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Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 10h27

Exportações de carne bovina sobem 9% em 2017

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,35 milhão de toneladas nos primeiros 11 meses de 2017, alta de 9% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, impulsionadas...

As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,35 milhão de toneladas nos primeiros 11 meses de 2017, alta de 9% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, impulsionadas pelas compras da China, segundo informações compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

A associação estima que as vendas externas do produto neste ano irão superar em mais de 10% os volumes exportados em 2016.

A receita decorrente das exportações de carne bovina somou US$ 5,5 bilhões de janeiro a novembro, crescimento de 13% na comparação anual.

Somente em novembro, os embarques de carne bovina totalizaram 141,9 mil toneladas, 48% superiores ao resultado de novembro de 2016. A receita com exportações subiu 45%, na mesma base de comparação, para US$ 593 milhões.

“O mercado chinês é o grande responsável pela recuperação nas vendas de carne bovina em 2017”, disse a Abrafrigo em nota divulgada na quarta-feira (06).

As importações pela cidade-Estado de Hong Kong e pelo continente chinês somaram 509.726 toneladas até novembro, o equivalente a 37,8% do total exportado pelo Brasil no período.

Além da China, Arábia Saudita e Irã estão entre os principais compradores de carne bovina brasileira. Esses países elevaram os volumes de carne bovina adquirida em 53,9% e 42,4%, respectivamente, neste ano. Já a Rússia comprou 16,1% a mais e os Estados Unidos elevaram as importações do produto brasileiro em 19,5%.
São Paulo foi o estado brasileiro que mais exportou carne bovina em 2017, o equivalente a 21,8% do total, seguido por Mato Grosso (19,8%), Goiás (13,1%), Rondônia (10,3%), Minas Gerais (10%) e Mato Grosso do Sul (9,3%).

Fonte: Carnetec


Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 10h12

Receita com vendas externas de carne suína cresce 16% no ano

Notícias do Setor (147)

Com mais milho disponível no mercado, a suinocultura brasileira teve à disposição insumos mais baratos para um ano de retomada, segundo o relatório técnico da Expedição Suinocultura. O setor deve fechar 2017 com desempenho positivo principalmente em renda. Segundo o documento, somente a receita com exportação vai crescer 15,9%, passando de US$ 1,4 bilhão em 2016 para US$ 1,7 bilhão este ano. A rentabilidade para o produtor também melhorou ao longo do ano.

“A redução na oferta global de carne suína afetou as cotações, o que favoreceu o produto brasileiro. O volume de embarques permanece estável em 2017, devendo acumular alta de quase 1% em relação a 2016, mas estamos ganhando mais por tonelada exportada”, disse o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador da Expedição Suinocultura, Giovani Ferreira, em nota divulgada na quarta-feira (06).

E o faturamento não melhorou apenas para a indústria. Levantamento realizado pelo projeto técnico-jornalístico aponta que o preço médio pago por quilo ao produtor subiu de R$ 3,25 no ano passado para R$ 3,83 este ano. “Em todos os estados visitados, percebemos que os suinocultores estão mais otimistas e satisfeitos com os resultados. Ao contrário do que ocorreu ano passado, quando muitos deixaram a atividade devido à alta nos custos de produção”, explicou Ferreira.

Para construir o diagnóstico, a Expedição Suinocultura visitou granjas, indústrias, cooperativas e entidades representativas do setor no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Foram mais de 20 mil quilômetros percorridos entre setembro e outubro deste ano. Todos os detalhes dos roteiros de campo e informações sobre produção e mercado estão disponíveis no relatório técnico desta edição, que pode ser acessado gratuitamente no link: clique aqui.

Fonte: Carnetec


Postado em 06 de Dezembro de 2017 às 13h59

CNA vê alta na produção de carne de aves em 2018; consumo em 44 kg/hab em 2017

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que representa os produtores rurais, estima que a produção nacional de carne de aves aumente entre 1% e 4% em 2018, para 13,38...

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que representa os produtores rurais, estima que a produção nacional de carne de aves aumente entre 1% e 4% em 2018, para 13,38 milhões a 13,78 milhões de toneladas, segundo números apresentados na terça-feira (05).

Já as exportações do produto devem situar-se entre 4,04 milhões e 4,16 milhões de toneladas no ano que vem.
A CNA estima que o consumo doméstico de carne de frango deva fechar 2017 em 44 kg por habitante, com potencial de leve crescimento em 2018.

A entidade avalia que o setor avícola brasileiro foi afetado negativamente pelos efeitos da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que reduziu a demanda internacional pelo produto momentaneamente.
“A queda das exportações de março a junho comprometeu o crescimento da produção nacional e da receita, que só não foi agravada devido à valorização do preço de venda das carnes no mercado internacional”, informou a CNA via apresentação divulgada em seu website.

A entidade estima um crescimento de 1% na produção e no volume de exportações de carne de frango em 2017.

Após um período de queda no preço do milho em 2017, principal insumo para nutrição de aves e suínos, uma nova tendência de elevação de preços é esperada para o ano que vem, como consequência dos impactos do fenômeno climático “La Niña” na produção de grãos, da redução da área plantada prevista para o milho e das estimativas de aumento das exportações deste grão.

“As cotações poderiam atingir patamares que comprometem a rentabilidade da atividade...Logo, suinocultores e avicultores devem ficar atentos para realizarem boas aquisições do insumo”, avalia a CNA.

A produção de carne suína em 2018 poderá ficar entre estável a registrar alta de até 4%, na comparação com este ano, totalizando entre 3,72 milhões e 3,75 milhões de toneladas, segundo os números da CNA.

As exportações do setor devem ficar entre 810 mil e 830 mil toneladas. O consumo per capita de 14 kg esperado para 2017 deve manter-se no ano que vem.

Apesar dos efeitos negativos da Operação Carne Fraca nas exportações do setor de carnes, a tendência de valorização do dólar em relação ao real pode colaborar para que as carnes brasileiras ganhem competitividade nos mercados internacionais em 2018, o que daria suporte para esses crescimentos de até 4% nos volumes de produção e exportações.

“O acesso a novos mercados, como o da Coreia do Sul para nossa carne suína, e a retomada das exportações de frango para a Indonésia também contribuirão para as exportações dos setores”, acrescentou a entidade.

Fonte: Carnetec


Postado em 04 de Dezembro de 2017 às 13h54

Caminho promissor para a piscicultura

A produção de peixes no Paraná ganha mais um incentivo com a redução na carga tributária, além da demanda crescente nos frigoríficos locais; produtor que investir em tecnologia tem tudo para crescer

Com um potencial hídrico significativo, o Paraná se tornou referência na produção de peixes de cultivo no País, e não é de hoje. Quando se faz um retrospecto da atividade nos últimos seis anos, fica evidente como a cadeia cresce ano a ano e se torna cada vez mais promissora para o agronegócio do Estado.

Não por acaso, o governo estadual reduziu recentemente a carga tributária para o peixe que tem como destino o estado de São Paulo (veja o box), maior comprador do nosso produto. Mais do que isso: levantamentos apontam que a capacidade dos frigoríficos ainda tem muito espaço para o incremento de abate e o que falta, de fato, é peixe. Além disso, ainda há muitos piscicultores com índices de produtividade baixos e podem incrementar esse faturamento. A cadeia paranaense do peixe e, claro, o consumo, têm muito para crescer!

Os números de evolução são de fato impressionantes. Em 2010, o Estado produzia 36,8 mil toneladas de pescado, sendo que 27 mil toneladas (73%), eram de tilápia. Ano passado, o valor total fechou 93,2 mil toneladas, sendo 85,7 mil toneladas (92%), de tilápia. Deste montante, aproximadamente 70% está ligado a tanque escavado e o restante tanque rede.

Para o engenheiro de pesca da Emater, Luiz Eduardo Guimarães de Sá e Barreto, o Lula, a evolução da cadeia no Estado passa pelo arrojo do produtor, que precisa acreditar mais na atividade. "A tecnologia já está disponível para todos no mercado. A diferença das regiões mais desenvolvidas é o investimento. Em alguns locais estamos falando de pesca mecanizada, densidade maior de peixe por área, uso de aeradores, rações de qualidade, tudo isso dá um retorno bem melhor."

Um exemplo está na região de Palotina e Maripá, que se tornou um case interessantíssimo no Estado. As cidades respiram piscicultura em tanque escavado e assim têm abastecido frigoríficos de outras regiões, que não conseguem manter uma constância e nem volume efetivo na produção. "Lá eles têm uma concentração grande peixe por área, geradores de energia, maior quantidade de aeradores e tudo isso contribui para uma produção maior. Enquanto ainda há piscicultores no Estado que produzem 10 toneladas por hectare (ha), os mais profissionalizados já atingem 50 a 70 toneladas por ha, com um retorno limpo que chega à 25%."

Além de mais ousadia dos produtores em apostar na cultura, o engenheiro de pesca relata que o Estado também tem áreas poucos exploradas. "Temos a região Noroeste com muita água e o Centro do Paraná, que embora seja mais frio, é possível trabalhar com espécies típicas. Além disso, há uma demanda reprimida para o consumo do pescado." 

Só filé de tilápia? Mudança de hábito favorecerá cadeia e consumidor

Olhando os números, fica claro que a tilápia impera soberana no Paraná e - como a cadeia foi estruturada há alguns anos - isso deve continuar dessa forma. Segundo Lula, isso acontece porque o ciclo da espécie é menor, de apenas sete meses, comparado a outras possibilidades nativas, como o Piau ou Pacu, que possuem ciclo de 14 meses, aproximadamente. "É claro que ficamos preocupados com o monocultivo, mas é fato que a indústria se estabeleceu no Estado para atender a tilápia."

Hoje o consumidor do Paraná foca principalmente no filé do peixe. Diferentemente, por exemplo, do Ceará, maior consumidor de tilápia no País, mas usufrui do peixe todo. "Se mudarmos um pouco o hábito do consumo, isso pode ajudar até a indústria inclusive, que demandaria menos mão de obra que no filé."

Para o consumidor, os outros cortes seriam importante para baratear o peixe, que em filé, ainda é muito caro. "O corte em postas já começou a aparecer e tem indústrias apostando nele. Assim, seria possível baratar o produto e atender as camadas menos favorecidas da sociedade, que são um grande nicho a ser explorado."

Victor Lopes
Reportagem Local
Fonte: Folha de Londrina


Postado em 30 de Novembro de 2017 às 09h51

BRF elege José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22). Drummond Jr....

O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22).

Drummond Jr. já atuou como executivo nas empresas Whirpool, Alcoa e Eneva.

A saída de Faria do cargo CEO já era esperada e foi anunciada pela BRF em setembro. Pedro Faria continuara´ como CEO da BRF ate´ que Drummond Jr. tome posse.

A empresa tem realizado diversas mudanças na liderança da companhia e em seu modelo de gestão visando à melhoria nos resultados.

Em setembro, o ex-executivo da Votorantim Cimentos Lorival Nogueira Luz Jr. assumiu como diretor financeiro e de Relações com Investidores da BRF.

Fonte: Carnetec


Postado em 30 de Novembro de 2017 às 09h27

Filipinas reabre mercado para carnes do Brasil

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 O mercado das Filipinas foi aberto às carnes de frango, suína e bovina do Brasil na sexta-feira (24), segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As...

O mercado das Filipinas foi aberto às carnes de frango, suína e bovina do Brasil na sexta-feira (24), segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas de carnes do Brasil para as Filipinas estavam embargadas desde setembro deste ano, sendo que até então 35 mil toneladas de carne de frango e 2 mil toneladas de carne suína tinham sido embarcadas ao país asiático em 2017.

Já as vendas de carne bovina às Filipinas alcançaram 9,3 mil toneladas neste ano, segundo dados no site da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

“O Brasil recebeu há poucas semanas uma missão técnica do governo filipino, e mostrou que nossa estrutura está plenamente adequada para atender às suas exigências”, disse o presidente da ABPA, Francisco Turra, em comunicado.

“Esta é mais uma conquista para a cadeia produtiva de proteína animal brasileira, apontando para perspectivas otimistas sobre os embarques de aves e de suínos em 2018.”

Fonte: Carnetec


Postado em 27 de Novembro de 2017 às 15h40

Mercoagro 2018 - Inovações aguardam os visitantes da maior feira do setor da carne da América Latina

Notícias do Setor (147)

Com 95% dos espaços comercializados, a Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018, em Chapecó

Uma série de inovações está em planejamento para tornar mais rápida, útil, confortável e agradável a presença dos mais de 15 mil compradores que visitarão a 12ª edição da Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). Essas inovações estarão ancoradas em plataformas físicas e digitais e garantirão segurança e rapidez em inscrição e credenciamento, recepção, encaminhamento de informações, atendimento in loco, hospedagem etc.

Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó.

O presidente da ACIC Josias Mascarello ressalta que o sucesso da feira é representado pela sua comercialização. “Há nove meses da feira, estamos com 95% dos espaços comercializados e a expectativa é finalizar o ano com 100% das vendas concretizadas”, salientou.

O gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin destacou, entre as inovações para 2018, o sistema de confirmação de reservas de hotéis. As tarifas de cada hotel que serão praticadas em setembro de 2018, durante a feira, estão disponíveis no site da oficial (www.mercoagro.com.br). Dessa forma, os visitantes poderão antecipar a reserva de hospedagem e programar a viagem a Chapecó.

Outra inovação será o aplicativo – que está sendo desenvolvido - para baixar e usar em dispositivos móveis com as informações concentradas sobre a Mercoagro. A programação de atividades extra-feira para os visitantes também está em pauta. A Comissão Central mantém contatos com os restaurantes para criar um cardápio temático-gastronômico especial, compatível com os objetivos da Mercoagro que representa o universo da indústria de processamento de carne.

EVENTOS PARALELOS

A Mercoagro 2018 terá uma ampla programação paralela com diversas oportunidades de negócios. O principal evento adjunto será o 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, previsto para o dia 12 de setembro, no horário das 8 às 12h30, no auditório do campus da Unochapecó. Outros eventos previstos são a Rodada de Negócios (exclusiva para expositores), a Sessão de Negócios (uma por dia, aberta ao público externo) e os Painéis de Oportunidades (destinados às empresas participantes da Mercoagro 2018), todos sob coordenação do Sebrae/SC.

A programação paralela da Mercoagro 2018 contará, ainda, com o Salão de Inovação, a Clínica Tecnológica e o Laboratório Experimental, coordenados pelo Senai. Também faz parte da programação a Mercoshow, o Painel de Classificados Mercoagro, a Mercoagro On Business e o Painel Relacionamentos de Negócios. Todos os eventos serão gratuitos. O detalhamento de horários, dias e locais serão definidos pela Comissão Organizadora.

MERCOAGRO

Organizada pela ACIC, a Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. Participarão da exposição empresas dos setores de refrigeração, automação industrial, ingredientes e aditivos, embalagens e tripas, transporte e armazenagem, equipamentos e acessórios, entre outros produtos e serviços para atender a indústria da carne.

A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc e Unochapecó.

Mais informações no site www.mercoagro.com.br
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Postado em 23 de Novembro de 2017 às 12h34

BRF elege José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22). Drummond Jr....

O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22).

Drummond Jr. já atuou como executivo nas empresas Whirpool, Alcoa e Eneva.

A saída de Faria do cargo CEO já era esperada e foi anunciada pela BRF em setembro. Pedro Faria continuara´ como CEO da BRF ate´ que Drummond Jr. tome posse.

A empresa tem realizado diversas mudanças na liderança da companhia e em seu modelo de gestão visando à melhoria nos resultados.

Em setembro, o ex-executivo da Votorantim Cimentos Lorival Nogueira Luz Jr. assumiu como diretor financeiro e de Relações com Investidores da BRF.

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Novembro de 2017 às 12h30

ABPA e Abiec dizem que carnes vendidas à Rússia não têm ractopamina

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) afirmaram na terça-feira (21) que as carnes suína e...

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) afirmaram na terça-feira (21) que as carnes suína e bovina embarcadas para a Rússia não utilizam a substância ractopamina, após a Rússia anunciar a suspensão temporária das importações.

“O setor está seguro sobre as características de seu produto, e garante que a produção de carne suína embarcada não utiliza ractopamina”, informou a ABPA em nota.

“A comercialização da ractopamina e outros betabloqueadores para bovinos está suspensa desde o final de 2012 pelo governo brasileiro. Portanto, esta substância tem o seu uso proibido para bovinos, não existindo a necessidade de segregação da produção para atendimento ao mercado russo”, informou a Abiec em nota separada.

Todas as importações de carne suína e bovina brasileiras foram suspensas temporariamente pela Rússia, segundo decisão anunciada nesta semana e válida a partir de 1º de dezembro. O órgão de segurança sanitária russo Rosselkhoznadzo atribui a suspensão à presença da substância ractopamina em alguns carregamentos vindos do Brasil.

A ABPA disse que recebe a notícia com “preocupação” e que a suinocultura brasileira trabalha seguindo os princípios de qualidade e sanitários exigidos pelos diversos países, incluindo Rússia e mais 70 mercados importadores do produto.

A Abiec informou que desde 2013 não há histórico de qualquer tipo de notificação pelas autoridades russas referentes ao uso de ractopamina em bovinos e que, caso necessário, a indústria está pronta para atender a novos critérios. “A Rússia é um grande parceiro do Brasil no setor de carne bovina, um tradicional comprador com o qual estabelecemos excelente interlocução técnica”, disse a entidade.

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Novembro de 2017 às 12h26

Gastos com nutrição sobem e custos de produção de aves e suínos têm nova alta

Notícias do Setor (147)

Os custos mensais de produção de suínos e de frangos de corte calculados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa (Cias) voltaram a registrar aumentos, desta vez no mês de outubro. O ICPFrango/Embrapa subiu 2,74%, e fechou o mês em 183,17 pontos. Já o ICPSuíno/Embrapa encerrou o décimo mês do ano com elevação um pouco menor, de 2,47%, mas suficiente para inflacionar os custos de produção, na casa dos 194,98 pontos.

No caso dos frangos de corte, o item nutrição obteve alta de 1,37% em outubro na relação com setembro. O mesmo item para suínos teve uma alta de 2,40%. Com o aumento nos ICPs, o custo de produção do quilo de suíno vivo em ciclo completo em Santa Catarina passou de R$ 3,33 em setembro para R$ 3,40. Já o custo de produção de frango de corte no Paraná passou de R$ 2,30 para R$ 2,37 por quilo vivo em outubro.

Apesar disso, os custos de produção ainda acumulam queda no ano. O ICP/Frango está em -13,17% e o ICP/Suíno em -11,43%.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Novembro de 2017 às 17h56

Mercoagro 2018 oferecerá diversas oportunidades de negócios

Notícias do Setor (147)

A Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne (Mercoagro 2018) terá uma ampla programação paralela com diversas oportunidades de negócios. Entre eles estão as Sessões de Negócios, a Rodada de Negócios, o Painel de Oportunidades, o Painel de Classificados Mercoagro, a Mercoagro On Business e o Painel Relacionamentos de Negócios. Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a feira está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó.

A Sessão de Negócios é uma oportunidade de integrar as ações do Sebrae para acesso ao mercado dos pequenos negócios: setores primário, secundário ou terciário, elevando o potencial de identificação de possibilidades. É um evento multissetorial organizado com uma metodologia que permite conhecer e se apresentar para empresas que poderão ser clientes, fornecedoras ou parceiras. Cada empresa terá um tempo pré-determinado para fazer uma objetiva apresentação dos seus produtos/serviços, podendo também distribuir cartões e materiais promocionais. Será realizada uma sessão por dia, totalizando quatro Sessões de Negócios durante a Mercoagro 2018, destinadas para expositores e visitantes.

A Rodada de Negócios é um evento setorial organizado para promover reuniões de negócios entre empresas compradoras e fornecedoras de uma mesma cadeia produtiva, de acordo com os produtos demandados. Nesta Rodada, em um ambiente especialmente preparado, durante um tempo pré-estabelecido e conforme a agenda, cada fornecedor fará uma apresentação do produto/empresa para o comprador, por meio de catálogos, folders, pequenas amostras, cartões de visita, entre outros. O evento é destinado para os expositores da Mercoagro.

Um evento para expositores, onde grandes empresas apresentarão pré-requisitos de atendimento de suas demandas, potencializando oportunidades, permitindo a aproximação e a negociação. Esse será o Painel de Oportunidades. Serão realizadas palestras com médias e grandes empresas com o objetivo de apresentar as oportunidades existentes e os pré-requisitos de compra para empresários, tendo o objetivo de prospecção de potenciais fornecedores. Após as apresentações, as empresas participantes têm a oportunidade do contato direto com os potenciais compradores para sanar dúvidas específicas e/ou iniciar o processo de negociação.

O Painel Classificados Mercoagro é uma oportunidade diferenciada de geração de negócios, tanto para o expositor que deseja expandir sua marca, produtos e serviços por toda a Mercoagro, quanto para o público visitante, que terá informações sobre os expositores durante o percurso da sua visitação. Diversos aparelhos de TV estarão por toda a feira divulgando, em tempo real, informações, ofertas, parcerias e demandas sobre compra e venda das empresas expositoras.

Uma oportunidade para os expositores da feira e potenciais clientes conhecerem as soluções de financiamento oferecidas pelo BRDE e seus parceiros para o segmento será oferecida no Mercoagro On Business. O BRDE possibilitará a efetivação de negociações/aquisições durante a feira, a partir de crédito bancário disponível na Mercoagro. Serão realizadas palestras e workshops sobre apoio à inovação no ambiente produtivo; consultoria especializada em soluções de crédito; consultoria para crédito para investimentos em inovação tecnológica; cases de sucesso no apoio ao investimento e inovação industriais.

O Painel Relacionamentos de Negócios oportunizará a troca de contatos e geração de novos negócios. A feira terá um espaço físico, disponível para todos (expositores e visitantes), para quem quiser deixar seu cartão de visita.

Além desses, outros eventos paralelos integrarão a programação da Mercoagro 2018: o 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne (em breve serão informados temas e palestrantes), Salão da Inovação, Clínica Tecnológica, Laboratório Experimental e Mercoshow.

MERCOAGRO
A feira terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, Fiesc, Senai, ABPA, ABIA, Sindicarne, Sihrbasc, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau. Mais informações no site: www.mercoagro.com.br

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Postado em 21 de Novembro de 2017 às 17h53

Frigol assume frigorífico em GO e torna-se o 4º maior do Brasil

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A Frigol S.A. anunciou na quinta-feira (16) a incorporação de unidade frigorífica em Cachoeira Alta (GO). Com isso, a indústria aumenta em 25% sua capacidade de abate de bovinos, atingindo 60 mil...

A Frigol S.A. anunciou na quinta-feira (16) a incorporação de unidade frigorífica em Cachoeira Alta (GO). Com isso, a indústria aumenta em 25% sua capacidade de abate de bovinos, atingindo 60 mil cabeças/mês e 180 mil toneladas de carne/ano. Esse negócio posiciona a Frigol na quarta posição entre as indústrias frigoríficas nacionais, segundo nota da empresa – atrás de JBS, Marfrig e Minerva.

Com o arrendamento, a Frigol passa a atuar com plantas em três estados: São Paulo (Lençóis Paulista), Pará (São Félix do Xingu e Água Azul do Norte) e, agora, Goiás (Cachoeira Alta).

O frigorífico de Cachoeira Alta faz parte da Rodopa Alimentos e estava desativado. A unidade processa carne resfriada e congelada, miúdos e subprodutos tanto para o mercado interno quanto externo – Hong Kong, Egito, Arábia Saudita, Vietnã e outros países.

A Frigol investirá cerca de R$ 5 milhões em equipamentos e na melhoria da infraestrutura para o início dos abates, processo que deve estar concluído em meados de dezembro de 2017. A planta tem capacidade para abater 600 bovinos/dia e incorporará cerca de R$ 360 milhões/ano à receita da Frigol. Serão gerados cerca de 400 empregos diretos para a reativação do frigorífico.

“Trata-se de uma unidade moderna e de bom porte, em um mercado muito importante e com boa oferta de gado, que se ajusta perfeitamente à estratégia de crescimento da Frigol”, disse em nota o CEO Luciano Pascon.

“A Frigol permanece atenta ao mercado, de olho em oportunidades estratégicas para novo ciclo de crescimento, com o respaldo de uma gestão financeira equilibrada, voltada para a geração de resultados para os stakeholders e foco em produtos de maior valor agregado.”

A Frigol projeta receita líquida de R$ 1,4 bilhão em 2017. As exportações representam cerca de 22% da produção da empresa. Com a nova unidade de Cachoeira Alta, a companhia passa a ter capacidade para processamento de 180 mil toneladas/ano. A produção é distribuída para todo o Brasil e exportada para mais de 60 países da América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e África. A capacidade de abate passa a superar 3 mil bovinos/dia e 1,2 mil suínos/dia. No total, a empresa gera 2,5 mil empregos diretos.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Novembro de 2017 às 17h35

NR-36, Treinamento de Segurança em Sistemas de Refrigeração por Amônia para frigoríficos

Notícias do Setor (147)

Será realizado em Maringá (PR), no próximo dia 9 de dezembro, o treinamento de segurança em sistemas de refrigeração por amônia.

Cleber Rocha, da Honeywell do Brasil, ministrará as tecnologias utilizadas nos Estados Unidos sobre detecção de gases e, principalmente, no sistema de refrigeração por amônia.

O sargento Rodrigo Marcelo do Corpo de Bombeiros, especialista em atendimento com produtos químicos, falará sobre as vestimentas de proteção química e equipamentos de proteção respiratória, onde todos irão colocar a vestimenta Nível A e como calcular o cilindro.

Já Fernando Rosalvo, técnico de Segurança do Trabalho do setor frigorífico, vencedor do Prêmio DuPont de Segurança e Saúde do Trabalhador 2016 na categoria Proteção Química, abordará o campo de atuação, o dia a dia do técnico e a prática do PAE e PGR.

Serviço
Treinamento de Segurança em Sistemas de Refrigeração por Amônia para frigoríficos
Dia 9 de dezembro de 2017 (Sábado)
Das 8h às 15h
Local: Hotel Metrópole Maringá (PR) - Av. XV de novembro 470
Mais informações: (18) 9 8175 5964 / fernandorosalvo@gmail.com

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Novembro de 2017 às 17h07

Mapa e associações de fiscais discutem novo modelo de inspeção

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 Novacki recebeu sugestões de entidades que representam servidores O ministro interino da Agricultura, Eumar Novacki, reuniu-se na semana passada com representantes de entidades de classe de fiscais agropecuários...

Novacki recebeu sugestões de entidades que representam servidores

O ministro interino da Agricultura, Eumar Novacki, reuniu-se na semana passada com representantes de entidades de classe de fiscais agropecuários (Anffa e Asfagro) para tratar do novo modelo de inspeção sanitária que está em estudo.

Novacki recebeu sugestões de metodologia e de procedimentos a serem avaliados na construção do modelo de inspeção que visa modernizar o sistema brasileiro e adequá-lo a padrões internacionais.

A reunião ocorreu em ambiente de colaboração, segundo o Mapa, sendo sugerida a realização de um seminário para ampla discussão do modelo de inspeção a ser implantado. Novacki disse ainda que o novo sistema não está definido ainda. “Temos que prosseguir analisando. Tudo será discutido e apresentado a todos”, assegurou em nota.

Representantes das entidades da categoria consideraram importante a capilarização do sistema de inspeção no país, com apoio dos estados, e se mostraram defensores da meritocracia no serviço público.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Novembro de 2017 às 16h56

JBS Carnes é reconhecida no PR por técnicas aplicadas no programa Açougue Nota 10

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 Renato Costa recebe o prêmio de Pedro Zonta (Divulgação/JBS) O mês de novembro marcou mais um importante prêmio para a JBS Carnes. As boas práticas implementadas pela companhia na rede...

Renato Costa recebe o prêmio de Pedro Zonta (Divulgação/JBS)

O mês de novembro marcou mais um importante prêmio para a JBS Carnes. As boas práticas implementadas pela companhia na rede Condor Supermercados foram destaques do prêmio Top Fornecedores Condor 2017, na categoria Perecíveis/Açougue.

Além da parceria comercial, a JBS Carnes foi reconhecida por conta das técnicas aplicadas pelo programa Açougue Nota 10. O projeto tem o objetivo de fidelizar os varejistas por meio de soluções para os açougues, levar treinamento técnico periódico aos açougueiros, enfatizar a importância do desenvolvimento de novos produtos e buscar sempre a qualidade da carne oferecida ao consumidor, com foco na qualidade e higiene de todo o ambiente.

O Açougue Nota 10 foi implementado em 44 unidades da rede Condor Supermercados e, com isso, segundo nota da empresa, garantiu o aumento expressivo da rentabilidade.

“Para o varejista, as vantagens são inúmeras. Com o treinamento oferecido pelo Açougue Nota 10, os açougueiros aprendem a manipular as peças da melhor forma possível e, assim, evitam o desperdício de matéria-prima. Além disso, o programa implementa um 'planograma' de cortes em cada loja, o que evita a ruptura de produtos que o consumidor deseja comprar no ponto de venda”, disse em nota Renato Costa, presidente da JBS Carnes.

“Conquistamos a melhoria na rentabilidade da venda dos cortes bovinos de toda a rede Condor com um atendimento diferenciado. Os benefícios se estendem para os clientes, que levam para casa uma peça já pronta para o preparo das receitas”, finalizou o executivo.

O evento de entrega do prêmio ocorreu no último dia 9 de novembro, em Curitiba (PR). A cerimônia foi comandada pelo presidente da Condor, Pedro Joanir Zonta.

Fonte: Carnetec