produto, com receitas que passam de US$ 51 milhões – respectivamente, 28% e 22,2% a mais do que em fevereiro. O principal mercado da carne suína catarinense é a China, que ampliou em 108,9% as compras do produto em relação a março de 2017.

No último mês, o país importou 9,6 mil toneladas de carne suína – 109,8% a mais do que em março do ano passado. Hong Kong e Chile também aumentaram as compras e acabaram minimizando os impactos do embargo temporário da Rússia para as carnes brasileiras.

Em 2018, o estado já exportou 70,6 mil toneladas de carne suína, com receitas que passam de US$ 144 milhões. Os valores são inferiores aos registrados no primeiro trimestre de 2017. O faturamento foi 10,5% menor e o volume teve uma queda de 1,53%.

“Os primeiros três meses do ano foram turbulentos para o mercado externo de carnes, porém, com o fim do inverno no Hemisfério Norte, é provável que as demandas aumentem, reequilibrando a produção de Santa Catarina”, afirmou Spies.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Fonte: Carnetec


Postado em 12 de Abril às 08h10

Marrocos abre mercado para genética de perus do Brasil

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 O Marrocos abriu seu mercado para o setor de genética avícola do Brasil, destacou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), na terça-feira (10), a partir de...

O Marrocos abriu seu mercado para o setor de genética avícola do Brasil, destacou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), na terça-feira (10), a partir de informação recebida do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A abertura vale para o setor de perus, para os segmentos de ovos férteis e animais de um dia.

“O Brasil já é uma consolidada plataforma de exportação de genética de frangos e ovos. A oportunidade aberta para o setor de perus amplia a capacidade de embarques em um segmento de altíssimo valor agregado”, disse em nota Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Carnetec


Postado em 09 de Abril às 16h55

Ministro viaja à Europa para negociar sobre carnes brasileiras

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 O ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, se reunirá com autoridades da União Europeia nesta semana para tratar de questões relacionadas às carnes brasileiras, segundo...

O ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, se reunirá com autoridades da União Europeia nesta semana para tratar de questões relacionadas às carnes brasileiras, segundo informações divulgadas pelo ministério na sexta-feira (06).

Maggi segue para Bruxelas, Bélgica, após autoridades europeias visitarem o Brasil na semana passada para avaliações sobre o funcionamento do Serviço de Inspeção Federal (SIF) relacionado aos produtos de origem animal.

Parlamentares europeus visitaram propriedades rurais em Mato Grosso na semana passada para conhecer a pecuária bovina do estado, além de um frigorífico de carne bovina, segundo nota divulgada pelo Mapa. Eles também conversaram com a equipe do SIF do Mapa.

A UE tem realizado questionamentos sobre a qualidade do sistema sanitário e das carnes brasileiras desde o ano passado, quando a Operação Carne Fraca foi lançada em meados de abril. No mês passado, o governo brasileiro suspendeu as vendas de carne de frango da BRF para a UE, depois que a terceira fase da operação revelou investigação sobre falsificação de laudos laboratoriais de carnes supostamente envolvendo funcionários da processadora de carnes.

O Mapa não comentou em nota divulgada no site se houve avanço que possibilite retomar as vendas de carne de frango da BRF para o continente europeu.

Fonte: Carnetec


Postado em 09 de Abril às 16h51

Marfrig compra 51% da National Beef e se torna 2ª maior processadora de bovinos do mundo

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A Marfrig Global Foods informou nesta segunda-feira (09) que fechou acordo para comprar o controle da quarta maior processadora de carne bovina dos Estados Unidos, a National Beef Packing Company, por US$ 969...

A Marfrig Global Foods informou nesta segunda-feira (09) que fechou acordo para comprar o controle da quarta maior processadora de carne bovina dos Estados Unidos, a National Beef Packing Company, por US$ 969 milhões.

Com a transação, a Marfrig passará a ser a segunda maior processadora de carne bovina do mundo, com faturamento consolidado R$ 43 bilhões e EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 3,4 bilhões, informou em comunicado.

“A aquisição da National Beef é a materialização de uma oportunidade única”, disse o CEO da Marfrig, Martín Secco, em comunicado. “Com a transação, teremos operações nos dois maiores mercados de carne bovina do mundo, chegaremos a países consumidores extremamente sofisticados e conseguimos crescer mantendo uma rigorosa disciplina financeira.”

A National Beef, baseada em Kansas City (Missouri), tem capacidade de abater 12 mil cabeças de gado por dia. A empresa, fundada em 1992, tem duas unidades de processamento de bovinos em Dodge City e Liberal, no Kansas, que correspondem a 13% da capacidade total de abate no mercado americano. A National Beef faturou US$ 7,3 bilhões no ano passado e, desde 2011, era controlada pela holding de investimentos Leucadia National Corporation, que detinha 79% na empresa.

“Após a conclusão da operação, a Leucadia transferirá o controle acionário para a Marfrig e se manterá como acionista minoritário da empresa, com uma fatia de 31% do capital total. A US Premium Beef, associação de produtores americanos, ficará com 15% e outros acionistas com os 3% restantes”, informou a Marfrig em comunicado.

A Leucadia e os demais investidores se comprometeram a manter suas ações da National Beef por um período mínimo de cinco anos. A transação foi financiada por empréstimo do Rabobank.

A National Beef exporta para 40 países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul, mercados fechados às exportações de carne brasileira.

Venda da Keystone
Além de aumentar o faturamento e o EBTIDA, a Marfrig espera que a aquisição da National Beef colabore para melhoria de seus indicadores de alavancagem. Com a transação, a alavancagem medida por dívida líquida/EBITDA da Marfrig deverá cair para 3,35 vezes, ante 4,55 vezes ao final do ano passado.

Adicionalmente, a Marfrig pretende vender a Keystone, subsidiária internacional do segmento de food service, o que deverá reduzir a alavancagem para 2,5 vezes ao final de 2018.

A National Beef seguirá sob gestão do atual CEO e presidente do Conselho de Administração Tim Klein. A Marfrig indicará cinco membros para o Conselho, a Leucadia escolherá dois e os outros acionistas definirão mais dois membros.

Secco disse que a Marfrig pretende concluir a aquisição da National Beef e a venda da Keystone ainda neste trimestre.

Fonte: Carnetec


Postado em 05 de Abril às 18h05

Mercoagro 2018 - Fiedler apresentará soluções em automação e dois lançamentos

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Em abril de 1984 a Fiedler Automação Industrial começou a construir sua história de sucesso. Com mais de três décadas de atividade, atualmente destaca-se no ramo de automação...

Em abril de 1984 a Fiedler Automação Industrial começou a construir sua história de sucesso. Com mais de três décadas de atividade, atualmente destaca-se no ramo de automação industrial pela excelência e diversidade de produtos e serviços atendendo os mercados regional e nacional. Com matriz sediada em Blumenau (SC), cresceu de maneira responsável e planejada e hoje possui 13 filiais situadas em seis Estados: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Com uma equipe qualificada, com foco no resultado e comprometida com a satisfação do cliente e que atende com total garantia o mercado de automação industrial, a Fiedler estará na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) e apresentará suas soluções para os segmentos frigoríficos de aves, suínos, industrializados, bovinos, caprinos e peixes.

Com tecnologia e inovação, fornece produtos específicos, desenvolve projetos e elabora soluções de acordo com a particularidade de cada processo. Entre os principais produtos estão: sistemas de pressurização com bombas centrífugas In-Line ou Normalizadas, sistemas de aquecimento e resfriamento com trocadores de Calor–QHS, soluções de automação em ETE, soluções e análise de Eficiência Energética em linhas de vapor, estações redutoras de pressão para diversos fluídos, sistemas e soluções CIP e centrais de ar comprimido com foco em Eficiência Energética.

Na Mercoagro, serão apresentados dois lançamentos de novas parcerias: Gestra e SPX Flow. Os produtos da Gestra são muito reconhecidos por sua longa vida útil, excelente design e ótimo desempenho em milhares de aplicações em todo o mundo. A Fiedler começa a representar a Gestra com efeitos imediatos. Independentemente de se tratar de válvulas de controle, purgadores bimetálicos de baixa, média ou alta pressão, purgadores de boia ou purgadores termostáticos de membrana MK, sistemas eletrônicos de caldeira, válvulas redutoras de pressão ou mesmo válvulas de controle ZK de alta pressão – a empresa Fiedler é seu novo contato local. Os produtos da SPX são muito bem aplicados nas indústrias de alimentos e bebidas, principalmente soluções para o processo como válvulas e bombas sanitárias, trocadores de calor e homogeneizadores.

A empresa participou da última edição da Mercoagro e as soluções na área de eficiência energética foram destaque na feira, assim como o setor de engenharia da Fiedler, que proporciona suporte nas análises dos processos e a especificação da melhor solução para o cliente. Os contratos de fornecimento estabelecidos com alguns clientes do segmento alimentício e frigorífico foram fortalecidos.

“A participação em feiras possibilita aos clientes conhecerem melhor as soluções, tecnologias e tendências que a nossa empresa oferece. Levando em conta a grande exigência do mercado no momento, os nossos produtos e soluções integradas montadas em Skid visam a eficiência energética e prezam pela qualidade de ponta. Dessa forma, os clientes percebem que a Fiedler pode ser a grande parceira para este desenvolvimento em conjunto – Fiedler e cliente”, destaca o diretor comercial da empresa, Andreas Fiedler.

A Fiedler estará na Mercoagro no Pavilhão Azul, Rua 1200, Estande nº 1212. Mais informações da empresa no site www.fiedler.com.br

MERCOAGRO

Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 180 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios na ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetrading, Sebrae/SC, Sindicarnes, Sihrbasc, Unochapecó, Abrafrigo, Unoesc, Embrapa Suínos e Aves, Asgav/Sipargs, Programa Ovos RS, ABIAF, Sincravesc, ITAL e Nucleovet.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br


Postado em 04 de Abril às 13h43

Mercoagro 2018 - Farenzena apresentará soluções em automação industrial

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A Farenzena Equipamentos é uma empresa que está no mercado há mais de 20 anos, fornecendo produtos para toda a cadeia produtiva de alimentos. Fomenta desde o pequeno produtor rural às grandes...

A Farenzena Equipamentos é uma empresa que está no mercado há mais de 20 anos, fornecendo produtos para toda a cadeia produtiva de alimentos. Fomenta desde o pequeno produtor rural às grandes indústrias alimentícias. Apresentará suas soluções na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). Com atuação em todo o território nacional, atende frigoríficos dos segmentos de aves e suínos. Seus principais produtos são a embaladora de frangos inteiros, carregador de gaiolas, máquina de encaixotamento de salsicha, embaladora de IQF, classificadora aérea de frangos, dosador de peito, entre outros.

Produz diversos produtos para frigoríficos, sendo destaque na Mercoagro a Embaladora de Frangos Inteiros (EVF 850 e EVF 4000), com opção de fechamento da embalagem com fita ou clip. A máquina é totalmente automatizada e embala mais de 900 frangos/hora com eficiência de 95%, atendendo todas as normativas de segurança. A empresa investe permanentemente no desenvolvimento de novas tecnologias e conta com uma equipe específica na criação de soluções em automação industrial, gerando maiores riquezas ao tornar mais rentáveis os diversos processos industriais.

O representante do setor comercial da empresa, Leonel Afonso Abati, lembra que a Farenzena participou da última edição da feira. “A Mercoagro 2016 foi um evento excelente e a organização teve muito mérito em todos os aspectos. Mesmo em um momento difícil, houve um número expressivo de visitantes, o que nos faz acreditar que em 2018 será ainda melhor”, enfatiza.

A Farenzena estará na Mercoagro no Pavilhão Vermelho, Rua 1400, Estande nº 1420. Mais informações da empresa no site www.farenzena.com.br.

MERCOAGRO

Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 180 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios na ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetrading, Sebrae/SC, Sindicarnes, Sihrbasc, Unochapecó, Abrafrigo, Unoesc, Embrapa Suínos e Aves, Asgav/Sipargs, Programa Ovos RS, ABIAF, Sincravesc, ITAL e Nucleovet.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br.


Postado em 04 de Abril às 13h35

NovaProm, da JBS, vai exportar ingrediente funcional bovino para EUA

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A NovaProm, empresa produtora de colágeno bovino da JBS S.A., irá exportar um novo ingrediente funcional à base de carne e derme bovina para os Estados Unidos, após investir R$ 9 milhões no...

A NovaProm, empresa produtora de colágeno bovino da JBS S.A., irá exportar um novo ingrediente funcional à base de carne e derme bovina para os Estados Unidos, após investir R$ 9 milhões no desenvolvimento do produto, informou a empresa na terça-feira (03).

O NDBS (Natural Dehydrated Beef Stock) foi desenvolvido exclusivamente para o mercado norte-americano. A NovaProm espera exportar até 50 toneladas desse ingrediente aos EUA neste ano e 2 mil toneladas nos próximos dois anos, o que deverá elevar o faturamento da companhia em 20%.

Em menos de três anos, a empresa espera obter o retorno do investimento realizado para produzir o ingrediente, segundo diretor da NovaProm, Walter Lene.

O NDBS é geralmente aplicado em produtos industrializados, como carne desidratada e embutidos, mas pode também ser usado em alimentos naturais, com o objetivo de elevar o valor nutritivo, sabor, suculência, maciez e o valor agregado do produto final.

“Há uma exigência do consumidor, principalmente norte-americano, quanto ao menor uso de aditivos nos alimentos. O NDBS atende a essa necessidade, o que o torna muito estratégico para o nosso negócio”, disse Lene, em comunicado enviado à imprensa.

O NDBS será fabricado na unidade da NovaProm Guaiçara, São Paulo.

A NovaProm – Collagen & Food Ingredients foi fundada em 2002 e é parte da JBS Novos Negócios. A empresa tem capacidade de produção anual de 5 mil toneladas de colágeno e 4 mil toneladas de ingredientes funcionais para produtos industrializados, e atualmente exporta para clientes em cerca de 20 países.

Fonte: Carnetec


Postado em 03 de Abril às 17h49

Aplicativo da Embrapa para diagnóstico laboratorial de doenças suínas tem nova versão

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Lançado em 2016, o aplicativo DiagSui (Diagnóstico laboratorial em suinocultura) ganhou novas funcionalidades na sua versão 2.0, disponibilizada recentemente. Foram introduzidas orientações sobre a colheita de amostras para as principais doenças entéricas de suínos de creche, crescimento e terminação, além de salmonelose septicêmica. O aplicativo foi desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologia da Informação e pelo analista Marcos Mores, da Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC).

O DiagSui é voltado para veterinários de granjas e de empresas que trabalham com sanidade de suínos. Ele tem o objetivo de disponibilizar aos profissionais da área informações importantes que possam ser acessadas no momento em que o veterinário se defronta com um problema clínico na granja e precisa rapidamente colher amostras para o envio ao laboratório. Para facilitar, a base de dados do aplicativo pode ser acessada off-line.

Com essa ferramenta, segundo a Embrapa, espera-se aumentar o percentual de acerto nos diagnósticos realizados, possibilitando que formas mais rápidas e efetivas de controle das doenças sejam utilizadas e, consequentemente, reduzindo-se a mortalidade de animais e os custos de produção.

O aplicativo para smartphones Android pode ser baixado de graça na Play Store do Google. Também é possível pré-instalar o DiagSui pelo computador, acessando play.google.com. Saiba mais sobre o funcionamento do DiagSui no canal da Embrapa no YouTube, no endereço: youtu.be/U1N2kg-p0j4.

Fonte: Carnetec


Postado em 02 de Abril às 11h22

A busca pela produtividade e qualidade nos frigoríficos de bovinos: Parte 1 - A compra da matéria-prima

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Expomeat 2017 O texto a seguir é o primeiro de uma série de dez artigos com a temática "Produtividade e qualidade nos frigoríficos", dentro do Blog do Celso Ricardo: Quando pensamos em produtividade e...

O texto a seguir é o primeiro de uma série de dez artigos com a temática "Produtividade e qualidade nos frigoríficos", dentro do Blog do Celso Ricardo:

Quando pensamos em produtividade e qualidade, vários conceitos podem vir a nossa cabeça quando o assunto é carne bovina. Um alto volume de produção e uma bela embalagem podem ser alguns dos conceitos que muitos definem como ideal com relação ao assunto. Mas quando imaginamos um frigorífico de bovinos, os conceitos começam a ser definidos ainda no campo, na hora da compra da matéria-prima, passando por todos os processos e operações até chegar na hora que o consumidor compra o corte de carne bovina.

O processo de compra da matéria-prima para abate é o primeiro passo a ser dado. Ele poderá determinar uma produtividade positiva para o frigorífico e uma certeza com relação à qualidade dos cortes de carne oriundos desta matéria-prima.

Quando nos referimos a “produtividade” nos frigoríficos de bovinos, precisamos estar atentos ao volume produzido, porém, não podemos esquecer dos rendimentos obtidos pelo abate/desossa da matéria-prima. Por isso a importância do planejamento de venda nessa hora, porque se partirmos do princípio da venda, podemos buscar na compra de gado do frigorífico a matéria-prima ideal e que pode fazer a diferença na hora da produção.

Raças definidas para corte, acabamento de gordura, conformação muscular e idade são fatores fundamentais quando o assunto é produtividade. As raças definidas para corte favorecem muito na hora da produtividade (rendimento, qualidade e, consequentemente, volume).

Quando o assunto é acabamento de gordura, temos dois fatores importantes e que favorecem tanto a produtividade como também a qualidade do produto final. Daí a importância dos programas de tipificação de carcaças, por exemplo, pois além da identificação e da classificação das carcaças durante o abate, os trabalhos posteriores já poderão ser planejados com base nos totais e nas classificações de cobertura de gordura com base nas melhores classificações (mediana até uniforme).

Por isso tanto o pecuarista como o frigorífico precisam estar atentos à classificação dos animais com base no acabamento de gordura. Gordura demais pode ser a causa da queda do rendimento dos cortes na desossa e da reclamação dos clientes que compram carne com osso.

Carcaças que apresentam cobertura de gordura excessiva necessitam dos chamados “refiles” dentro dos frigoríficos, que nada mais são do que a retirada do excesso de gordura dos cortes com osso e sem osso a fim de tentar manter uma distribuição de gordura uniforme nos cortes; e também evitar que clientes acabem realizando este tipo de operação nos seus estabelecimentos e esta ação acabe gerando também reclamações para a empresa.

Tão importante como comprar a matéria-prima a partir da definição da raça para o corte e a padronização de gordura, a conformação muscular é muito importante na hora de conseguirmos a produtividade e a qualidade nos frigoríficos. Animais muito pesados acabam diminuindo a velocidade do abate e, consequentemente, dificultando as operações internas na empresa.

E quando o assunto é qualidade, a variação de tamanho dos animais abatidos dificulta muito a padronização dos cortes, principalmente na desossa, porque na hora do acondicionamento dos cortes desossados nas caixas, cortes maiores e menores vão se alternar, podendo passar para o cliente que compra o produto uma visão equivocada de falta de padronização e qualidade da empresa.

E chegamos ao fator fundamental quando o assunto é qualidade e produtividade: a idade da matéria-prima que vai para o abate. Animais considerados jovens (2 a 3 anos) são os ideais para o abate quando o assunto é qualidade. A tendência é que animais nessa idade apresentem cortes de carne mais macios e saborosos, podendo atender os clientes mais exigentes quando o assunto é carne bovina, sem falar no maior valor agregado que estes produtos têm junto ao mercado.

Produtividade e qualidade não se resumem apenas a uma operação ou produto, precisamos estar atentos a todas as operações do campo até a mesa do consumidor.

# Por uma Cadeia Produtiva da Carne Bovina mais Forte.

Expomeat 2017 Sobre o autor Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36472.png Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e...

Sobre o autor
Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36472.png

Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de mais de 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374

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Fonte: Carnetec