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Postado em 12 de Janeiro às 10h51

Cepea vê alta de até 1,57% na demanda doméstica por carne de frango em 2018

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A produção de carne de frango brasileira deve crescer 3,34% e a demanda doméstica pode subir entre 1,32% e 1,57% em 2018, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada...

A produção de carne de frango brasileira deve crescer 3,34% e a demanda doméstica pode subir entre 1,32% e 1,57% em 2018, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apresentados nesta semana.

As projeções levam em consideração as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Banco Central do Brasil (BC) e apontam para aumento da oferta interna do produto.

Considerando o cenário mais conservador, de crescimento de 0,62% da economia no ano, o excedente de carne de frango para exportação teria aumento de 7,4% ante 2017.

“Esse cenário mostra que, novamente, o setor vai depender fortemente das exportações e reforça a necessidade de a avicultura nacional seguir cumprindo os requisitos sanitários exigidos por importantes demandantes internacionais”, informou o Cepea em nota. “Caso todos os excedentes sejam absorvidos pelo mercado internacional, o volume corresponderia a 34,5% da produção nacional.”

Num cenário mais otimista, de crescimento de 2,53% do PIB, os excedentes para exportação teriam crescimento de 6,91%.

A maior demanda esperada pela China pode ajudar a absorver o excedente de carne de frango estimado para o mercado brasileiro neste ano. Além disso, o Brasil tem vantagem competitiva no mercado internacional já que nunca registrou caso de influenza aviária, ao contrário de muitos concorrentes.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estimou no final de 2017 que as exportações de carne de frango devem crescer entre 1% e 3% em volume em 2018, com recuperação dos níveis de embarques para a União Europeia, de mercados do Oriente Médio e da China. Já a produção deve crescer de 2% a 4%, segundo a entidade.

No mercado doméstico, a recuperação da economia tende a favorecer o crescimento do consumo, segundo os pesquisadores do Cepea, apesar do esperado crescimento nos custos de produção.

Fonte: Carnetec


Postado em 11 de Janeiro às 12h28

BRF lança marca Kidelli com 14 produtos no portfólio

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A BRF S.A. anunciou na terça-feira (09) o lançamento de sua marca Kidelli, focada no atendimento ao mercado de produtos à base de carne de frango e suína com preços mais baixos, segmento...

A BRF S.A. anunciou na terça-feira (09) o lançamento de sua marca Kidelli, focada no atendimento ao mercado de produtos à base de carne de frango e suína com preços mais baixos, segmento responsável por mais de 30% das vendas de alimentos processados no país.

A marca tem um portfólio composto por 14 produtos em nove categorias, entre as quais presuntaria, empanados, mortadela, linguiças e hambúrguer.

“O portfólio da nova marca será uma opção tanto para compra diária de alimentos para consumo em casa, quanto para transformadores que buscam produtos de qualidade com preço competitivo”, informou a BRF em comunicado.

Os produtos, que estarão disponíveis em todo o país a partir de fevereiro, serão produzidos em cinco unidades da BRF, sendo que a maior parte do volume virá das plantas de Uberlândia (MG) e Videira (SC).

“Kidelli irá atuar em um segmento do mercado que registra crescimentos robustos nos últimos anos, ampliando as oportunidades de negócios para o portfólio da BRF”, disse o vice-presidente de Operações da BRF no Brasil, Alexandre Almeida.

“Nos últimos três anos, a BRF investiu R$ 560 milhões em inovação e parte deste montante foi para o desenvolvimento da nova marca.”

A companhia já havia anunciado sua intenção de apresentar uma nova marca no ano passado, dentro de sua estratégia para otimizar a produção com aproveitamento de sobras de matéria-prima. A Kidelli é a terceira marca de produtos cárneos da BRF no Brasil, onde já atua por meio da Sadia e da Perdigão.

A empresa preparou um esforço de venda exclusivo para distribuir a Kidelli, focada em distribuidores independentes e redes atacadistas.

A aposta no segmento de produtos de baixo custo vai pelo caminho oposto à estratégia adotada pela JBS S.A., que tem buscado aumentar a presença no segmento de produtos de alto valor agregado. Na semana passada, a JBS anunciou o lançamento de sua marca 1953, fazendo sua estreia no segmento premium de carne bovina para o varejo.

Fonte: Carnetec


Postado em 11 de Janeiro às 12h13

JBS reabre unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A JBS reabriu sua unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia (GO) na sexta-feira (05), após um período de 90 dias parada para reforma na infraestrutura e equipamentos da planta, informou a empresa na...

A JBS reabriu sua unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia (GO) na sexta-feira (05), após um período de 90 dias parada para reforma na infraestrutura e equipamentos da planta, informou a empresa na terça-feira (09).

“Goiânia é uma de nossas plantas mais importantes, pois além de abastecer o mercado interno, conta com uma lista de mais de 60 países atendidos”, disse o presidente da JBS Carnes, Renato Costa, por meio de comunicado.

“A unidade é uma referência em tecnologia e processos para a própria companhia, assim como para todo o setor.”

A unidade de Goiânia, adquirida pela JBS em 1996, emprega 837 trabalhadores diretos.

A assessoria de imprensa da JBS diz que empresa não divulga detalhes sobre a capacidade de abate da unidade.

A JBS Carnes anunciou na semana passada o lançamento da marca 1953, de produtos de carne bovina premium para o varejo brasileiro, marcando a sua estreia neste segmento. A empresa também elevou sua capacidade de produção de charque e carne seca em Santana de Parnaíba (SP), no final de 2017, após investimento em novas instalações.

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 11h37

Abates de bovinos em MT sobem 29% no 3º trimestre

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 Os abates de bovinos em Mato Grosso, estado com o maior rebanho brasileiro, subiram 29,3% no terceiro trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, para 363,6 mil toneladas, informou o Instituto...

Os abates de bovinos em Mato Grosso, estado com o maior rebanho brasileiro, subiram 29,3% no terceiro trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, para 363,6 mil toneladas, informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) em relatório publicado em seu site na segunda-feira (19).

“Além dos avanços de produção neste trimestre, vale destacar a produtividade durante este período, visto que tanto no Brasil quanto em Mato Grosso foram batidos recordes”, informou o Imea.

O Imea calcula que a média de proteína gerada pelos bovinos no Brasil no 3º trimestre foi de 252,92 quilos/cabeça, enquanto em Mato Grosso ficou em 274,39 kg/cab, alcançando os maiores valores já registrados na história.

“Este bom desempenho demonstra que os avanços tecnológicos dentro da porteira da pecuária não foram interrompidos pelos problemas fora da porteira e que Mato Grosso continua na vanguarda deste avanço”, disse o Imea.

O aumento dos abates em MT, e no Brasil, sinaliza recuperação da atividade de frigoríficos, afetados mais cedo neste ano pelos efeitos da Operação Carne Franca, que reduziu temporariamente as demandas de países importadores no primeiro semestre.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que os abates de bovinos no Brasil aumentaram 7,6% no terceiro trimestre, para 7,98 milhões de cabeças, na comparação com o segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2016, a alta foi de 9%.

Mato Grosso elevou os abates em 173,06 mil cabeças, maior crescimento entre os estados produtores, e foi responsável por 16,6% do total abatido no país.

No segundo trimestre, os abates de bovinos no Brasil tinham somado 7,42 milhões de cabeças, queda de 3,1% ante o mesmo período de 2016 e leve alta de 0,3% ante o primeiro trimestre, segundo o IBGE.

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 11h31

MERCOAGRO 2018 - Embalagens de papelão ondulado serão apresentadas pela Adami

Notícias do Setor (147)

Com atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, a Adami S/A estará na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) e apresentará embalagens de papelão ondulado. A empresa atua nos segmentos frigoríficos de aves, suínos, bovinos e peixes. De acordo com o gerente comercial Luiz Alfredo Kasectari, em 2016 a feira superou as expectativas e, por isso, a empresa estará na edição 2018. “A Mercoagro é uma feira importantíssima, onde as tendências e as inovações do setor de proteína são apresentadas para um público altamente qualificado”.

Seja na fabricação de papel e embalagem, no ramo florestal ou no mercado de portas e acessórios de madeira, a Adami S/A é uma empresa consolidada como referência em práticas industriais e empresariais no município de Caçador, onde tem sua sede, bem como nos municípios de Ponte Serrada, Água Doce, Passos Maia, Matos Costa e Calmon, em que se estendem suas atividades.

Atualmente, possui seis unidades de negócio que são: Madeireira, Papel, Embalagem, Pasta Químico-Mecânica, Florestal e Energia Elétrica. Com 75 anos de atuação, os avanços e melhorias seguem constantes e atrelados aos princípios de sustentabilidade e qualidade de vida.

O processo produtivo sustentável da Adami inicia na Unidade Florestal em que tanto o plantio quanto a manutenção das florestas obedecem rigorosamente às leis ambientais vigentes no País.

Na Unidade de Papel e Embalagem, a principal matéria-prima utilizada é o papel reciclado. Dessa forma, a empresa contribui substancialmente para a preservação do meio ambiente e na geração de renda para inúmeras famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.

Na Mercoagro, a empresa estará no Pavilhão Azul, Rua 1100, Estande nº 1100. Mais informações no site www.adami.com.br

MERCOAGRO


A feira é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc, Unochapecó e Abrafrigo.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br

MARCOS A. BEDIN
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Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 08h54

Custos de produção de frangos e suínos voltam a subir em novembro, caem no ano

Notícias do Setor (147)

Os custos de produção de suínos e aves calculados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias) da Embrapa apresentaram alta em novembro, diante do aumento nos custos de grãos usados para nutrição animal, divulgou a Cias na segunda-feira (18).

O índice que mede o custo de produção de suínos, ICPSuíno/Embrapa, aumentou 2,05% em novembro ante outubro, e fechou em 198,98 pontos, no quarto mês seguido de alta, impactado principalmente pela alta do milho.

“Este cereal teve o preço aumentado em 3,06% em relação ao mês anterior”, disse o analista de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves, Ari Jarbas Sandi, em nota.

“O farelo de soja também aumentou consideravelmente em Santa Catarina, passando de R$ 1.170 por tonelada em outubro para R$ 1.200 por tonelada em novembro. Um acréscimo de 2,56%.”

O custo de produção do quilo de suíno vivo em ciclo completo em Santa Catarina, principal estado brasileiro produtor de suínos, ficou em R$ 3,48 em novembro.

Já o ICPFrango/Embrapa teve alta de 0,73% em novembro, para 184,51 pontos. O custo de produção de frango de corte no Paraná, estado com maior produção de frangos no Brasil, fechou novembro em R$ 2,38 por quilo vivo. A alta do custo do ICPFrango foi mais comedida porque há maior disponibilidade de milho no Paraná, segundo principal produtor brasileiro deste grão e que está próximo a outras regiões produtoras.

“O Paraná fornece milho suficiente para abastecer as cadeias produtivas de frangos de corte e de suínos e, se não bastasse isto, o setor produtivo destas carnes ocupa posição estratégica na geografia paranaense”, disse Jarbas Sandi.

“Se o Paraná precisar de grãos além do que produz, para fornecer às cadeias produtivas das carnes citadas, ele está próximo de Mato Grosso do Sul, terceiro maior produtor nacional de milho e logisticamente muito mais próximo das indústrias de rações situadas no Paraná do que aquelas situadas em Santa Catarina. Além disso, o Paraná faz fronteira com outros dois países igualmente estratégicos para o fornecimento de insumos à produção, o Paraguai e a Argentina.”

Nos primeiros 11 meses de 2017, o ICP/Frango acumula queda de 12,44% e o ICP/Suíno de -9,38%.

Fonte: Cias/Embrapa

Produção menor de milho
O aumento nos custos de grãos neste fim de ano e no início do ano que vem já era esperado por representantes da indústria de carnes, com base nas estimativas de que a safra do milho no Brasil em 2018 será menor que a verificada neste ano.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na semana passada que a produção de milho brasileira deve chegar a 92,2 milhões de toneladas no ano que vem, em comparação com 97,8 milhões de toneladas na safra 2016/17.

Analistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmaram em nota divulgada no website da entidade na segunda-feira (18) que as estimativas da Conab influenciam a firmeza nos preços internos do grão. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o milho na região de Campinas (SP) avançou 2,4% entre 8 e 15 de dezembro, para R$ 32,36/saca de 60 quilos.

Fonte: Cias/Embrapa/Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 17h39

MERCOAGRO 2018 - Embalagens de papelão ondulado serão apresentadas pela Adami

Notícias do Setor (147)

Com atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, a Adami S/A estará na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) e apresentará embalagens de papelão ondulado. A empresa atua nos segmentos frigoríficos de aves, suínos, bovinos e peixes. De acordo com o gerente comercial Luiz Alfredo Kasectari, em 2016 a feira superou as expectativas e, por isso, a empresa estará na edição 2018. “A Mercoagro é uma feira importantíssima, onde as tendências e as inovações do setor de proteína são apresentadas para um público altamente qualificado”.

Seja na fabricação de papel e embalagem, no ramo florestal ou no mercado de portas e acessórios de madeira, a Adami S/A é uma empresa consolidada como referência em práticas industriais e empresariais no município de Caçador, onde tem sua sede, bem como nos municípios de Ponte Serrada, Água Doce, Passos Maia, Matos Costa e Calmon, em que se estendem suas atividades.

Atualmente, possui seis unidades de negócio que são: Madeireira, Papel, Embalagem, Pasta Químico-Mecânica, Florestal e Energia Elétrica. Com 75 anos de atuação, os avanços e melhorias seguem constantes e atrelados aos princípios de sustentabilidade e qualidade de vida.

O processo produtivo sustentável da Adami inicia na Unidade Florestal em que tanto o plantio quanto a manutenção das florestas obedecem rigorosamente às leis ambientais vigentes no País.

Na Unidade de Papel e Embalagem, a principal matéria-prima utilizada é o papel reciclado. Dessa forma, a empresa contribui substancialmente para a preservação do meio ambiente e na geração de renda para inúmeras famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.

Na Mercoagro, a empresa estará no Pavilhão Azul, Rua 1100, Estande nº 1100. Mais informações no site www.adami.com.br

MERCOAGRO
A feira é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc, Unochapecó e Abrafrigo.

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Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h35

ABPA estima alta de 4% a 5% nas exportações de carne suína em 2018

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 Os volumes de exportações de carne suína brasileira devem crescer entre 4% e 5% em 2018, em comparação com a estimativa para 2017, segundo a Associação Brasileira de Proteína...

Os volumes de exportações de carne suína brasileira devem crescer entre 4% e 5% em 2018, em comparação com a estimativa para 2017, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O setor brasileiro de carne suína deverá fechar 2017 com queda de 5,4% nos volumes exportados, a 693 mil toneladas. A receita resultante das exportações é estimada em US$ 1,6 bilhão, alta de 9,5% ante 2016.

“Mesmo com embarques em níveis inferiores em relação ao ano anterior, chegar a volumes próximos de 700 mil toneladas foi uma vitória para o setor”, disse o presidente executivo da ABPA, Francisco Turra, em nota divulgada à imprensa na quarta-feira (13).

Elevados estoques chineses de carne suína influenciaram na redução dos volumes comprados por este país.

A ABPA espera que o Brasil resolva o atual embargo russo à carne suína em 2018, com subsequente aumento da demanda influenciado pela realização da Copa do Mundo naquele país.

Para 2018, ainda é esperada a finalização de acordos de certificação sanitária com a Coreia do Sul, para dar início aos embarques de carne suína ao país. O início das vendas ao Peru também é aguardado pelo setor.

Produção e consumo
A produção brasileira de carne suína deve encerrar o ano em 3,76 milhões de toneladas, alta de 0,7% ante 2016. No ano que vem, a produção deve ficar entre 2% e 3% maior que o volume produzido em 2017.

O consumo per capita de carne suína deverá encerrar o ano em 14,7 quilos, uma elevação de 2% em relação ao consumo do ano passado.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h25

Exportação de carne de frango deve cair 1,5% em 2017, subir até 3% em 2018

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 O volume de exportações brasileiras de carne de frango deve cair 1,48% neste ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgadas à imprensa na...

O volume de exportações brasileiras de carne de frango deve cair 1,48% neste ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgadas à imprensa na quarta-feira (13).

A mais recente estimativa é menor que a divulgada no início de 2017, e influenciada pela queda nas vendas relacionada à divulgação da Operação Carne Fraca da Polícia Federal em março, que resultou em algum tipo de sanção temporária às carnes por 77 países importadores.

A ABPA estima que as exportações de carne de frango devam fechar 2017 em 4,32 milhões de toneladas, em comparação com 4,38 milhões de toneladas no ano passado. A receita resultante das exportações em 2017 é estimada em US$ 7,2 bilhões, 6% maior que a registrada em 2016.

Para 2018, a ABPA espera que as exportações de carne de frango cresçam entre 1% e 3% em volume, com recuperação dos níveis de embarques para a União Europeia, de mercados do Oriente Médio e da China.

A ABPA espera ainda que a habilitação de novas plantas frigoríficas para exportação à China influencie positivamente o desempenho dos embarques do setor no ano que vem, assim como a concretização de acordo entre Mercosul e União Europeia e as aberturas do mercado de Taiwan, El Salvador e República Dominicana.

Já a vitória do Brasil no painel da Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a Indonésia tende a impactar os embarques de forma mais significativa somente em 2019.

A indústria de carne de frango brasileira deverá fazer nova tentativa de negociação para a abertura do mercado da Nigéria em 2018, antes de solicitar ao governo o início das consultas para um painel na OMC, segundo a APBA.

Além disso, o Brasil está estruturando sua defesa em relação às investigações chinesas sobre práticas de dumping no setor.

“O setor defende que não há qualquer nexo causal entre as exportações brasileiras ou a eventual situação mercadológica local que leve a esta interpretação. O setor e as indústrias estão mobilizados para clarificar quaisquer questionamentos”, informou a ABPA em nota.

Produção e consumo
Já a produção de carne de frango brasileira deve ficar em 13,06 milhões de toneladas neste ano, uma alta de 1,2% ante 2016. Para 2018, a expectativa é de que a produção de carne de frango brasileira cresça entre 2% e 4% em relação à estimativa para o ano atual.

O consumo per capita doméstico de carne de frango deve fechar 2017 em 42 quilos, alta de 1,8% em relação ao consumo do ano passado.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h21

Frigorífico de suínos da Aurora completa 25 anos

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A unidade industrial de suínos FACH1 - sigla que identifica o Frigorífico Aurora Chapecó 1 –, em Chapecó (SC), completou nesta semana 25 anos de funcionamento. A unidade pertence à...

A unidade industrial de suínos FACH1 - sigla que identifica o Frigorífico Aurora Chapecó 1 –, em Chapecó (SC), completou nesta semana 25 anos de funcionamento. A unidade pertence à Cooperativa Central Aurora Alimentos, é uma das maiores do país e a única planta brasileira autorizada a exportar para os Estados Unidos, segundo a empresa.

O transcurso dos 25 anos foi comemorado em breve solenidade que reuniu a diretoria, trabalhadores, imprensa e convidados. Participaram o presidente da Aurora, Mário Lanznaster, o vice-presidente Neivor Canton, o diretor de Agropecuária Marcos Antônio Zordan, o gerente-geral da unidade Antonio Wanzuit e o prefeito de Chapecó Luciano Buligon, além do representante do Serviço de Inspeção Federal (SIF) Ricardo José Bosi.

Lanznaster destacou que a empresa continuará investindo em 2018 para ampliar a industrialização.

Quando inaugurado, em 11 de dezembro de 1992, o FACH1 era o maior frigorífico de suínos da América Latina. A unidade possui 47.286 metros quadrados de área construída. Ocupa um terreno de 480 mil metros quadrados. Emprega diretamente 2.953 pessoas, abate 5.230 suínos/dia e industrializa mil toneladas de produtos por dia. Mais de 210 itens são produzidos no FACH1 entre os 850 do mix geral da Aurora.

A unidade exporta uma média mensal de 4,3 mil toneladas para Estados Unidos, Chile, Cingapura, China, Argentina, Ucrânia, Hong Kong, Uruguai, Angola e, ainda, para a Lista Geral, além de Quênia, Rússia, África do Sul, Equador, Cabo Verde, Geórgia, Gabão, Cuba, Albânia, Japão, Porto Rico e Aruba.

No conjunto, para o abate e processamento de suínos, a Cooperativa Central Aurora Alimentos mantém oito plantas industriais nas quais, em 2016, processou 4,5 milhões de cabeças. Também possui outras sete plantas de aves onde abate 247 milhões de frangos por ano.

A Aurora mantém 27 mil empregos diretos e, no último exercício, obteve receita operacional de R$ 8,5 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h15

Brasil deve exportar 10% a mais de carne bovina em 2018, diz Abiec

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 Os volumes de exportações brasileiras de carne bovina devem subir 9,8% em 2018, para 1,68 milhão de toneladas, com expectativa de retomada das vendas do produto in natura para os Estados Unidos, aumento de...

Os volumes de exportações brasileiras de carne bovina devem subir 9,8% em 2018, para 1,68 milhão de toneladas, com expectativa de retomada das vendas do produto in natura para os Estados Unidos, aumento de habilitações de frigoríficos pela China e liberação para embarques a outros países asiáticos, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) na quinta-feira (14).

O faturamento com os embarques deve subir 10,5% no ano que vem, para US$ 6,9 bilhões, estimou a associação.

O setor está fechando 2017 com resultados positivos, mostrando recuperação das vendas após a divulgação da Operação Carne Fraca em março, quando diversos países compradores suspenderam as compras temporariamente.

Os embarques brasileiros de carne bovina devem totalizar 1,53 milhão de toneladas em 2017, alta de 9% ante o ano passado. O faturamento decorrente dessas vendas é estimado em US$ 6,2 bilhões, 13% a mais que em 2016.

“No comparativo mensal de resultados, é perceptível esta rápida recuperação: entre março, mês em que foi deflagrada a Operação Carne Fraca, e abril, a queda do faturamento com as exportações foi de 25%; porém, entre abril e maio, o crescimento foi de 28%, com sucessivas altas tanto em volume quanto em ganhos monetários obtidos nos meses seguintes”, disse o presidente da Abiec, Antonio Camardelli, em nota divulgada à imprensa.

Três países ainda mantêm suspensão total às compras de carne bovina brasileira, como resultado da Operação Carne Fraca: Santa Lúcia, Trinidad e Tobago e Zimbabue. Trinta e um países mantiveram suspensão parcial a frigoríficos citados na Operação, dez países mantêm inspeção reforçada e 16 países retiraram totalmente as restrições.

Ao longo de 2017, o Brasil exportou carne bovina para 134 países, sendo que os principais compradores foram Hong Kong, China e Rússia.

De janeiro a novembro, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,4 milhão de toneladas, alta de 8,6% ante o mesmo período do ano passado. O faturamento ficou 12,8% superior ao registrado nos 11 meses de 2016, em US$ 5,7 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h55

Moody's estima alta de 9% no lucro de setor de carnes da América Latina em 2018

Notícias do Setor (147)
Expomeat 2017 A agência de classificação de risco Moody's Investors Service considera que as perspectivas para a indústria de proteína animal da América Latina em 2018 são positivas, com...

A agência de classificação de risco Moody's Investors Service considera que as perspectivas para a indústria de proteína animal da América Latina em 2018 são positivas, com expectativa de aumento nos lucros, câmbio mais estável e demanda mais forte, segundo estudo divulgado na terça-feira (12).

“A agência de ratings espera que o lucro operacional do setor de proteína (na América Latina) cresça acima de 9% em 2018”, disse a agência.

O aumento da disponibilidade de animais para abate e o crescimento da demanda, com recuperação dos volumes de vendas de carnes e de preços, tendem a beneficiar a indústria de proteína animal.

A Moody's acrescenta que o preço de bois para abate deve continuar alto, diante da esperada elevação da demanda por carnes em 2018.

As margens do setor de carne de aves no ano que vem devem ser maiores que as registradas em 2017, já que a indústria não estará mais influenciada pela alta nos preços de milho verificada no ano passado e que ainda elevou custos de produção no primeiro semestre deste ano.

“Os mercados de exportações ainda apresentam oportunidades de crescimento para carne bovina e de frango, com continuada demanda por parte da Ásia e do Oriente Médio”, segundo analistas da Moody's.

No caso da carne bovina, a demanda global pelo produto continua em crescimento sustentado, refletindo aumento da urbanização, da renda e da população, sendo que a China continuará um importante mercado a liderar esta alta.

Mas a elevação do escrutínio de países importadores em relação aos produtos brasileiros, após a Operação Carne Fraca neste ano, tende a atrasar a curva de crescimento das vendas para os EUA e a potencial abertura de novos mercados.

A Moody's também projeta recuperação na demanda do mercado doméstico brasileiro em 2018, o que permitirá aos frigoríficos repassarem custos aos produtos.

Fonte: Carnetec


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h51

Middleby anuncia aquisição da empresa dinamarquesa Scanico A/S

Notícias do Setor (147)

A Middleby Corporation anunciou no último dia 7 de dezembro a aquisição da Scanico A/S, um dos principais fabricantes de equipamentos de refrigeração e de congelamento para o processamento de alimentos. A empresa conta com sua sede na cidade de Aalborg, na Dinamarca, e fatura aproximadamente US$ 30 milhões por ano.

"A compra da Scanico amplia ainda mais as capacidades do nosso grupo de processamento de alimentos com uma tecnologia altamente complementar", disse Selim A. Bassoul, presidente e diretor executivo da Middleby Corporation.

"Com esta aquisição, adicionamos uma marca altamente respeitada e continuamos fortalecendo o portfólio de soluções que oferecemos aos nossos clientes", adicionou o executivo.

A Middleby Corporation, que conta com mais de 40 marcas, é um empresa fabricante de equipamentos para a indústria de alimentos com presença ao redor do mundo.

Fonte: Carnetec 


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h17

NR36: Compreenda o que a norma exige dos frigoríficos para prevenção de acidentes com a amônia

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No dia 09/12/2017 ocorreu na Cidade de Maringá no Paraná o Treinamento de Segurança em Sistemas de Refrigeração por Amônia.
O foco central foi compartilhar conhecimento de Segurança e Saúde no trabalho nas indústrias que utilizam a Amônia no seu processo industrial, devido os muitos acidentes que ocorreram no Brasil no ano de 2017 com Amônia.


Temas debatidos:
• Amônia: Entenda seus benefícios e riscos dentro da indústria frigorífica.
• NR36: Compreenda o que a norma exige dos frigoríficos para prevenção de acidentes com a amônia, 
  Principais Ações do Ministério do Trabalho e Emprego.
• Adequação: Como escolher um sistema de detecção eficaz e confiável.
• Combate: Quais os EPIs e EPCs, as ações e precauções a serem aplicadas em caso de vazamento (teórico e prático)

Alguns testemunhos dos participantes:

Adilson Luiz - Engenheiro de Segurança do Trabalho - Frigorifico Astra
“Um treinamento de extrema importância, foi muito bom ter participado me esclareceu algumas dúvidas que tinha”.

Elisabete Schneider - Empresa Schneider Elaboração de Laudos
“Gostamos muito do treinamento”.

Heliton Pereira dos Santos - Cia Cacique de Café Soluvel
“Gostaríamos de parabenizar toda a equipe do treinamento de Segurança com (Amônia), e em principal a uma grande pessoa, Fernando Rosalvo que nos deu a oportunidade de compartilhar conhecimento numa causa muito importante, com a segurança em Amônia. Parabéns grande trabalho.”

Palestrantes:
Fernando Rosalvo, Técnico de Segurança no Frigorifíco BetterBeef e Vencedor do Prêmio Dupont (proteção química 2016).
Cleber Rocha, especialista em sistema de detecção de gases.
Sgto. Rodrigo Marcelo, Corpo de Bombeiros de Rancharia.


Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 17h48

Schmersal destaca soluções para segurança na Mercoagro

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Expomeat 2017 Empresa mostra diversas soluções para o segmento de carne, como sistemas de controle chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança e...

Empresa mostra diversas soluções para o segmento de carne, como sistemas de controle chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança e proteções articuladas

Multinacional alemã líder mundial em sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal apresenta suas soluções para o segmento de processamento e industrialização da carne durante a 12ª edição da Mercoagro, feira que acontece de 11 a 14 de setembro em Chapecó, Santa Catarina. O estande da Schmersal é o 1014 – Rua 1000 Pavilhão Amarelo.

Com o intuito de facilitar a implementação de segurança em máquinas, conforme a NR 12 para fabricantes e usuários finais, a Schmersal, destaca na Mercoagro o novo Sistema de Controle BMC. O BMC é uma solução compacta, prática e confiável no controle do acionamento de comandos e, principalmente, no monitoramento de funções de segurança. É aplicável em diversos tipos de máquinas de pequeno porte, entre elas açougue, embalagens e uso geral.

A solução complementa a família de controles e atende máquinas com potências maiores de até 3CVs-220V (monofásico), 5CVs-220V (trifásico) e 7,5CVs-380V (trifásico). O novo BMC é fornecido com ou sem a função de monitoramento de frenagem integrada ao sistema, opção de inversão e falta de fase ou a utilização de inversores.

O sistema está disponível nas versões com os botões de comando e emergência no frontal do painel ou botoeiras à parte, com bornes plugáveis ou cabos com terminais, que são de fácil instalação. Os sinais indicativos de funcionamento da máquina estão disponíveis na parte frontal do BMC e por meio de um borne para conexão de uma coluna luminosa por exemplo. Outra opção disponível no novo BMC é o módulo de monitoramento de velocidade zero AZR para máquinas que possuam inércia.

O módulo do BMC possui quatro canais de segurança em duplo canal e é certificado pela TUV Rheinland nas categorias de segurança 4, PLe e SIL3, além de declaração CE. Além do BMC, os visitantes do estande da Schmersal podem conferir outras soluções para o segmento de carne, como chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança, proteções articuladas etc.

Sobre a Schmersal
Multinacional alemã líder mundial em sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal também desenvolve soluções em automação e tecnologia para elevadores. Com mais de 25 mil produtos e presente em 17 países, a empresa tem fábrica na cidade de Boituva, no interior de São Paulo, além de linhas de produção na Alemanha, China e Índia. A companhia conta com a Academia Schmersal, criada para capacitar profissionais ligados à segurança industrial para atender as especificações técnicas exigidas pela Norma Regulamentadora 12. A Schmersal também integra o ranking “Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil”, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Great Place to Work (GPtW). www.schmersal.com.br

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