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Postado em 20 de Março de 2020 às 14h08

Pesquisa aponta que 43% das mulheres se sentem bem representadas na agroindústria

EXPOMEAT 2027 - VI Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal WFA teve abrangência mundial (Divulgação / Alltech) A agroindústria está progredindo para eliminar a...

WFA teve abrangência mundial (Divulgação / Alltech)

A agroindústria está progredindo para eliminar a diferença de gênero no âmbito profissional, apontou a pesquisa Mulheres na Alimentação & Agricultura (Women in Food & Agriculture - WFA 2019), realizada pela Alltech e Agribriefing e cujos resultados foram divulgados pelas empresas na semana passada.

De acordo com o levantamento, 43% das mulheres se sentem bem representadas na agroindústria e 79% dos entrevistados acreditam que suas companhias estão se tornando mais inclusivas.

Os desafios associados ao crescimento da população global tornaram ainda mais importante que a indústria agroalimentícia aproveite ao máximo o seu potencial. Essa inclusão e diversidade no ambiente de trabalho, por exemplo, são essenciais para alcançar um futuro sustentável, segundo as empresas. Entretanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), ainda há extensa disparidade de gênero no setor industrial alimentar.

Realizada em outubro de 2019, a fim de coletar dados sobre perspectivas profissionais das mulheres na agricultura, a pesquisa teve o objetivo de delinear o atual estado da indústria. “Nós precisamos criar um ambiente que incite conversas; onde mentoras possam ser seguidas, além de estabelecermos programas dentro de nossas organizações que facilitem a mentoria”, disse o presidente e CEO da Alltech, Mark Lyons, em nota.

Mulheres que trabalham no meio agritech citaram mais vezes que a falta de mentores no ramo configura uma barreira ao progresso, em comparação com mulheres que trabalham na parte comercial. Sobre igualdade salarial, mais da metade das mulheres concorda que é um problema a ser corrigido, comparado a um terço dos homens.

A pesquisa
O relatório aponta as diferenças entre opiniões masculinas e femininas, como mulheres percebem seus empregadores, culturas de ambiente de trabalho e o que a indústria acredita que está causando a disparidade. Participantes foram questionados sobre as maiores barreiras que enfrentam ao tentar progredir na carreira do setor agroalimentício.

Os resultados e opiniões coletados reúnem respostas de mais de 2,5 mil colaboradores que trabalham no agronegócio ao redor do mundo. Os resultados foram revisados pela AgriBriefing, com dados adicionais independentes advindos de consultores de marketing da empresa Savanta ComRes. Para fazer o download completo da pesquisa, acesse: http://info.alltech.com/br/wfa2019

Fonte: Carnetec

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