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de 15 a 17 de Março de 2022

Em breve divulgaremos a nova data que está sendo negociada junto ao Pavilhão de Exposições Anhembi

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Postado em 22 de Junho às 15h33

Sauditas flexibilizam exigência para carne bovina do Brasil

Notícias do Setor (667)
EXPOMEAT 2022 - lll Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal A agência saudita de vigilância sanitária, Saudi Food and Drug Authority (SFDA) retirou uma exigência para...

A agência saudita de vigilância sanitária, Saudi Food and Drug Authority (SFDA) retirou uma exigência para importação de carne bovina do Brasil. Antes, a regra limitava em 30 meses a idade dos animais abatidos cuja carne seria destinada ao Reino da Arábia Saudita.

A informação foi divulgada no novo modelo aprovado de Certificado Sanitário Internacional (CSI). O texto também passa a incluir a possibilidade de exportação brasileira de carne de ovinos para o país árabe.

A retirada da exigência em torno da idade dos animais abatidos foi comemorada por exportadores. “Isso foi muito bem recebido pelo setor pois abre opções de exportação”, afirmou Marcel Moreira Pinto, adido agrícola do Brasil em Riad.

Já a abertura de mercado aos ovinos ainda está sendo avaliada. “Os sauditas importam carne de ovinos, principalmente da Austrália. Como nunca teve fluxo comercial com o Brasil, ainda não sabemos como vai ser a demanda e o interesse pelo produto brasileiro”, explicou o adido.

Para iniciar o processo de exportação, Moreira Pinto lembra que será preciso habilitar os estabelecimentos a exportar junto à autoridade sanitária saudita. O executivo está apurando, ainda, com as autoridades sauditas se a abertura do mercado se estende também aos caprinos.

OVINOS NO BRASIL
Em março de 2020 o Brasil também abriu mercado de carne de ovinos no Kuwait. No entanto, conforme a ANBA apurou, o volume produzido pelo Brasil ainda é pequeno perto da demanda árabe. O próprio consumo brasileiro precisa ser completado com a importação de carne ovina de países como o Uruguai.

Já o setor de caprinos ainda busca se organizar melhor para conseguir atender demandas pelo produto. No início deste ano, os criadores brasileiros chegaram a receber contato dos egípcios que queriam comprar animais vivos, mas a negociação esbarrou no tamanho do rebanho brasileiro.

Fonte: ANBA
Autor: Thais Sousa

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