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Postado em 23 de Março às 14h57

Mercoagro 2018 - Mag Mak apresenta soluções em máquinas e equipamentos

Notícias do Setor (181)

Fabricante de máquinas e equipamentos para a indústria de processamento de alimentos, a Mag Máquinas – Mag Mak Indústria de Máquinas Frigoríficas LTDA estará presente na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). Nascida da união de quatro importantes profissionais da área de metalmecânica, sendo que cada um agregou à empresa uma história de mais de 20 anos de experiência, a Mag Mak oferece soluções que atendam às necessidades dos clientes de forma eficaz.

A empresa busca ser referência em qualidade, inovação e atendimento de excelência na oferta de máquinas, equipamentos e serviços. Atua em toda a América Latina para frigoríficos dos segmentos de aves, suínos, bovinos, peixes e fábricas de industrializados.

Entre os principais produtos estão a esteira transportadora, processadora de moelas, embaladora de miúdos e cortes, transportadores aéreos, depenadeira e chiller para frangos.

A Mag Mak estará na Mercoagro no Pavilhão Azul, Rua 1100, Estande nº 1104. Mais informações da empresa no site www.magmak.com.br.

MERCOAGRO

Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 180 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios na ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetrading, Sebrae/SC, Sindicarnes, Sihrbasc, Unochapecó, Abrafrigo, Unoesc, Embrapa Suínos e Aves, Asgav/Sipargs, Programa Ovos RS, Abiaf, Sincravesc, ITAL e Nucleovet.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br

MARCOS A. BEDIN
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Postado em 22 de Março às 14h35

VPJ Pecuária fecha parceria com boutique de carnes Eataly em SP

Notícias do Setor (181)

Marca VPJ Black Angus (Divulgação / Arquivo 2015)

A VPJ Pecuária, empresa de abate e processamento de carne bovina premium, fechou uma parceria com a boutique de carnes Eataly, em São Paulo, que passará a vender a linha de produtos VPJ Angus Black, segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Angus (ABA) na terça-feira (20).

A marca VPJ Angus Black tem o selo de certificação Angus Gold, que garante que a carne foi produzida dentro dos padrões de qualidade e grau de marmorização de cortes estabelecidos pela ABA.

São Paulo é responsável por 60% das vendas totais de carnes da VPJ e por 90% dos produtos da linha premium, segundo informações do presidente da empresa, Valdomiro Poliselli Júnior, divulgadas no site da ABA.

O selo Angus Gold é concedido a carnes originadas de animais dente de leite castrados e fêmeas com o mínimo de 50% de genética angus e acabamento uniforme de gordura. Comprovados os critérios de idade e grau de acabamento, a carcaça vai para o resfriamento e após 24 horas na câmara fria é cortada para realização do teste de pH e análise do grau de marmoreio e cor, antes de receber o selo Angus Gold.

Frigoríficos brasileiros sentiram os efeitos negativos da crise econômica doméstica nas vendas de carnes nos últimos anos, mas a expectativa para 2018 é de recuperação na demanda, segundo analistas.

A JBS anunciou em janeiro a ampliação da oferta de produtos premium, com o lançamento da marca 1953 no varejo, com cortes de carnes originárias de uma mistura de raças europeias.

Fonte: Carnetec


Postado em 22 de Março às 14h30

Abate de bovinos sobe 3,8% em 2017, de suínos bate recorde e de frangos cai

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Os abates de bovinos no Brasil somaram 30,83 milhões de cabeças no ano passado, alta de 3,8% ante 2016, o primeiro crescimento anual após três anos consecutivos de queda, segundo dados divulgados pelo...

Os abates de bovinos no Brasil somaram 30,83 milhões de cabeças no ano passado, alta de 3,8% ante 2016, o primeiro crescimento anual após três anos consecutivos de queda, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira (21).

Em 2016, os abates de bovinos no Brasil tinham caído 3,2%, ante 2015, refletindo a baixa disponibilidade de animais e consumo deprimido. No ano passado, houve recuperação na oferta de animais com início da retomada do consumo doméstico e elevação das exportações.

O abate de bovinos em 2017 cresceu em 16 das 27 unidades da Federação pesquisadas, com destaque para Goiás (+355,50 mil cabeças), Minas Gerais (+297,03 mil), Mato Grosso (+227,15 mil), Mato Grosso do Sul (+144,61 mil), Paraná (+85,65 mil) e Rondônia (+68,36 mil).

As principais reduções nos abates foram verificadas no Pará (-86,95 mil cabeças), Tocantins (-42,46 mil), Maranhão (-38,23 mil) e Acre (-25,67 mil).

O estado de Mato Grosso liderou o ranking dos abates, tendo sido responsável por 15,6% do total de bovinos abatidos no Brasil, seguido por Mato Grosso do Sul (11,1%) e Goiás (10,3%).

Os abates contabilizados pelo IBGE consideram aqueles sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária.

Abate de suínos bate recorde
O abate de suínos no ano passado aumentou 2% em relação a 2016, para 43,19 milhões de cabeças, um recorde para o setor desde o início da pesquisa do IBGE em 1997.

Houve crescimento da atividade em 12 dos 25 estados acompanhados, principalmente em Santa Catarina (+772,49 mil cabeças), maior produtor de suínos brasileiro e responsável por 26,6% de todos os abates de suínos realizados no ano passado no Brasil.

Outros crescimentos foram verificados no Paraná (+322,56 mil), Mato Grosso do Sul (+128,18 mil), Minas Gerais (+100,06 mil) e Mato Grosso (+75,78 mil).

Quedas nos abates de suínos ocorreram no Rio Grande do Sul (-334,55 mil cabeças), São Paulo (-81,87 mil) e Goiás (-69,77 mil).

Abates de frangos caem após quatro anos de alta
Uma queda de 0,3% marcou a atividade de abates de frangos no Brasil no ano passado, quando foram abatidas 5,84 bilhões de cabeças, após quatro anos consecutivos de alta.

A agroindústria de carne de frango foi afetada negativamente em 2017 pelos embargos temporários por países importadores do produto e reduções de consumo relacionadas à Operação Carne Fraca, da Polícia Federal.

As reduções nos abates de frangos ocorreram em nove das 24 unidades acompanhadas pelo IBGE, incluindo Mato Grosso (-40,23 milhões de cabeças), Minas Gerais (-39,78 milhões), Distrito Federal (-13,72 milhões) e Santa Catarina (-11,07 milhões).

As maiores altas nos abates foram verificadas em São Paulo (+26,05 milhões de cabeças), Goiás (+20,20 milhões), Rio Grande do Sul (+15,42 milhões), Bahia (+9,62 milhões), Paraná (+9,51 milhões) e Mato Grosso do Sul (+6,34 mil).

O maior estado produtor de frangos foi o Paraná, que abateu 31,5% do total nacional, seguido por Santa Catarina (14,7%) e Rio Grande do Sul (14,5%).

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Março às 21h45

Grupo Marfrig é o mais novo associado da Abrafrigo

Notícias do Setor (181)

Desde o último dia 13 de março, a Marfrig Global Foods S.A., segundo maior grupo do setor de processamento de carnes do Brasil e entre os três maiores do mundo, é a mais nova associada da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), entidade que reúne empresas responsáveis por mais de 50% do abate de bovinos no país.

A Marfrig e seus produtos estão presentes em mais de cem países, atuando com a operação de 48 plantas de processamento, centros de distribuição e escritórios no Brasil e em 11 países da América do Sul, América do Norte, Europa, Oceania e Ásia. A sua plataforma possui capacidade anual de produção 982 mil toneladas de alimentos industrializados e capacidade anual de processamento de 5 milhões de cabeças de gado, 476,5 milhões de frangos, 8,8 milhões de perus e 3 milhões de ovinos.

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Março às 21h33

JBS é destaque em plataforma global que avalia risco ambiental das companhias

Notícias do Setor (181)

Divulgação / JBS

A JBS recebeu importantes reconhecimentos de suas práticas corporativas de sustentabilidade, de acordo com os critérios estabelecidos pela organização internacional CDP, anunciou a companhia recentemente. Na edição do programa CDP Supply Chain 2017, a empresa obteve destaque nos módulos Florestas e Água, alcançando a nota A- nas duas categorias.

“Esses reconhecimentos comprovam que seguimos avançando com nossa política e estratégia de sustentabilidade, em temas de grande relevância para a JBS. Ao longo dos últimos anos, a companhia fez investimentos significativos com o objetivo de melhorar nossos padrões de sustentabilidade, em toda a cadeia de produção, tanto na operação quanto junto aos nossos fornecedores”, disse o diretor de Sustentabilidade da JBS, Márcio Nappo, em nota.

A gestão da Sustentabilidade na JBS é feita com base em cinco temas estratégicos que orientam as operações globais da companhia: saúde e segurança no trabalho; bem-estar animal; gestão de recursos hídricos; qualidade e integridade do produto e mudanças climáticas.

O programa CDP Supply Chain permite que as empresas construam estratégias para o engajamento de seus fornecedores, com uma abordagem colaborativa, buscando o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor. A avaliação ocorre por meio de convite às empresas fornecedoras, que respondem a um questionário sobre riscos e oportunidades associados às mudanças climáticas, segurança hídrica e ações de combate ao desmatamento.

A JBS obteve destaque no módulo CDP Supply Chain Florestas, que avalia informações da cadeia de fornecedores de commodities agrícolas (óleo de palma, soja, gado e madeira) em relação a políticas de ações que previnem o desmatamento associado aos produtos.

Já no CDP Supply Chain Água, a JBS se destacou por seu Programa de Gestão Sustentável de Água, criado para gerir e mitigar a exposição aos riscos hídricos, e pelas inúmeras iniciativas de melhorias de processos, redução do consumo de água e alternativas de reúso implantadas em suas unidades. Outro ponto de destaque é a estrutura de governança da empresa para tratar do tema, comandada por um Comitê de Sustentabilidade, formado pela alta liderança da companhia.

A metodologia de pontuação do CDP mostra o progresso de cada empresa em cada um dos temas avaliados, a partir de quatro categorias: divulgação dos dados (pontuação D- e D), conscientização (pontuação C- e C), gestão (pontuação B- e B), e liderança, caracterizada pela adoção das melhores práticas (pontuação A e A-).

O CDP é hoje uma das principais plataformas globais para o acompanhamento das políticas corporativas de sustentabilidade das grandes empresas. Seu conteúdo é utilizado como fonte de informação para o mercado financeiro internacional, com o intuito de avaliar o risco ambiental das companhias. Atualmente, mais de 5,6 mil organizações de todo o mundo reportam seus dados ao CDP.

Fonte: Carnetec


Postado em 15 de Março às 13h22

Unidade da Seara recebe certificado de compartimentação avícola

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A unidade da produtora de carne de frango Seara em Itapiranga (SC) e a de genética do setor de ovos da Hy-Line do Brasil em Nova Granada (SP) receberam na quarta-feira (14) o certificado de compartimentação...

A unidade da produtora de carne de frango Seara em Itapiranga (SC) e a de genética do setor de ovos da Hy-Line do Brasil em Nova Granada (SP) receberam na quarta-feira (14) o certificado de compartimentação emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na sede da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em São Paulo (SP).

A compartimentação constitui a produção em compartimentos, que mapeiam e isolam plantas e estruturas das granjas. Em uma produção estruturada dessa forma, a reação a uma eventual doença ou epidemia é mais rápida e de mais fácil controle, conferindo maior segurança sanitária à cadeia produtiva.

O sistema também evita a suspensão de compras por importadores caso seja verificado problema sanitário em determinado compartimento, já que este está isolado.

“O Brasil é o único grande produtor no mundo a nunca registrar influenza aviária em seu território. É, também, o primeiro a adotar o modelo compartimentado de produção, que permite respostas mais efetivas em situações sanitárias”, disse o presidente da ABPA, Francisco Turra, em nota.

“São vantagens competitivas determinantes no mercado internacional e que devem fazer o país avançar ainda mais como líder mundial das exportações avícolas. Neste momento de incontáveis desafios para o setor, é fundamental lembrar ao mundo que não somos líderes por acaso.”

Granjas produtoras da empresa de genética avícola Cobb-Vantress também já estão certificadas. Unidades de frangos de corte da BRF, em São Lucas do Rio Verde (GO), e da São Salvador Alimentos, além de produtoras de genética da Aviagen e da Hendrix-Genetics estão em fase final de compartimentação.

Na Seara, o projeto de compartimentação está presente em 21 núcleos de granjas de matrizes, dois incubatórios e no frigorífico de Itapiranga, além da fábrica de rações de São Miguel do Oeste e de Itapiranga, em 283 granjas de frangos de corte e três fábricas de maravalha.

“Trata-se de um projeto estratégico para a sustentabilidade de negócios da companhia, uma vez que o compartimento adota procedimentos com elevado nível de biossegurança”, disse o diretor de Agropecuária da Seara, José Antonio Ribas Junior, em nota.

Os projetos de compartimentação da avicultura no Brasil foram iniciados em 2008, com o apoio da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), segundo a ABPA.

Fonte: Carnetec


Postado em 09 de Março às 10h27

Qualidade da carne demanda cuidados de ponta a ponta da cadeia

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Autora: Elaine Bedeschi é gerente de Qualidade da Divisão Beef da Marfrig Global Foods "A produção de carne de qualidade envolve diversas etapas. Na Divisão Beef da Marfrig Global Foods,...

Autora: Elaine Bedeschi é gerente de Qualidade da Divisão Beef da Marfrig Global Foods

"A produção de carne de qualidade envolve diversas etapas. Na Divisão Beef da Marfrig Global Foods, os cuidados acontecem desde o início da cadeia, pois sabemos que a recompensa por tanto zelo em todas as fases é um produto de qualidade com grande apelo de consumo.

O estado nutricional do animal, a idade, o período de descanso pré-abate e os métodos de processamento da carcaça são fatores que podem influenciar no rendimento e na qualidade da carne.

O bom manejo pré-abate deve começar no embarque na fazenda. O envio de lotes homogêneos, o trabalho tranquilo dos peões, sem correrias desnecessárias e sem cães ameaçando os animais, é importante para evitar o estresse do animal. Um ponto de atenção se refere ao embarcadouro, que não deve terminar em rampa, mas ser projetado para ter um último lance horizontal, pois isto evita com que os animais batam a garupa na entrada do caminhão boiadeiro, o que gera perda nesta região de cortes nobres.

O transporte também deve ter a atenção redobrada e ser feito nos horários mais frescos do dia. O caminhoneiro tem de ter consciência de como ele pode interferir no bem-estar e qualidade do que transporta. A Marfrig, por exemplo, investe em treinamento dos condutores de veículos boiadeiros e, hoje, há um contingente satisfatório de motoristas bem preparados, para os quais estímulo e reconhecimento ajudam a manter esse ciclo positivo para a qualidade da carne.

Após o transporte, é necessário que os animais sejam alocados em espaços adequados, com antiderrapantes, e sejam abastecidos com água no curral do frigorífico.

Importante destacar que as condições de bem-estar dos animais interferem na qualidade da carne. Os animais não devem ser submetidos a situações de estresse, que consomem grandes níveis de glicose. O ácido lático produzido após o abate é o que causa acidez no músculo e permite uma série de reações necessárias para o processo de transformação de músculo em carne. Quando as reações subsequentes, que correspondem à degradação natural das fibras musculares por enzimas presentes no próprio músculo, não se processam adequadamente, temos uma carne de baixa qualidade, ou seja, escura, dura e seca.

Em seguida à etapa de descanso, é importante se atentar às carcaças. O problema de carcaças recobertas por menos tecido gorduroso do que o devido ou em excesso, é que elas resfriam de maneira muito rápida ou muito lentamente, pois falta a cobertura de gordura que reduz velocidade de redução da temperatura ou tem em excesso, o que interfere nesta mesma redução de temperatura, resultando em uma carne com condições de textura desfavorável caso se mantenham as mesmas condições de resfriamento. O ideal é manter a carcaça em 24 horas sob maturação e se possível a 48 horas em uma temperatura de máximo 2,1°C nas primeiras 24 horas e entre 0°C e 2°C até completar 48 horas.

Como a maciez é o atributo mais ligado à valorização da carne pelo mercado, este é o principal motivo de os frigoríficos exigirem animais jovens e um grau mínimo de terminação de carcaça, bem como pelo fato de um dos principais requisitos de programas de estímulo à melhoria da carne ser a conformação de gordura. É importante frisar, ainda, que a gordura tem importante papel em melhoria de sabor da carne, pois os compostos aromáticos (responsáveis por conferir sabor) estão diretamente relacionados a ela. Essa é a razão pela qual cortes com mais gordura entremeada serem os mais saborosos.

Apesar de a gordura não melhorar propriamente a maciez, ela aumenta a percepção neste sentido, porque a gordura dá suculência à carne, amplia a sensação de maciez por quem a mastiga. Isso explica, por exemplo, por que os cortes mais caros são de carnes com mais gordura intramuscular, o chamado marmoreio.

Por fim, as carcaças são encaminhadas para a linha de produção onde são produzidos os cortes a serem embalados para venda ao consumo final. Na Divisão Beef da Marfrig, os cortes são embalados a vácuo, o que melhora a conservação do alimento e evita que qualquer micro-organismo que possa deteriorar a carne se desenvolva.

Então desossados, os cortes ficam de 5 a 15 dias após o abate em câmaras frigoríficas, nas quais a carne é mantida em baixas temperaturas, que em média variam de -2°C a 2°C. Para os nossos produtos vendidos classificados como maturados, nosso processo é de 14 a 21 dias mantidos a temperatura de -2°C a 2°C.

A Marfrig trabalha de forma a manter manejo adequado dos animais e existe em cada unidade um responsável pelo bem-estar animal, que integra toda a cadeia de produção da carne e atua todo o tempo com o foco único de garantir qualidade aos produtos oferecidos pela empresa provenientes de animais abatidos em suas dependências."

Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36205.jpg

Fonte: Carnetec


Postado em 09 de Março às 10h23

Exportação de carne bovina sobe 21% em fevereiro, impulsionada por China

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 As vendas externas de carne bovina brasileira subiram 21% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, para 120,6 mil toneladas, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos...

As vendas externas de carne bovina brasileira subiram 21% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, para 120,6 mil toneladas, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na quinta-feira (08).

Essas vendas equivaleram a US$ 482,4 milhões em receita para os frigoríficos exportadores, 22% acima do faturamento registrado em fevereiro do ano passado.

No primeiro bimestre, o volume total de carne bovina brasileira exportada somou 244,4 mil toneladas, aumento de 18% na comparação com os dois primeiros meses do ano passado, mesmo com o embargo da Rússia ao produto brasileiro, iniciado em dezembro de 2017. A receita acumulada com as exportações no período somou US$ 1 bilhão, alta de 23%.

A China é a principal responsável pelo grande volume de exportações de carne bovina brasileira. Hong Kong elevou em 72% suas importações em fevereiro e a China continental comprou 31% a mais que em igual mês do ano passado. As vendas para esses destinos totalizaram 117 mil toneladas, equivalente a quase 40% do total de carne bovina exportada pelo Brasil em fevereiro.

A Abrafrigo informou em nota enviada à imprensa que considera que esses resultados são “um bom prognóstico para o comportamento do setor exportador de carne bovina em 2018, quando se espera um crescimento na movimentação e na receita ao redor 10%, com a volta de clientes tradicionais como os russos e abertura de novos mercados na Ásia”.

Além da China, o Egito também foi um importante destino para o produto. O país elevou as compras em 168% em fevereiro de 2018 ante fevereiro de 2017, para 28,3 mil toneladas.

Crescimentos relevantes também foram constatados nas importações por países da União Europeia, principalmente para Alemanha (+ 92,5%), Países Baixos (+35%), Itália (+29%), Espanha (+75%) e Reino Unido (+11%).

Na América do Sul, o Chile elevou as compras em 68%.

No total, 66 países aumentaram suas importações enquanto 50 reduziram as compras de carne bovina brasileira em fevereiro, na comparação anual.

Fonte: Carnetec


Postado em 06 de Março às 08h00

Alegra fatura R$ 512,4 milhões em 2017

Notícias do Setor (181)

A Alegra, marca de carne suína administrada pelas cooperativas Frísia, Castrolanda e Capam, teve um faturamento de R$ 512,4 milhões em 2017, aumento de 38% ante 2016, segundo informações divulgadas pela Frísia.

A unidade industrial de carnes que produz as carnes da marca Alegra, localizada em Castro (PR), gerou resultado líquido negativo no ano passado, mas houve melhora em relação a 2016, segundo a Frísia.

A companhia espera que o desempenho da unidade de carnes melhore em 2018, “porém ainda sem sobras de balanço”, segundo informou em seu relatório anual de resultados.

Em 2017, a unidade abateu 752,5 mil suínos, ante 650,4 mil em 2016. Cerca de 31% do total da produção de carnes da unidade foi dedicada ao mercado externo.

A Frísia, que atua nos segmentos de carne, leite e grãos, teve um faturamento total de R$ 2,4 bilhões em 2017, uma alta ante a receita de R$ 2,3 bilhões do ano anterior. A Frísia tem 25% de participação no negócio de carnes da Alegra.

Fonte: Carnetec


Postado em 02 de Março às 14h17

Seminário Internacional de Industrialização da Carne é destaque entre eventos paralelos à Mercoagro

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Estão definidos os principais eventos paralelos à feira Mercoagro 2018, programada para 11 a 14 de setembro no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), e organizada pela...

Estão definidos os principais eventos paralelos à feira Mercoagro 2018, programada para 11 a 14 de setembro no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC), e organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic). O principal será o 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, no dia 12 de setembro, das 8h às 12h30, no auditório do campus da Unochapecó. O seminário será estruturado e coordenado pelo Senai Chapecó e focalizará as técnicas e inovações mais expressivas do mercado mundial de carnes.

Além de palestras nacionais e internacionais de alto nível, os participantes do seminário terão oportunidade de conhecer, no dia 14 de setembro, a infraestrutura, os laboratórios, os projetos de pesquisas, os cursos e as oportunidades voltadas ao setor que a Unochapecó oferece.

O gerente do projeto Mercoagro, Nadir José Cervelin, destacou o apoio do Senai e da universidade ao processo de inovação e atualização tecnológica que a Mercoagro proporciona à indústria por meio do seminário. “A difusão de conhecimento é um dos papéis que a feira exercerá com mais vigor a cada edição”, disse em nota.

Outros eventos previstos são a Rodada de Negócios (exclusiva para expositores), a Sessão de Negócios (uma por dia, aberta ao público externo) e os Painéis de Oportunidades (destinados às empresas participantes da Mercoagro 2018), todos sob coordenação do Sebrae/SC.

A programação paralela da Mercoagro 2018 conta, ainda, com o Salão de Inovação, a Clínica Tecnológica e o Laboratório Experimental, coordenados pelo Senai. Também fazem parte da programação a Mercoshow, o Painel de Classificados Mercoagro, a Mercoagro On Business e o Painel Relacionamentos de Negócios. Todos os eventos serão gratuitos. O detalhamento de horários, dias e locais serão definidos pela Comissão Organizadora.

Mais informações: www.mercoagro.com.br

Fonte: Carnetec


Postado em 01 de Março às 12h20

JBS Couros conquista reconhecimento global de boas práticas em unidades na América do Sul

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A JBS Couros confirma seu compromisso com a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do couro após receber, mais uma vez, reconhecimento máximo em rastreabilidade nas auditorias do Leather Working Group (LWG) em...

A JBS Couros confirma seu compromisso com a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do couro após receber, mais uma vez, reconhecimento máximo em rastreabilidade nas auditorias do Leather Working Group (LWG) em oito de suas 15 plantas na América do Sul, informou a empresa no mês passado.

Entre dezembro de 2017 e janeiro deste ano, sete de suas unidades produtivas e um centro de distribuição na região foram certificados por suas melhores práticas ambientais nos processos produtivos.

No Brasil, as unidades de Barra do Garças (MT), Cacoal (RO), Colorado do Oeste (RO), Porangatu (GO) e São Luiz de Montes Belos (GO) mantiveram suas medalhas de ouro. As plantas de Uberlândia (MG) e de Buenos Aires (Magdalena), na Argentina, continuaram com a medalha de prata nessa rodada de auditorias. Além disso, o centro de distribuição de Campo Grande (MS), em sua primeira auditoria seguindo o protocolo de distribuidores do LWG, atingiu a pontuação máxima (100%).

No quesito rastreabilidade, todas as unidades mencionadas registraram nota máxima, com a totalidade dos couros processados fisicamente marcados e rastreáveis. Outras seis plantas da região renovarão suas certificações ao longo do ano e já contam com a medalha de ouro e reconhecimento máximo em rastreabilidade. Já as unidades de Montenegro (RS) e Montevideo, no Uruguai, serão auditadas pela primeira vez neste ano.

“Essas conquistas demonstram não somente o compromisso da JBS com práticas ambientais em linha com as mais altas demandas de mercado, mas também a confiabilidade de seus produtos e processos. A JBS Couros conta com um sistema de rastreabilidade que permite identificar a origem dos materiais processados pela empresa, assim como ter uma visão detalhada de todas as ações aplicadas à matéria-prima, da origem até a distribuição e entrega a nossos clientes", disse em nota Fernando Bellese, gerente de Marketing e Sustentabilidade da JBS Couros.

Formado por grandes marcas internacionais, fornecedores, varejistas e empresas do segmento, o LWG conta com métricas como consumo de água, energia, controle de substâncias restritas, gestão de resíduos e tratamento de efluentes, focadas nas boas práticas ambientais.

"A estrutura verticalizada da JBS Couros permite uma abordagem única no setor, que cuida de cada detalhe. Nossa preocupação constante com temas como bem-estar animal, qualidade do couro, desempenho ambiental e social, pesquisa e inovação impactam diretamente e positivamente na qualidade e confiabilidade de nossos produtos", acrescentou Bellese.

Fonte: Carnetec


Postado em 01 de Março às 12h16

Pif Paf vai investir R$ 100 mi em 2018, quer expandir exportações

A Pif Paf Alimentos, empresa mineira especializada na produção de carne de frango e suína, anunciou recentemente que pretende investir R$ 100 milhões em 2018, impulsionar o desempenho operacional e elevar exportações.

O investimento será focado em sistemas de gestão, desenvolvimento de produtos, armazenagem, automação e industrialização. A companhia informou que pretende aumentar a alavancagem “de forma responsável” e colocar mais máquinas nas linhas de produção, segundo comunicado enviado à imprensa.

A Pif Paf elevou as exportações em 35% no ano passado e pretende continuar ampliando as vendas externas neste ano. A empresa já havia afirmado à CarneTec ao final de 2017 que pretendia dobrar a participação das exportações no faturamento da Pif Paf no futuro.

Em 2017, a empresa iniciou o atendimento ao mercado argentino. A Pif Paf ainda exporta para Cingapura, Rússia, Japão, Hong Kong, Costa do Marfim, Angola, Vietnã, Cuba, Geórgia, Timor Leste, entre outros países. As aves representam 70% das exportações do grupo.

“As exportações nos possibilitam ampliar o leque de clientes. Assim, podemos direcionar, de forma adequada, determinados produtos mais apreciados em mercados específicos que melhor os remuneram”, disse o diretor superintendente da Pif Paf, Paulo Andrade.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Fevereiro às 17h22

Frigoríficos de MT têm alta na utilização de capacidade em 2018

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Frigoríficos de carne bovina mato-grossenses iniciaram 2018 com aumento no uso da capacidade e elevação dos abates, segundo informações divulgadas pelo Instituto Mato-Grossense de Economia...

Frigoríficos de carne bovina mato-grossenses iniciaram 2018 com aumento no uso da capacidade e elevação dos abates, segundo informações divulgadas pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta semana.

O aumento na oferta de animais motiva o crescimento do abate no estado, com alta no número de fêmeas abatidas em relação ao ano anterior, e reabertura de plantas frigoríficas.

“A expectativa de aumento na oferta de animais e o histórico de crescimento da pecuária mato-grossense têm animado as indústrias e já há expectativas para abertura de mais frigoríficos”, escreveram analistas do Imea em relatório.

A capacidade total de abate em frigoríficos de MT com registro de inspeção federal (SIF) e estadual (SIE) é de 31,9 mil animais por dia. A capacidade de utilização dos frigoríficos no estado subiu 10 pontos percentuais em relação a janeiro de 2017, a 53,37%.


Postado em 23 de Fevereiro às 16h05

Produção de carne bovina deve crescer 5% em 2018, diz Rabobank

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A produção brasileira de carne bovina deve crescer 5% em 2018, na comparação com o ano passado, e exceder 9,8 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento de vacas abatidas, segundo...

A produção brasileira de carne bovina deve crescer 5% em 2018, na comparação com o ano passado, e exceder 9,8 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento de vacas abatidas, segundo relatório divulgado pelo Rabobank na quinta-feira (22).

Nos primeiros nove meses de 2017, a produção brasileira de carne bovina subiu 2,5%, quando comparada ao mesmo período de 2016, sinalizando que o ciclo de retenção de fêmeas chegou ao fim. Já os preços de bezerros caíram em média 11% em 2017, na comparação com 2016.

A recuperação do consumo doméstico de carne bovina também é esperada para 2018, com base na expectativa de crescimento de 2% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

“Alguma demanda adicional será mais que bem-vinda, já que uma oferta adicional – estimada em cerca de 400 mil toneladas – é esperada para 2018.”

O Rabobank estima que produtores e frigoríficos de carne bovina entreguem resultados melhores em 2018.

Fonte: Carnetec


Postado em 31 de Janeiro às 10h25

Rabobank espera alta de 20% na exportação de carne suína do Brasil pra China em 2018

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Expomeat 2017 As vendas de carne suína brasileira para a China podem crescer 20% em 2018, diante do aumento da oferta e competitividade do produto brasileiro, estimam analistas do Rabobank em relatório divulgado na...

As vendas de carne suína brasileira para a China podem crescer 20% em 2018, diante do aumento da oferta e competitividade do produto brasileiro, estimam analistas do Rabobank em relatório divulgado na terça-feira (30).

As importações totais de carne suína pela China tendem a aumentar cerca de 6% em 2018, após queda significativa em 2017, quando o país asiático tinha elevados estoques de carnes congeladas e os preços internacionais da carne suína estavam altos, segundo o Rabobank.

“Acredita-se que os estoques de carne de porco da China tenham diminuído ao longo do ano passado; os preços nos países exportadores devem cair ainda mais em 2018, já que a oferta está expandindo”, escreveram analistas do Rabobank.

A implementação da nova política ambiental chinesa, que já resultou no desmantelamento de fazendas de produção de suínos nas regiões leste e sul do país, também tende a resultar em fortes exportações de carne suína diretamente para estas áreas, segundo os analistas.

O Brasil exportou quase 50 mil toneladas de carne suína para a China em 2017, queda de 40% em volume, na comparação com o ano anterior, segundo dados compilados pelo Rabobank.

A estimativa de crescimento da demanda chinesa em 2018 pelo Rabobank, caso se confirme, seria um alento para a agroindústria de carne suína brasileira, que atualmente está impedida de exportar para a Rússia, mercado que foi responsável por cerca de 40% de todo o volume do produto exportado pelo Brasil no ano passado.

Fonte: Carnetec