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Postado em 01 de Março às 15h10

FOODMATE BRASIL vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (70)

"Nós inovamos, automatizamos e trazemos soluções econômicas para a indústria."

Foodmate é uma empresa de fabricação de equipamentos com sede na Holanda. Fundada em 2006, nós nos concentramos principalmente no processamento de aves, e recentemente lançamos o Foodmate US, expandindo nossa distribuição mundial para a América do Norte. Impulsionado pela pesquisa, emparelhado com conhecimento incomparável e décadas de experiência, é nossa missão de inovar, automatizar e trazer soluções de baixo custo para a indústria.

Nossa linha de produtos abrange uma grande variedade de equipamentos de processamento projetados para a manipulação de aves, abatedouro e desengorduramento, evisceração, refrigeração, pesagem, sistemas de corte, desossagem e muito mais. Além da manufatura, nós fornecemos uma variedade extensiva das peças sobresselentes e do serviço para o outro equipamento processando e máquinas recondicionadas. Além de apoiar a indústria, Foodmate também fornece equipamentos que podem ser usados ​​em arruelas industriais, incluindo arruelas crate, arruelas de paletes e lavadoras de tambor / recipiente.

Nossa equipe representa décadas de conhecimento da indústria e experiência resultando na engenharia, desenvolvimento e implementação de novos projetos para nossos clientes e suas necessidades em constante mudança.

"Estamos saindo de outra feira já consagrada em São Paulo e apostando no trabalho da Maria Antônia e sua equipe. Esperamos que seja o sucesso prometido."
Antonino Mascarenhas

A Empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

• Dark Meat

• White Meat Cut-Up

• Flex Cut-Up Fixa KFC

Produtos em destaque:

• Desossadora de Perna OPTI 

Informações:

Nome da Empresa: Foodmate Brasil Ltda.
CNPJ: 23.817.061/0001-41
End.: Av. Albino José Barbosa de Oliveira, 918 - Sala 11 - 13084-008 - Campinas - SP
Fones: 19-3308 7768 / 19-98174-4408
Contato: Antonino Mascarenhas
E-mail: antonino.m@foodmate.br.com
Site: www.foodmate.nl


Postado em 01 de Março às 09h13

Continuação da entrevista sobre tendências do consumo mundial de carnes

Notícias do Setor (70)

A edição impressa da revista CarneTec do primeiro trimestre traz, na seção Análise Regional, a continuação da entrevista com a engenheira de alimentos Sandra Mian, uma das maiores especialistas da atualidade no quesito ‘tendências’. A primeira parte da entrevista foi divulgada em janeiro neste portal. A segunda parte segue abaixo:

O futuro do mercado sob uma ótica especial


A presença da mulher no setor da carne é cada vez maior. Há inúmeros exemplos de mulheres que conquistaram seu espaço nesse segmento, ajudando a definir os rumos da indústria frigorífica. Um desses exemplos é o da consultora Sandra Mian, engenheira de alimentos formada pela Unicamp, com contribuição nas áreas de pesquisa sobre tendências em alimentos, desenvolvimento de produtos, entre outras competências. A seguir, conheça algumas das opiniões de Sandra, em uma entrevista recheada de informações estratégicas para indústrias de todos os portes.

CarneTec: Como você vê a participação da mulher em um setor como o da carne?

Sandra Mian: Eu vejo de forma muito positiva, evidentemente. Mas vejo também que infelizmente as mulheres ainda não conseguiram conquistar todo o espaço a que têm direito, sobretudo para conseguirmos atingir as posições mais altas na direção das empresas.

Uma indústria como a de carnes é em geral vista como “pesada”, “dura”, “não é lugar pra mulher”, etc. Ou seja, coloca-se a questão de gênero antes da questão de capacidade física (no caso das linhas de produção, abate, criação, etc) ou profissional. E isso acaba desestimulando as mulheres a buscarem essas empresas como local de trabalho.

Entretanto, acho que todos podem ganhar com a presença de mulheres em todas as áreas de todas as empresas. Temos a mesma capacidade profissional, sem dúvida, mas temos uma visão muitas vezes diferente da resolução de um problema ou de como criar uma estratégia. E esse fato em geral é uma vantagem para toda a equipe, já que quanto mais visões distintas melhor poderá ser a solução encontrada para os problemas. E isso em todas as áreas da empresa!

Cada mulher que se destaca no setor de carnes é um exemplo para as demais e também para os empresários e pessoal de recursos humanos. Um exemplo: a doutora Ana Lúcia da Silva Corrêa Lemos, diretora do Centro de Tecnologia de Carnes (CTC/Ital), de Campinas (SP). Eu tenho um imenso respeito pela Ana Lúcia e pelo trabalho que ela realiza diariamente no Ital junto a empresas do setor de carnes, desde as pequenas empresas familiares até as gigantes do setor. Ela tem mostrado durante todos esses anos de dedicação e profissionalismo impecáveis que o trabalho junto à indústria de carnes não representa nenhum problema para as mulheres; ao contrário! Exemplos como o da doutora Ana Lúcia nos abrem imensas oportunidades e é neles que temos que nos espelhar.

Você é apaixonada pelos produtos cárneos. Como começou essa paixão?

Na verdade, eu sou apaixonada por comida. E carne é comida, mas não qualquer comida. Eu sempre senti isso intuitivamente quando era pequena, mas só fui entender realmente como esse processo de valorização da carne e seus derivados acontece após ter estudado antropologia, sociologia e história social.

Sou neta de italianos e espanhóis, meu sangue é 75% italiano e 25% espanhol. Meus avós, como tantos outros, eram imigrantes que fugiram dos problemas da Europa e buscavam nas Américas um futuro melhor. A vida deles não era fácil na Europa e tampouco foi fácil quando chegaram ao Brasil. A carne e os produtos cárneos eram considerados produtos de luxo, verdadeiros identificadores de classe social. Comer carne era índice de riqueza ou de dias festivos. Além disso, aqueles europeus que imigraram ao Brasil conheciam períodos de grandes privações.

A história da Europa está ligada intimamente à história da alimentação e da fome. Aquelas pessoas, entre elas meus avós, tinham um respeito quase religioso pela comida em geral. E dentre as “comidas”, a carne estava no topo da hierarquia. Nada era desperdiçado, cada corte ou víscera era tratado com o respeito, carinho e técnicas que um chef daria a um foie gras!

Minha grande mestra na área da alimentação foi minha avó paterna, a Nonna Assumpta. Uma mulher fortíssima, viúva aos 42 anos, que criou seus filhos praticamente sozinha. E ajudou a criar os netos. Muito do que eu sou como pessoa e como profissional eu devo a ela. Eu hoje compreendo que minha Nonna já era adepta de movimentos como o Slow Food muito antes do Carlo Petrinni ter dado um nome e uma forma a essa filosofia de vida. Com a Nonna eu aprendi os princípios básicos da ISO: fazer bem desde o primeiro instante para não ter que voltar e corrigir. Aprendi com ela os pontos-chaves do HACCP. E, sobretudo, o imenso respeito pela comida, por cada ingrediente.

Vi a Nonna fazendo linguiças, derretendo toucinho para fazer banha, conservando carne na banha, fazendo chouriço de sangue e “codeguin”, um tipo de linguiça feita basicamente com pele e restos mínimos de carne suína. Infelizmente muitos desses produtos artesanais foram quase esquecidos no Brasil.

Absolutamente nada era desperdiçado. E o cuidado para que aquelas partes dos animais consideradas “inferiores” subissem de categoria era espantoso. Tripas se transformavam numa iguaria dos deuses. Pezinhos de porco eram os mais disputados no feijão cozido.

Hoje, vejo que todos aqueles gestos do cotidiano, liderados pela mulher forte da família, a Nonna Assumpta, forjaram minha visão também para a indústria de alimentos. E como ela estava certa! A cada artigo que eu escrevo sobre carnes e produtos cárneos aquelas imagens voltam e hoje posso associá-las com tudo o que tenho estudado sobre história, sociologia e antropologia, com o que há de mais recente acerca de tendências e dos movimentos em torno da alimentação, como o Food Movement Rising dos EUA e Canadá e o Slow Food na Europa (e hoje tomando o mundo).

Segundo os dados da FAO–ONU, cerca de um terço dos alimentos produzidos são simplesmente perdidos durante toda a cadeia alimentar, do campo até a mesa do consumidor. Do ponto de vista da indústria, esse desperdício é dinheiro indo pelo ralo. Ao invés de pagar para “se livrar de partes indesejáveis dos animais”, a indústria poderia transformar estas partes em obras de arte. Agregar valor... como fazia a Nonna! Como ainda fazem os italianos e franceses e que está sendo copiado com sucesso por inúmeras pequenas empresas mundo afora.

Essa tua questão acabou me fazendo pensar realmente de onde vem essa minha paixão pelos produtos cárneos, esse respeito pela matéria-prima. E acho que também foi essa minha história de vida a responsável pela frase que eu vivo repetindo quando falo ou escrevo para os profissionais da indústria de carnes: NÃO EXISTE CARNE DE SEGUNDA!

Fonte: Carnetec


Postado em 01 de Março às 09h05

Embarques de carne de frango do PR apresentam alta de 18% no início do ano

Notícias do Setor (70)

Segundo o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), a demanda internacional pela carne de frango do estado começou aquecida em 2017.

Em janeiro, 132,89 mil toneladas da proteína foram embarcadas no Paraná, número 18,2% superior se comparado ao primeiro mês do ano passado, quando 112,38 mil toneladas foram exportadas.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

As indústrias avícolas do Paraná abastecem mais de 160 países, respondendo por cerca de 35% das exportações de carne de frango do país.

De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, o ano é de otimismo. “Em 2016, mesmo diante de dificuldades, o nosso índice de exportação cresceu 4,7% no acumulado. A expectativa é que para 2017 seja possível melhorar”, afirmou em nota.

A produção também segue ritmo de crescimento no estado. No primeiro mês do ano, 151,79 milhões de cabeças de frango foram abatidas ante 142,17 milhões em janeiro de 2016. O que mostra uma alta de 6,7%, de acordo com dados do sindicato.

Em entrevista à CarneTec no fim de 2016, Martins disse que a previsão de crescimento da produção é conservadora. Estimativa do Sindiavipar aponta para uma alta entre 4% e 6% em 2017.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Fevereiro às 09h16

EMPRESÁRIO FATURA R$ 15 MILHÕES FAZENDO GELO

Notícias do Setor (70)

A MAC Total Ice fabrica máquinas de gelo por R$ 175 mil para o Brasil e outros países

A MAC Total Ice nasceu da união dos conhecimentos técnicos de um pai e do espírito empreendedor do filho. Há mais de 30 anos, o Seu Antonio Carlos de Luca produzia máquinas de gelo de forma artesanal. Em 2010, Alexandre de Luca, o filho, largou a faculdade de engenharia e resolveu pegar o know-how da família e transformar em uma fábrica, na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo. “Criamos um negócio com cara de indústria mesmo”, afirma Alexandre, 28 anos.

A ideia de produzir as máquinas de gelo surgiu pela grande procura pelo produto. Locais como padarias, hotéis, abatedouros de aves e restaurantes consomem dezenas de quilogramas de gelo diariamente, segundo Alexandre. E ele detalhou sobre setores mais inusitados que utilizam o produto. “Na construção civil, o pessoal precisa de centenas de quilos só para manter a água dos trabalhadores gelada. É lei”, explica.

Hoje, a MAC Total Ice constrói em torno de 60 máquinas por ano e possui uma equipe de 60 funcionários. Cada máquina custa, em média, R$ 175 mil e é capaz de produzir mais de uma tonelada de gelo por dia. A máquina é de fácil manuseio e instalação. O empreendedor precisa somente de energia e água para começar a utilizar o produto.

A empresa oferece duas opções de máquina: uma para gelo em escama, outra para gelo em cubo. Cada uma atende diferentes mercados e eles fornecem orientação para o empreendedor escolher a máquina mais adequada. Clientes com maiores demandas podem encomendar máquinas maiores por até R$ 500 mil.

Em 2016, a empresa teve faturamento de R$ 15 milhões e pretende crescer 30% neste ano. A ideia é ampliar a presença em mercados internacionais. “Hoje, estamos presentes no Brasil, América Latina e África”, disse o CEO.

Para começar o negócio, Alexandre contou com um amigo da família que comprou a primeira máquina por R$ 100 mil. Com esse capital, a empresa pode começar a funcionar no interior de São Paulo. “Meu pai vivia dizendo que eu estava louco, e ainda diz. Afinal, eu fui pra Indaiatuba sem nada. Zero. Construímos o negócios com suor e até um pouco de sangue”, completa Alexandre.

Fonte: globo.com


Postado em 16 de Fevereiro às 18h05

Abate de vacas aumenta e pode atingir pico em fevereiro

Notícias do Setor (70)

O abate de vacas aumentou em fevereiro como consequência dos preços mais competitivos e maior oferta de fêmeas em relação aos machos, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que prevê que o abate de fêmeas alcance o pico neste mês.

“A maior participação das fêmeas no abate total ocorre geralmente em anos de queda no preço do bezerro e da arroba, cenário que vem sendo verificado neste início de 2017”, informou o Cepea em nota divulgada na quarta-feira (15).

O indicador Esalq/Bovespa para o preço do bezerro nelore de 8 a 12 meses em Mato Grosso do Sul acumula queda de 15,3% na parcial deste mês em relação à média do mesmo período do ano passado. Já o indicador do boi gordo no estado de São Paulo cai 10,3%, segundo o Cepea.

O aumento do abate também é justificado pelo fim do período reprodutivo, em que os pecuaristas conseguem identificar quais fêmeas terão bezerros e destinam as que não confirmaram prenhez para o abate, como forma de liberar áreas de pastagem.

Segundo os pesquisadores do Cepea, o maior abate de fêmeas neste momento poderá reduzir a oferta de bezerros a partir de 2018, com consequente diminuição na oferta de boi gordo para abate no ano seguinte e diminuição da oferta de carne no atacado.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec


Postado em 15 de Fevereiro às 11h12

Beef Week MT celebra carne bovina com participação de restaurantes de Cuiabá e Chapada dos Guimarães

Notícias do Setor (70)

Entre os dias 7 e 12 de março, 14 restaurantes de Cuiabá e dois do município vizinho Chapada dos Guimarães participarão da Beef Week Mato Grosso, uma experiência gastronômica para que as pessoas conheçam e reconheçam como a pecuária é estruturada, sustentável e investe em tecnologia e qualidade.

A Beef Week é promovida pelo Terraviva Eventos, em conjunto com a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), com o apoio da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes/MT (Abrasel) e da Cervejaria Louvada.

Participam da Beef Week MT os restaurantes Mahalo, Varadero, Seu Majó, Rock Burguer, Meats Grill, Cozinha dos Fundos, Getúlio Grill, Campo D’Ourique, Dom Sebastião, Jimmy Burguer, Acácia, Grand Toro, Flor Negra e Espetaria Celeiro, em Cuiabá, além do Pomodori Trattoria e Atmã, na Chapada.

Todos terão em seu cardápio pratos especiais, com preço de até R$ 50, à base de carne bovina e ações de comunicação para ajudar a aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade e origem da carne brasileira.

A iniciativa faz parte da programação da InterCorte, que ocorre em Cuiabá nos dias 8 e 9 de março, e que reunirá profissionais da cadeia produtiva da carne em palestras e em uma feira tecnológica do segmento.

“Mato Grosso possui o maior rebanho do Brasil, garantindo ao país o segundo lugar mundial na produção de carne da melhor qualidade. Esses dois grandes eventos – Intercorte e BeefWeek – fomentam o acesso à informação e às novas tecnologias, bem como o incentivo ao consumo de carne bovina, prioridades da Acrimat”, disse o presidente da associação dos criadores, Marco Tulio Duarte Soares, em nota.

Para César Oliveira, do Restaurante Pomodori Trattoria, a inserção da Chapada no roteiro da Beef Week foi “uma brilhante ideia da organização, já que a InterCorte recebe pessoas de diversos lugares do Brasil e podem conhecer esse importante destino turístico”.

“Vale muito a pena, tanto para o consumidor como para o restaurante. Foi muito boa a nossa participação na primeira edição no ano passado. Gostamos da ideia e queremos oferecer algo melhor ainda este ano”, afirmou Wagner Barbosa, do Getúlio Grill, de Cuiabá.

Entre as atrações da Beef Week, está a “Costola da Nona”, da Pomodori Trattoria, um prato composto por costela bovina cozida em baixa temperatura, farofinha de alho, banana da terra frita, arroz branco e ovo frito com gema mole. Já o Getúlio Grill apresentará como opção o Prime Rib com arroz biro biro e galet de batatas.

A Beef Week faz parte do movimento #SomosdaCarne, que nasceu para valorizar as iniciativas da cadeia produtiva.

Mais informações: www.beefweekbrasil.com.br

Fonte: Carnetec


Postado em 15 de Fevereiro às 11h09

Custos de produção de aves e suínos fecham 2016 em alta

Notícias do Setor (70)

Os custos de produção de aves e suínos apresentaram quedas no mês de dezembro, em relação a novembro, mas ainda fecharam 2016 em alta, refletindo o aumento nos preços de grãos usados para nutrição animal, segundo dados contabilizados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa.

O índice que mede o custo de produção dos suínos (ICPSuíno) teve queda de 1,58% no último mês do ano passado, para 219,68 pontos, afetado principalmente por uma queda de 1,61% no custo de nutrição.

No acumulado do ano, houve alta de 8,47% no custo de produção de suínos, quando os custos de nutrição subiram 8,36%. Os custos de nutrição representam quase 80% da composição do índice de custos de produção calculado pela Embrapa.

Já o custo de produção de frangos medido pelo ICPFrango caiu 0,53% em dezembro, para 209,70 pontos. No ano, o índice subiu 5,44%, também influenciado pelo crescimento nos custos de nutrição, que foi de 5,87% no período.

Se as previsões para as safras de milho e soja do Brasil neste ano se confirmarem, a tendência é de que os custos de produção de aves e suínos caiam em 2017.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a safra de grãos no Brasil alcançará recorde histórico neste ano, com produção de 87,4 milhões de toneladas de milho esperada para o ano. Para a soja, a Conab espera aumento de 10,6% na produção, para 105,6 milhões de toneladas.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec
 


Postado em 10 de Fevereiro às 15h22

Empresas que estarão presentes na EXPOMEAT 2017 no estande da Zametal

Notícias do Setor (70)

Empresa Italiana fornecedora de soluções completas em linhas de preparação de massa de salame, mortadela e salsicha com esteiras de pesagem, moedores, misturadores, cubadores quebradores de blocos.


Site: www.velati.com

Empresa Italiana líder no setor, com fornecimento de câmaras para produtos curados (salame, copa, speck, bresaola, presunto) com e sem fumaça. Instalações para descongelamentos de carne, instalações para áreas de fatiamento e elaboração de produtos (câmaras brancas).


Site: www.travaglini.it

Empresa Italiana que oferece soluções e sistemas inovativos de movimentação de matérias primas, salames, presuntos, de forma manual ou automática por trilho aéreo em alumínio.

Site: www.tecsal.com

Empresa inovadora que propões soluções sob medida para linhas de produção de copa, panceta, lombo, presunto cru, presunto cozido com tenderizadores, tumbler para produtos a serem cozidos ou salgados, formadoras e embutidoras para músculos inteiros, corrugadoras de tripa, máquinas para lavar containers, gaiolas.

Site: www.inoxmeccanica.it 

Empresa espanhola líder mundial em fornecimento de equipamentos para processamento de alta pressão – HPP.

Site: www.hiperbaric.com


Postado em 10 de Fevereiro às 15h07

COLDBRAS vai expor seus principais produtos da feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (70)

A Coldbras iniciou suas atividades no ano de 2000, em uma área de 2000 m2, localizada na cidade de Porto Alegre. Em 2004, tendo em vista o seu crescimento e diferenciação no mercado devido à qualidade de seus produtos, tecnologia de ponta e preços competitivos, a Coldbras necessitou mudar-se para uma área maior. Foi então que sua sede foi transferida para uma área de 10500 m2, localizada no Distrito Industrial de Cachoeirinha, uma cidade situada a 7Km de Porto Alegre, passando a contar com uma ampla infra-estrutura, e maior facilidade na logística de seus produtos.

A empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

  • MÁQUINAS DE GELO EM TUBOS
  • MÁQUINAS DE GELO EM ESCAMAS
  • CONDENSADORES EVAPORATIVOS
  • EXTRATOR DE AR AUTOMATICO
  • EVAPORADORES DE AR FORÇADO
  • RECIPIENTES DE LÍQUIDO
  • SEPARADORES DE LÍQUIDO
  • BOMBAS DE AMÔNIA
  • PEÇAS DE REPOSIÇÃO PARA COMPRESSORES - SABROE®, MYCOM®, MADEF®

Produto em destaque:

  • SISTEMA SKID PARA FABRICAÇÃO DE GELO EM TUBOS

Informações:

Nome Empresa: COLDBRAS S.A.
Nome para contato: Rodrigo F. Garcia
Fone: (51) 3303.2222
E-mail: coldbras@coldbras.com.br
Site: www.coldbras.com.br


Postado em 10 de Fevereiro às 08h39

Agropecuaristas do Estado constroem o frigorífico mais moderno do Brasil

Notícias do Setor (70)

Empresário Antônio Denarium, um dos sócios do Frigo 10, disse que a ideia nasceu da necessidade de se abater o gado em local seguro (Fotos: Antônio Carlos)

Investimento já chega a R$ 35 milhões, com previsão de a fábrica começar a funcionar ainda neste primeiro semestre do ano

Há sete anos, dez empresários roraimenses do ramo agropecuário decidiram não ficar mais dependendo do poder público. O grupo começou a construir o matadouro mais moderno do Brasil, o Frigo 10, no quilômetro 482 da BR-174 sul, na zona rural de Boa Vista, saída para Manaus (AM). O investimento até o momento já chega a R$ 35 milhões e a previsão é que o matadouro seja inaugurado ainda no primeiro semestre deste ano.

O empresário e agropecuarista Antônio Denarium, um dos sócios do Frigo 10, lembrou que e ideia surgiu da necessidade dos produtores rurais regionais abaterem o gado em um local seguro, como o exigido pelas normais sanitárias, uma vez que o Matadouro e Frigorífico Industrial de Roraima (Mafirr), segundo ele, não atende mais à demanda e não tem capacidade de abate, nem condições sanitárias.

“Hoje Roraima produz excesso de carne todo mês. O nosso rebanho gira em tono de um milhão de cabeças e, por mês, abatemos cerca de 10 mil animais. Desse total, 30% vão para Manaus. Temos que pagar um frete de R$ 3.500 por cada caminhão com 20 bois. O frete do caminhão com 100 bois refrigerados custa R$ 5 mil. Se tivéssemos condições de abater aqui, isso com certeza reduziria o custo da produção”, observou.

Segundo Denarium, a pecuária roraimense ficou estagnada devido à falta de uma indústria para o abate. Por causa disso, cerca de dois mil bois são vendidos todo mês para Manaus, onde são abatidos porque o Mafirr há anos não atende mais à demanda. “Foi isso que nos fez ter a ideia de construir o Frigo 10. Foi justamente para suprir a demanda, mas o importante é que lá na ponta quem ganhará será o nosso consumidor, que terá uma carne com mais qualidade”, frisou. (AJ)

Frigo 10 vai abater até 80 bois por hora

O Frigo 10 é o matadouro mais moderno do Brasil com capacidade de abater até 80 bois por hora. O empreendimento vai gerar 300 empregos diretos e mais de três mil indiretos. Com a segurança no abate, Antônio Denarium acredita que o matadouro vai atrair novos investidores para o Estado.

“Este modelo de produção integra agricultura e pecuária. Plantamos determinada cultura e colhemos. Depois, plantamos capim que vira pasto. É um ciclo de culturas que no final ainda recupera áreas de pastagens degradadas, tudo de acordo com as leis de proteção ambiental”, observou o empresário.

Nos primeiros meses, o Frigo 10 irá produzir de olho nos mercados local e regional. Atendendo a demanda, a carne roraimense poderá abastecer o mercado do país vizinho, a Venezuela, que é o 4º maior importador de carne do Brasil e o primeiro importador de boi vivo.

“A carne vinha de Rondônia e os bois vivos do Pará. E nós, ao lado deste grande mercado consumidor, não podíamos vender nossa carne, nem o animal vivo, porque havia restrição de febre aftosa e o Mafirr não dá conta. Mas com o Frigo 10 funcionando e Roraima já com status livre de aftosa, vamos entrar neste competitivo mercado, assim que nosso rebanho começar a crescer”, frisou. (AJ)

Processo de abate pode durar até 36 horas


O médico veterinário Carlos Bocehi, de 39 anos, diretor do Frigo 10, explicou o processo de abate. O gado primeiro fica em um curral, onde é inspecionado por técnicos de órgãos de vigilância sanitária. De lá, aprovado, o boi segue para outro curral, onde toma banho antes de ir para o abate.

Do setor do abate sujo, o gado começa então a passar por vários processos de corte de carne, limpeza e seleção de miúdos. Mas primeiro entra na área de buchação, onde o bucho do animal é limpo. Depois, o gado vai para a área do mocotó e miúdos. O couro já ficou em outro setor.

O boi primeiro recebe dois cortes transversais e desce para a câmara de resfriamento, onde é partido em seis pedaços, dois traseiros, dois dianteiros e duas pontas de agulha. O processo é contínuo e pode durar até 36h, do abate até a venda da carne, que pode ficar estocada por até um ano”, ressaltou.

No setor de miúdos, o bucho é resfriado ainda em movimento. Há três câmaras de resfriamento com capacidade para armazenar até 160 bois abatidos, cada. Dependendo da produção, há mais duas a serem utilizadas. O frigorífico tem uma rede de tratamento de água e fluentes, e todo o esgoto é de inox. Tudo de acordo com as normas da Vigilância Sanitária.

O maquinário da fábrica é de última geração e todo automatizado. A sala de máquinas, que abriga três potentes compressores, funciona como o coração do Frigo 10, porque é de lá que saem todos os comandos. Ao lado do frigorífico tem outra indústria que manufatura osso, chifre e couro.

O processo começa no digestor e esterilizador, que funciona como uma imensa panela de pressão com capacidade para até nove mil quilos. A fábrica também conta com um potente gerador de energia e com uma caixa de água com capacidade para um milhão de litros.

“O que é legal também dizer é que todo este investimento foi feito porque acreditamos no potencial desta terra. O que podemos comprar aqui, nós compramos. Este frigorífico tem um dos melhores sistemas de abate do mundo. Nossa carne sairá daqui com o selo do SIF [Serviço de Inspeção Federal]”, frisou o diretor. (AJ)

Gado de corte movimenta R$ 25 milhões por mês

A pecuária é um dos setores mais fortes da economia de Roraima. Um boi vivo, segundo Antônio Denarium, custa em média R$ 2.500,00 e dez mil animais são abatidos por mês no Estado, o que dá R$ 25 milhões. O empresário lembrou que este número representa apenas o gado de corte, sem contar o leiteiro e o mercado de animais vivos em que pecuaristas negociam garrotes e vacas.

Outra saída para o setor é a regularização fundiária. Denarium disse que, com a aprovação do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), Roraima atrairia novos investidores, que teriam acesso a linhas de crédito, o que com certeza aumentaria a produção.

“Acredito que, nos próximos meses, o governo conclua esta regulamentação fundiária e que os produtores recebam seus títulos. Aí, sim, com a ZEE aprovada, Roraima livre de aftosa e com o Frigo 10 a todo vapor, vamos alavancar a produção de carne. O que era um sonho hoje está virando realidade”. (AJ)

Fonte: Amílcar Júnior - Frigo 10 - http://folhabv.com.br/


Postado em 08 de Fevereiro às 13h01

Solução inovadora para desossa de paleta e pernil suínos

Notícias do Setor (70)

A DeboFlex é uma solução inovadora da Marel para a desossa de paleta e pernil suíno.

A desossa suína tradicional é baseada principalmente em linhas de produção onde os produtos são transportados em uma esteira em um fluxo aleatório, às vezes caótico, e trabalhado por uma equipe de operadores altamente qualificados.

A DeboFlex usa um sistema de transporte aéreo com ganchos rotativos especiais para prender as paletas ou os pernis, que os transportam em um fluxo controlado pelas estações de trabalho.

A desossa das paletas ou dos pernis suínos com a DeboFlex resulta em menores custos, maior rendimento, melhor qualidade e maior vida útil dos produtos.

A paleta ou o pernil são firmemente presos no transportador e posicionados automaticamente para cada tarefa. Isto economiza tempo e permite que os operadores se concentrem inteiramente na tarefa que têm em mãos.

A automação permite que o trabalho seja feito mais rapidamente e com maior precisão, resultando em um produto final mais consistente. Cada sistema DeboFlex inclui módulos automáticos para carregar as paletas ou os pernis em transportadores aéreos e para o corte da pata. As opções automatizadas incluem a retirada da pele, o corte de Eisbein e a remoção da escápula em linha.

Não há contato de produto com produto e menor possibilidade de contaminação cruzada por contato manual com o produto. Além disso, a contaminação cruzada da pele para os produtos finais é reduzida absolutamente ao mínimo.

Fonte: marel.com


Postado em 07 de Fevereiro às 08h49

Frigol eleva vendas para a Rússia em 15% em 2016

Notícias do Setor (70)

A Frigol registrou um aumento de 15% nas vendas para a Rússia em 2016, na comparação com 2015, informou a empresa em comunicado na segunda-feira (6).

“Foi um ano difícil para todos os setores, não apenas para o de carnes. Nós tivemos que lidar com o cenário de uma crise econômica e também política. Por isso, intensificamos nossa busca por clientes fora do Brasil”, disse o gerente da Frigol, Dorival Jr.

A Frigol teve um faturamento total de R$ 1,3 bilhão em 2016. A Rússia é o segundo maior mercado comprador da empresa.

A companhia está participando da 24ª Exibição Internacional de Alimentos, Bebidas e Insumos – Prodexpo, em Moscou (Rússia), e pretende participar de outros eventos internacionais a serem realizados na China, na Alemanha e no Oriente Médio neste ano.

Em 2016, a Frigol abriu um escritório em Dubai e quer continuar ampliando seus negócios internacionais, conforme disse o presidente da empresa Luciano Pascon em entrevista à CarneTec em novembro de 2016.
A Frigol processa 120 mil toneladas de carnes por ano e exporta para 60 países da América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e África, além de vender no Brasil.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec


Postado em 06 de Fevereiro às 09h30

Governo vai procurar JBS ou ‘outro grupo’ para reabrir frigorífico em MS

Notícias do Setor (70)

Mais de 200 trabalhadores já foram demitidos

Um dia após o fechamento do frigorífico do grupo JBS no município de Coxim, prefeitos de municípios da região norte que temem fechamento de mais postos de empregos, procuraram apoio na Assembleia Legislativa e ouviram de representantes do governo promessa de que o local não deverá permanecer fechado.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, a gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB), vai procurar a direção da JBS para tentar uma solução para o problema alegado pela empresa para o fechamento da planta. Caso, a multinacional se negue a reabrir a unidade, outro grupo será procurado para assumir a planta.

“Temos matéria prima de qualidade, mão de obra qualificada e logística. O que aconteceu foi uma desavença sobre valor do arrendamento, mas estamos vendo a disposição e a rapidez do governo em intervir e solucionar”, explicou o prefeito de Coxim, Aluísio São José (PSB), que participou do encontro com o prefeito de Sonora, Enelto Ramos (PMDB).

Anfitrião do encontro, o presidente da Assembleia, deputado Junior Mochi (PMDB), revelou que conversou com o vice-presidente da JBS, Marcelo Zanata, que lhe explicou sobre uma divergência para renovação do arrendamento com o Grupo Margem, que é proprietário da planta, além de outros problemas de ordem trabalhista que inviabilizaram a continuidade da JBS frente àquela unidade.

São José afirma que o frigorífico, que empregava 210 pessoas, todas demitidas, era a maior empresa da cidade, e que abatia cerca de 400 cabeças de gado por dia e era o único em operação na região Norte.

“Temos quatro meses em que os funcionários receberão o seguro-desemprego, nesse período vamos agir para reabrir o frigorífico, com a própria JBS ou com outra empresa”, disse Mochi.

Verruck revelou que o próprio governador Reinaldo Azambuja vai procurar a presidência da JBS, para tentar reverter a decisão, e pode, inclusive, ampliar benefícios fiscais à empresa. A Prefeitura de Coxim também se comprometeu um pedido do grupo, de ativar uma linha de ônibus para trabalhadores do frigorífico.

A JBS, explicou a assessoria de Mochi, reclamava que não havia transporte público para seus trabalhadores, e com isso precisava bancar custos com jornada de trabalho do funcionário considerando o trajeto de casa para o trabalho e vice-versa.

O presidente da Assembleia também solicitou ao secretário de meio ambiente, uma reunião na próxima semana, quarta-feira (8), para debater um projeto que prevê implantação de um confinamento para até 45 mil cabeças de gado em Coxim e uma indústria de ração. Mochi também vai solicitar a pavimentação de um trecho de 2,5 quilômetros que dá acesso ao confinamento e contempla várias outras empresas instaladas na localidade, entre as quais um pequeno frigorífico e um laticínio. 

Fonte: Ludyney Moura - Midiamax


Postado em 01 de Fevereiro às 12h32

Meyn apresenta desossador de peito rápido

Notícias do Setor (70)

O desossador de peito Meyn Rapid M 4.0 é a versão Plug & Play do amplificador automático de peito Meyn, amplamente instalado, Rapid Plus. Inovador e produtivo, o Rapid processa 4 mil frente metades ou tampas de peito por hora e entrega o produto com excelente apresentação.

"O desossador de peito Rapid atua como um novo e avançado sistema autônomo que é cuidadosamente projetado para minimizar o tempo de instalação e otimizar a relação de pegada / capacidade", diz Jeroen Bohm, gerente de Produto para sistemas de desossa de Meyn. "Ao fazer isso, permite que os produtores tenham baixo custo total de propriedade, enquanto economizam até 19 funcionário em tempo integral por turno.

O Rapid Breast Deboner é adequado para carnes in natura. Um processo único de limpeza remove a pele do corte, assegurando uma pele não danificada de alta qualidade recolhida.

Múltiplas opções de operação permitem uma ampla gama de produtos finais, com excelente apresentação para asas de frango, filetes e filé. O wishbone é cortado dopeito muito precisamente, resultando em mínima contaminação óssea e baixa perda de carne.

Outros módulos avançados podem ser integrados para colher meia ou filetes inteiros, com ou sem filé. A configuração é determinada pelos requisitos do produto final. A carne remanescente do osso da quilha é raspada da carcaça para aumentar o valor deste subproduto.

Os botões de toque predefinidos permitem que o operador ajuste as configurações críticas com segurança, instantaneamente e sem esforço durante a produção, por exemplo, quando os pesos do produto mudam.

Fonte: Avicultura Industrial


Postado em 01 de Fevereiro às 11h47

EMA inaugura Frigorífico Marinho que oferece carne do Pantanal

Notícias do Setor (70)

A Empresa Marinho de Agropecuária do Pantanal Ltda (EMA), que teve seu início em 1985, em Corumbá/MS, acaba de inaugurar um frigorífico - o Frigorífico Marinho (FRIMA) -, que abate e vende carne do Pantanal produzida pelos animais das fazenda da própria EMA.

A empresa se especializou na pecuária de corte e faz o ciclo completo de produção: cria Região Pantanal (Paiaguás, Nhecolândia e Jacadigo), recria (Jacadigo) e engorda (Serra de Corumbá - Albuquerque e Maria Coelho).

Agora, foi inaugurado o FRIMA. “Com essas características únicas nas mãos, apenas um processo faltava: garantir que a carne fosse entregue com essa qualidade ao consumidor - o abate e a distribuição. Após três anos de pesquisas e investimentos, a empresa inaugura o FRIMA, o Frigorífico Marinho”, informa o vídeo institucional da empresa.

A empresa afirma que a fim de minimizar o estresse pré-abate e maximizar o sabor, decidiram levar o frigorífico até o boi. Por isso, o frigorífico foi levado até uma das fazendas do grupo.

Fonte: BeefPoint